14 de out. de 2026
O Professor segue aprendendo sempre
O tema do DIA MUNDIAL DOS PROFESSORES em 2026 celebra um marco histórico: "Apoiando os professores: 60 anos protegendo a profissão, promovendo seu status e moldando nossos futuros" (em inglês: "Standing with teachers: 60 years of protecting the profession, advancing its status and shaping our futures").
A Recomendação Conjunta OIT/UNESCO relativa ao Estatuto dos Professores foi adotada em 5 de outubro de 1966, durante uma conferência intergovernamental especial em Paris. Aquele documento histórico estabeleceu parâmetros internacionais fundamentais sobre a formação inicial e continuada de docentes, as condições de trabalho, a remuneração, os direitos e deveres, além da liberdade de ensino. Em 2026, comemora-se o marco de 60 anos daquela importante adoção.
O objetivo central de relembrar esta Recomendação Conjunta é analisar os desafios contemporâneos da carreira docente (como a valorização salarial, a autonomia, as condições de trabalho e os impactos das tecnologias digitais), mobilizando a sociedade e os formuladores de políticas para proteger e elevar o status da profissão.
Ambas as instituições do sistema ONU desempenham papéis decisivos nessa missão: a OIT (Organização Internacional do Trabalho, fundada em 1919) atua na promoção da justiça social e no estabelecimento de normas trabalhistas dignas e equitativas; já a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, fundada em 1945) promove a paz e a cooperação internacional, garantindo o acesso à educação inclusiva e de qualidade em todos os níveis.
No Brasil, o DIA DO PROFESSOR é comemorado em 15 de outubro. A escolha da data remonta ao ano de 1827, quando, por Decreto Imperial, se criaram as Escolas de Primeiras Letras no país, estabelecendo as diretrizes para a Educação Primária nacional.
A transformação do 15 de outubro em feriado escolar e data oficial ocorreu em 1963, por meio do Decreto Federal número 52.682, que destacava em sua mensagem: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover assembleias escolares com a participação dos pais, a fim de realçar a função do professor na sociedade moderna, enviando à família os ensinamentos do civismo".
Como o tenho afirmado: “No mundo do saber e do conhecimento, pobre é aquele que não tem o que ENSINAR e tolo é aquele que não tem o que APRENDER. Mas a conjunção entre ENSINAR e APRENDER é qualidade apenas do VERDADEIRO PROFESSOR”. Aquele que não aprende e não apreende com seus ensinamentos não é um PROFESSOR.
13 de out. de 2026
O anacronismo educativo e o atrasado constante
O mundo se transforma a cada geração, mas insistentemente são formados profissionais para realidades que não existem mais.
9 de out. de 2026
Eternamente "PAZ e BEM"
Mesmo após oito séculos, o eco da vida de Giovanni di Pietro di Bernardone (1181-1226) ressoa na contemporaneidade com força e intensidade vívidas. Conhecido e venerado universalmente como São Francisco de Assis, sua trajetória transcendeu as fronteiras dogmáticas e políticas para se consolidar como uma verdadeira “luz que brilhou sobre o mundo”.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2024
Com uma visão profundamente positiva do ser humano e do ecossistema, São Francisco de Assis ensinou o lema “Paz e Bem” como um caminho concreto para preservar a dignidade humana e inspirar uma sociedade mais justa, solidária e fraterna.
Celebrar os 800 anos de sua passagem é mergulhar na profunda lógica teológica e filosófica do “dies natalis” (“dia do nascimento”) para a tradição cristã. Sob essa perspectiva, a morte física não representa um fim trágico ou motivo de luto desesperançoso, mas sim a conclusão vitoriosa da jornada terrena e o nascimento definitivo para a plenitude da Vida Eterna.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2025
Embora São Francisco de Assis tenha falecido na tarde de 3 de outubro de 1226, sua festa é celebrada em 4 de outubro. Correspondente contagem apoia-se no tempo litúrgico antigo, no qual o novo dia se inicia ao pôr do sol do dia anterior. Assim, a celebração do dia 4 honra o exato momento em que São Francisco de Assis atravessou as portas do tempo e inaugurou seu “dies natalis”.
A compreensão franciscana da morte é uma das mais belas ressignificações da existência humana. Despojado de temores e em perfeita reconciliação com a criação, São Francisco de Assis vislumbrou a finitude não como destruição, mas como expressão do ecossistema e porta de entrada para o Criador. Ao exclamar “Bem-vinda seja minha irmã, a morte!” e imortalizá-la na sua obra-prima “Cântico das Criaturas” como "irmã a Morte corporal", o santo retirou-lhe o caráter punitivo, acolhendo-a com louvor.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2025
O desapego radical e a visão integradora justificam por que o dia 4 de outubro abraça também a proteção da natureza: é o Dia Mundial dos Animais, o Dia Nacional da Natureza e o Dia dos Cães, em honra ao Patrono do Meio Ambiente que enxergava em cada ser vivo um irmão.
Oitocentos anos depois, o apelo de São Francisco permanece urgentemente atual: "o homem deve ter a coragem da partilha".
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2005
Em um mundo onde seres humanos ainda padecem diariamente pela fome, pelo frio e pela indiferença, as deferências pela passagem de São Francisco de Assis sinalizam um chamado à ação consciente. Praticar a caridade em suas diversas formas (acolhendo, escutando e promovendo o bem do próximo sem buscar autopromoção) é a forma mais autêntica de manter viva a chama daquele que transformou a humanidade através do amor.
PAZ e BEM! Que a memória dos 800 anos de São Francisco de Assis continue inspirando atitudes de compaixão, cuidado com o meio ambiente e solidariedade ao próximo.
Carlos Magno Corrêa Dias
09/10/2026
7 de out. de 2026
Memórias de Dedicação à Educação Tecnológica
Há marcos temporais que transcendem a simples contagem aritmética dos dias; eles constituem a própria substância da identidade, o solo fértil onde frutificaram projetos, ideias e vocações. Os dias 28 de julho e 7 de outubro (considerados em décadas distintas) constituem sempre datas muito especiais.
Ao rememorar o meu ingresso no então Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET-PR), como Docente do Ensino Superior, na área de Matemática, no início da década de 1990, aprovado em primeiro lugar em Concurso Público, sinto o pulso da história viva.
O CEFET-PR foi daquelas instituições emblemáticas cuja trajetória histórica de excelência na Educação Profissional, Científica e Tecnológica é indelével, constituindo uma instituição fundamental para o desenvolvimento das Engenharias e das Tecnologias no Estado do Paraná e no Brasil.
A história do CEFET-PR está profundamente ligada à evolução do Ensino Técnico e Superior na capital paranaense. A instituição remonta à Escola de Aprendizes Artífices do Paraná, criada em 1909. Ao longo das décadas, passou por diversas transformações e denominações, como Escola Industrial de Curitiba e Escola Técnica Federal do Paraná (ETFP), acompanhando as demandas industriais e tecnológicas do país.
Como Docente, Pesquisador, Extensionista e Gestor, é uma satisfação poder me dedicar ao pioneiro CEFET-PR que se transformou, em meados da década de 2000, na internacional Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Na verdade, gratidão e reconhecimento são as palavras de ordem.
Na eterna TECNOLÓGICA, fundada em 1909, hoje UTFPR, tive o privilégio de testemunhar e promover a evolução do Ensino Superior Tecnológico, construindo pontes entre o rigor formal da Lógica Matemática e do Cálculo Diferencial e Integral nas Engenharias e a transformação prática da sociedade.
Cada aula ministrada, cada projeto de pesquisa liderado, cada ação de extensão universitária conduzida, cada coordenação desenvolvida e cada estudante guiado nos corredores, cursos, núcleos e conselhos representam a concretização de um ideal: o de que a Educação é a alavanca mais poderosa para a emancipação intelectual e o desenvolvimento soberano de um país.
Olhar para trás e ver que tanto as contribuições no CEFET-PR quanto na UTFPR ajudaram a consolidar a TECNOLÓGICA reafirma a validade da jornada consagrada ao Magistério, à Pesquisa e à Extensão Universitária.
6 de out. de 2026
Representações Gráficas com Maple V
A década de 1990 marcou uma transição profunda na forma como a Ciência, a Engenharia e a Matemática eram ensinadas e compreendidas. Com o advento e a popularização dos Computadores Pessoais (“Personal Computers”, ou PCs), a transição do cálculo puramente manual para o processamento algébrico computacional abriu horizontes sem precedentes.
No cenário de vanguarda em questão, fui o proponente e coordenador, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), por meio do Departamento de Matemática e Física do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia, do Curso de Extensão Universitária "Representações Gráficas em 2D através do Maple V".
Iniciado em 07 de outubro de 1996, há três décadas, com uma carga horária total de 20 horas-aula, distribuídas nos dias 07, 09, 14, 16 e 18 de outubro de 1996, o evento representou um marco na capacitação de estudantes, professores e profissionais na exploração visual de conceitos matemáticos complexos.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Antes de ferramentas computacionais robustas como o Maple V, a representação gráfica de funções avançadas, curvas paramétricas e coordenadas polares exigia tempo considerável de esboço manual, muitas vezes limitando a intuição geométrica devido à complexidade dos cálculos. O Maple V surgiu não apenas como um software de Álgebra Computacional, mas como um verdadeiro laboratório virtual no qual a experimentação tornou-se algo inolvidável e inovador (e muito facilitado).
O curso em referência capturou a essência transformadora do período introduzindo os principais comandos do software Maple V e a sintaxe indispensável para a edição de gráficos matemáticos em duas dimensões (2D) de forma a capacitar os participantes a superarem barreiras puramente algébricas, permitindo que a Geometria e o Cálculo Diferencial e Integral fossem vistos e compreendidos de forma imediata e dinâmica.
Ministrei no Curso "Representações Gráficas em 2D através do Maple V" conjunto de conferências que abordaram: a apresentação detalhada dos comandos centrais e da sintaxe do Maple V; a edição de gráficos de funções e relações tanto na forma cartesiana tradicional quanto na forma paramétrica e em coordenadas polares; bem como, considerações sobre a edição e a correspondente análise gráfica de limites, derivadas e integrais.
Celebrar o evento em referência é reconhecer, também, a visão pioneira da PUC-PR em integrar a Informática ao Ensino Superior das Ciências Exatas. Em um período no qual a Tecnologia Educacional ainda engatinhava no Brasil, aquela minha ação extensionista já preparava uma geração de profissionais capazes de aliar o rigor da Matemática à agilidade e precisão proporcionadas pelos Computadores.
Carlos Magno Corrêa Dias
07/10/2026
5 de out. de 2026
Engenharia do futuro profissional em tempos de inovação
No artigo com o título “Uma engenharia do futuro profissional”, publicado recentemente em veículos de referência como a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), proponho a reflexão: aplicar o rigor analítico e científico das ciências à própria trajetória humana.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Em sua essência, a abordagem em pauta propõe que o crescimento individual e a sobrevivência corporativa compartilham dos mesmos fundamentos estruturais. Assim como em projetos de Engenharia complexos, o sucesso no ecossistema atual não depende do acaso, mas da implementação de métricas claras, iteratividade e melhoria contínua. Trata-se de abandonar o planejamento rígido e focar na adaptabilidade orientada por dados e resultados mensuráveis.
Outro ponto central da visão considerada é a governança, entendida como o sistema de regras, princípios, liderança, estratégia e controles usado para dirigir, monitorar e orientar qualquer organização de forma a garantir que os objetivos com ética, transparência e responsabilidade sejam atingidos.
À medida que inteligências autônomas avançadas e sistemas automatizados passam a ocupar espaço central nas organizações, torna-se imprescindível conciliar o avanço técnico com um alinhamento ético rigoroso. A tecnologia deve ser vetor de desenvolvimento humano e sustentabilidade, o que demanda profissionais capazes de olhar além da mera execução técnica, assumindo papéis estratégicos, multidisciplinares e conscientes de seu impacto social.
A "Engenharia do Futuro Profissional" funciona como um manifesto para a construção de carreiras mais resilientes; lembrando que, num mundo moldado pela inovação constante, o profissional mais bem-preparado é aquele que consegue estruturar sua trajetória com o mesmo rigor, método e visão de futuro que aplicamos aos grandes projetos de engenharia.
O artigo “Uma Engenharia do Futuro Profissional” está disponível nos endereços: https://www.fne.org.br/index.php/artigos/7705-artigo-uma-engenharia-do-futuro-profissional e https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/24070-uma-engenharia-do-futuro-profissional.
Carlos Magno Corrêa Dias
05/10/2026
4 de out. de 2026
Diálogos necessários moldam a memória
Olhar para trás, revisitando o acervo de publicações do mês de setembro de 2021, é perceber um mosaico de reflexões no qual a tecnologia, a história, o esporte e os valores fundamentais da sociedade humana se entrelaçam de maneira indissociável. Como autor, compilar e dar voz aos correspondentes pensamentos daquele período significou registrar a convicção de que o conhecimento, a lógica e a cooperação são as ferramentas mais poderosas de transformação social.
Setembro de 2021 revelou-se profundamente inspirador. O espetáculo de superação protagonizado pelos atletas brasileiros nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 preencheu páginas com orgulho. A performance histórica do Brasil demonstrou a força indomável do ser humano. Cada pódio ecoou a certeza de que a inclusão e a alta performance caminham lado a lado. Em sintonia com a atmosfera de superação debruçar-me sobre a realidade das Pessoas com Deficiência (PcD) fazendo lembrar que uma sociedade verdadeiramente adaptada ainda é um dever civilizatório inadiável.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
A tecnologia e a lógica, pilares centrais da minha trajetória e de minhas reflexões, ganharam destaque em datas emblemáticas. Celebrou-se o Dia do Programador, exaltando aqueles que, munidos de lógica e capacidade analítica, enfrentam os complexos desafios da transformação digital. A analítica e o pensamento estruturado encontraram eco na lembrança do meu livro Lógica Sentencial, integrando o acervo da Biblioteca Nacional, bem como nas reflexões sobre a indispensabilidade de avançarmos na tríade de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI).
No mundo 4.0, onde as fronteiras se dissolvem, recordei a importância estratégica da cooperação internacional, a exemplo dos laços fortalecidos entre Brasil e Japão em cadeias de valor tecnológicas como o nióbio e o grafeno.
A educação, a engenharia e a ciência também renderam homenagens merecidas e sentidas. O Dia do Engenheiro Químico permitiu enaltecer os engenheiros universais, capazes de projetar um futuro melhor por meio da fusão entre ciências e processos industriais. Por outro lado, o luto pela perda de um gigante da ciência brasileira e mundial serviu para eternizar o legado de mentes brilhantes que moldaram a nanotecnologia e a química do estado sólido no país.
A literatura e a história pátria trouxeram o lirismo e a solidez das raízes. Setembro é o mês da Pátria, e celebrá-lo exigiu revisitar o Hino da Independência e a oficialização da letra do Hino Nacional do Brasil.
Por fim, reflexões sobre a democracia e sobre a compreensão mundial resgataram a premissa de que a civilidade só subsiste onde há respeito às diferenças, diálogo e busca incessante pela paz.
No endereço
https://drive.google.com/file/d/1_L9LrM7EZ5Tf63D-IoJZ6dBdgFqrA4k2/view?usp=sharing
encontram-se as publicações citadas de setembro de 2021.
Carlos Magno Corrêa Dias
04/10/2026
3 de out. de 2026
Contribuições ao engendrar e ao pensamento
Há datas que marcam o calendário, mas há também marcos que pertencem à essência da própria existência e da luta intransigente pelo pensamento.
Ao revisitar os registros postados em meus blogs de setembro de 2016, encontro a convergência exata entre o fôlego biológico que desafia os limites da matéria e o compromisso perene com a construção de um Brasil soberano, educado e inovador.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
A data de 23 de setembro de 2016, o registro de sobrevivência (consubstanciado na superação hospitalar, na resiliência da máquina cardiovascular biológica e no triunfo da força) não constitui apenas um boletim clínico, mas um manifesto existencial. Retornar ao “mundo real” com a convicção de que a vida se amplifica na travessia da adversidade reafirma um princípio inegociável: a continuidade do caminhar. Superar os labirintos da fragilidade humana para seguir adiante, em ciclos que miram “ao infinito e além”, é a própria tradução da tenacidade que sustenta a cátedra, a pesquisa e a poesia.
Essa mesma urgência de sobrevivência e lucidez transfere-se, com igual gravidade, para a análise da realidade educacional, expressa no texto de 14 de setembro de 2016. É imperativo combater a ilusão confortável dos índices caseiros que tentam mascarar a miséria estrutural da educação brasileira.
Quando os diagnósticos internacionais apontam a deficiência profunda no aprendizado das crianças, o analfabetismo funcional generalizado entre universitários e a incapacidade crônica de dedução e interpretação textual reveladas pelo PISA, o silêncio agrava ainda mais a situação. O inconformismo clama por políticas públicas eficientes e reais, capazes de resgatar o valor do conhecimento formal, da leitura e da lógica, sob pena de comprometimento irremediável do futuro das próximas gerações.
A superação dessa miséria educacional e estrutural passa obrigatoriamente pela consolidação de um projeto de Estado centrado no desenvolvimento, conforme aprofundado na reflexão de 16 de setembro de 2016. O despertar para a inovação exige o giro sincronizado da Tríplice Hélice do Conhecimento-Inovação: a força da Ciência gerada na Academia, a força da Tecnologia impulsionada pela Indústria e a diretriz estratégica oriunda do Governo.
Celebrar os escritos de setembro de 2016 é reafirmar a harmonia indissociável entre o sopro da vida, o rigor da análise crítica da educação e a fé inabalável na engenharia do conhecimento. Segue-se com a mesma força e convicção, escrevendo a história associada ao tempo.
No endereço
https://drive.google.com/file/d/1WEcE7NChc2PrPKaA7rXkf-92zQDCGISd/view?usp=sharing
encontram-se as publicações citadas de setembro de 2016.
Carlos Magno Corrêa Dias
03/10/2026
2 de out. de 2026
OUTUBRO ROSA segue sendo um chamado à conscientização
O OUTUBRO ROSA é um movimento internacional de extrema relevância que mobiliza a sociedade em torno da conscientização e da prevenção do câncer de mama.
Criado na década de 1990 nos Estados Unidos, o movimento OUTUBRO ROSA rapidamente se espalhou pelo mundo. No Brasil, a iniciativa ganhou força nos anos 2000 com a iluminação cor-de-rosa de monumentos históricos, tornando-se um símbolo universal da luta contra a doença.
Mais do que uma campanha anual, é um lembrete constante de que a informação e o diagnóstico precoce salvam vidas.
Participar do movimento OUTUBRO ROSA envolve ações práticas do dia a dia tais como: (1) compreender os fatores de risco, os sinais de alerta e a importância dos exames preventivos regulares (como a mamografia de rastreamento recomendada pelos órgãos de saúde); (2) compartilhar conhecimento com familiares, amigas e colegas, desmistificando tabus e incentivando o diálogo aberto sobre a saúde da mulher; (3) apoiar emocional e logisticamente mulheres que enfrentam o diagnóstico, fortalecendo a rede de apoio tão essencial durante o tratamento.
“Prevenir sempre será o melhor remédio.”
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
A detecção precoce amplia significativamente as chances de sucesso terapêutico e preserva a qualidade de vida.
OUTUBRO ROSA segue chamando, também, a participação.
Conheça, oriente, ajude. OUTUBRO ROSA.
Conscientizar sobre a prevenção do câncer de mama é, também, uma ação necessária.
Carlos Magno Corrêa Dias
02/10/2026
1 de out. de 2026
Além da fronteira do impossível
A resiliência mostra que o impossível é apenas uma fronteira que ainda não foi ultrapassada.
30 de set. de 2026
O legado dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020
Realizados sob o signo da resiliência global e marcados pelo desafio de acontecerem em meio a um cenário de transição sanitária mundial, os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 transcenderam o papel de uma simples competição.
Conforme aponto no artigo “Os fantásticos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 deixam incrível legado”, publicado pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), o evento deixou um legado incalculável, rompendo barreiras, desafiando preconceitos e redefinindo os limites do potencial humano.
Os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 mudaram a perspectiva que se impôs à sociedade. Historicamente, a deficiência foi tratada muitas vezes sob o viés da limitação ou da assistência assistencialista. No entanto, o espetáculo proporcionado pelos Paratletas japoneses e internacionais escancarou uma realidade de altíssimo rendimento, disciplina rigorosa, tecnologia de ponta e excelência técnica.
Cada modalidade adaptada revelou corpos transformados em potências atléticas, impulsionados por uma força de vontade inabalável. O legado tecnológico e de acessibilidade urbana promovido pelo Japão serviu de espelho e cobrança para as demais nações: a inclusão não é um favor social, mas uma exigência de infraestrutura e cidadania plena.
Celebrar Tóquio 2020 é, sobretudo, exaltar a vitória da esperança coletiva. Os atletas paralímpicos atuaram como verdadeiros embaixadores da inclusão, ensinando ao mundo que a superação não diz respeito apenas a vencer o adversário, mas a transformar a adversidade em trampolim para a glória.
Os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 permanecem como um convite permanente para que governos, instituições e cidadãos repensem espaços, atitudes e oportunidades. O legado que fica é a certeza de que uma sociedade verdadeiramente civilizada é aquela que mede seu desenvolvimento pela capacidade de integrar, valorizar e celebrar todas as suas diferenças.
No endereço https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/20591-os-fantasticos-jogos-paralimpicos-de-toquio-2020-deixam-incrivel-legado está disponível o meu artigo “Os fantásticos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 deixam incrível legado”.
O lema oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020 é atemporal: "United by Emotion" (em português, “Unidos pela Emoção”). A ideia era mostrar que, independentemente de diferenças de idiomas, culturas ou origens, o ESPORTE tem o poder único de conectar as pessoas por meio de sentimentos compartilhados como a paixão, a superação, a alegria e até mesmo a frustração.
“Someity” foi a mascote dos Jogos Paralímpicos; nome que vem de “someiyoshino” (um tipo popular de flor de cerejeira) e, também, faz trocadilho com a expressão em inglês "so mighty" (tão poderosa). Os detalhes em rosa são inspirados nas flores de cerejeira e representam a força e a resiliência dos Atletas Paralímpicos.
Carlos Magno Corrêa Dias
30/09/2026
Cada modalidade adaptada revelou corpos transformados em potências atléticas, impulsionados por uma força de vontade inabalável. O legado tecnológico e de acessibilidade urbana promovido pelo Japão serviu de espelho e cobrança para as demais nações: a inclusão não é um favor social, mas uma exigência de infraestrutura e cidadania plena.
Celebrar Tóquio 2020 é, sobretudo, exaltar a vitória da esperança coletiva. Os atletas paralímpicos atuaram como verdadeiros embaixadores da inclusão, ensinando ao mundo que a superação não diz respeito apenas a vencer o adversário, mas a transformar a adversidade em trampolim para a glória.
Os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 permanecem como um convite permanente para que governos, instituições e cidadãos repensem espaços, atitudes e oportunidades. O legado que fica é a certeza de que uma sociedade verdadeiramente civilizada é aquela que mede seu desenvolvimento pela capacidade de integrar, valorizar e celebrar todas as suas diferenças.
No endereço https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/20591-os-fantasticos-jogos-paralimpicos-de-toquio-2020-deixam-incrivel-legado está disponível o meu artigo “Os fantásticos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 deixam incrível legado”.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
O lema oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020 é atemporal: "United by Emotion" (em português, “Unidos pela Emoção”). A ideia era mostrar que, independentemente de diferenças de idiomas, culturas ou origens, o ESPORTE tem o poder único de conectar as pessoas por meio de sentimentos compartilhados como a paixão, a superação, a alegria e até mesmo a frustração.
“Someity” foi a mascote dos Jogos Paralímpicos; nome que vem de “someiyoshino” (um tipo popular de flor de cerejeira) e, também, faz trocadilho com a expressão em inglês "so mighty" (tão poderosa). Os detalhes em rosa são inspirados nas flores de cerejeira e representam a força e a resiliência dos Atletas Paralímpicos.
Carlos Magno Corrêa Dias
30/09/2026
29 de set. de 2026
Celebrando uma jornada na Lógica Matemática
Ao conduzir, entre os dias 28 de setembro e 19 de outubro de 2011, o Curso de Extensão em Lógica Matemática Predicativa e Quantificacional de Primeira Ordem no Câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) consolidei uma convicção que reitero em minha trajetória docente e de pesquisa: a de que a Engenharia e o Raciocínio Analítico encontram na Lógica Formal o seu alicerce mais seguro e fecundo.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Desenvolvido para os futuros Engenheiros regularmente matriculados em disciplinas de Cálculo Diferencial e Integral que ministrava em Cursos de Graduação regulares da UTFPR, o evento de extensão em referência nasceu do propósito de certificar os participantes na Álgebra das Funções Predicativas e das Funções Quantificadas. Mais do que transmitir um compêndio de regras sintáticas ou semânticas, o objetivo central sempre foi o de dotar o espírito analítico de ferramentas robustas para a enunciação, a análise e a resolução lógica de problemas de raciocínio, distanciando-o de superficialidades.
Conduzir os Acadêmicos pelas trilhas da Teoria da Demonstração Dedutiva e da Teoria da Prova, aplicadas a Sistemas Algébricos Dicotômicos e Bivalentes, revelou-se uma experiência de inestimável valor intelectual. Afinal, introduzir com rigor e profundidade as técnicas dedutivas do cálculo para a avaliação formal de raciocínios é conferir ao Estudante a capacidade determinante de decidir sobre problemas complexos de maneira estritamente analítica. Para o futuro Engenheiro, essa habilidade é um imperativo profissional e filosófico: decidir sem que o raciocínio seja contaminado ou comprometido pela materialidade ou pelos condicionamentos contingentes do mundo real. É exatamente nessa perspectiva que defendo a premissa de que as técnicas formais de investigação da validade de modelos (operando com os recursos da Lógica Formal) configuram-se como as fontes de soluções mais amplas, elegantes e eficientes.
O Curso de Extensão em Lógica Matemática Predicativa e Quantificacional de Primeira Ordem expressou uma visão dotada de rigor conceitual abordado em itinerário programático que se desdobrou desde os fundamentos de termos e predicados, funções proposicionais e conjuntos verdade, até as complexidades das instâncias singulares, quantificadores lógicos fundamentais, variáveis livres e aparentes, equivalências entre funções quantificadas e, por fim, as inferências predicativas.
Celebrar aquela iniciativa é reafirmar que a Lógica não é um ornamento acadêmico estéril, mas sim o motor lógico-estrutural que sustenta a autonomia do pensamento crítico. Que a semente lançada continue a frutificar nas mentes daqueles que fazem da Engenharia um instrumento de precisão, clareza e transformação racional.
Carlos Magno Corrêa Dias
29/09/2026
28 de set. de 2026
Celebrando reflexão atemporal sobre registros digitais
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Ao traçar uma linha direta entre a preservação da informação e o futuro do desenvolvimento sustentável, o texto convida a uma reflexão profunda sobre como a humanidade lida com a sua própria memória.
Desde a Antiguidade, o ser humano busca formas de registrar sua trajetória, superando as limitações e os custos da palavra escrita impressa. No entanto, a própria evolução tecnológica (que trouxe disquetes, CDs, DVDs, pen drives e, mais recentemente, a computação em nuvem) criou um paradoxo perigoso: a obsolescência acelerada dos suportes de dados. Dispositivos que ontem eram o ápice da modernidade hoje jazem inutilizados em gavetas, inacessíveis às novas gerações.
O ritmo da inovação tecnológica atropela a preservação, tornando obsoletas não apenas as mídias, mas os próprios formatos de arquivos essenciais. A isso soma-se a curta longevidade de muitas empresas e instituições, cuja descontinuidade resulta na perda contínua de imensos bancos de dados corporativos e históricos.
O cerne da tese defendida no artigo reside na constatação de que a sustentabilidade não se restringe à pauta ambiental ou ao uso racional de recursos naturais. Ela abrange, de maneira indissociável, a sustentabilidade do conhecimento. Quando não se observa a guarda e a acessibilidade das informações, os homens correm o risco real de serem "apagados" da História.
A correspondente descontinuidade nos registros gera vazios profundos no desenvolvimento humano, impondo às gerações futuras o ônus de reinventar o que já havia sido conquistado, acarretando custos materiais e imateriais imensuráveis.
Celebrar aquele meu artigo é reconhecer a atualidade do alerta em pauta. Em um cenário digital em constante e vertiginosa mutação, a advertência ecoa como um manifesto indispensável: preservar o passado digital é uma condição fundamental para garantir a viabilidade do futuro. Que esta reflexão continue a inspirar pesquisadores, educadores e a sociedade a tratarem a preservação da informação como um pilar essencial da sustentabilidade global.
O texto “Os apagados da história comprometerão a sustentabilidade” está disponível no endereço https://drive.google.com/file/d/1snDGl96v8zwZXTCJDFxS_EINRqaUY8ml/view?usp=sharing para consulta.
Carlos Magno Corrêa Dias
28/09/2026
O ritmo da inovação tecnológica atropela a preservação, tornando obsoletas não apenas as mídias, mas os próprios formatos de arquivos essenciais. A isso soma-se a curta longevidade de muitas empresas e instituições, cuja descontinuidade resulta na perda contínua de imensos bancos de dados corporativos e históricos.
O cerne da tese defendida no artigo reside na constatação de que a sustentabilidade não se restringe à pauta ambiental ou ao uso racional de recursos naturais. Ela abrange, de maneira indissociável, a sustentabilidade do conhecimento. Quando não se observa a guarda e a acessibilidade das informações, os homens correm o risco real de serem "apagados" da História.
A correspondente descontinuidade nos registros gera vazios profundos no desenvolvimento humano, impondo às gerações futuras o ônus de reinventar o que já havia sido conquistado, acarretando custos materiais e imateriais imensuráveis.
Celebrar aquele meu artigo é reconhecer a atualidade do alerta em pauta. Em um cenário digital em constante e vertiginosa mutação, a advertência ecoa como um manifesto indispensável: preservar o passado digital é uma condição fundamental para garantir a viabilidade do futuro. Que esta reflexão continue a inspirar pesquisadores, educadores e a sociedade a tratarem a preservação da informação como um pilar essencial da sustentabilidade global.
O texto “Os apagados da história comprometerão a sustentabilidade” está disponível no endereço https://drive.google.com/file/d/1snDGl96v8zwZXTCJDFxS_EINRqaUY8ml/view?usp=sharing para consulta.
Carlos Magno Corrêa Dias
28/09/2026
27 de set. de 2026
Definições para a Rota Metalmecânica
A publicação oficial da Rota Estratégica da Indústria Metalmecânica 2035, promovida pelo Observatório do Sistema Fiep (Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná), marca um momento decisivo para o ecossistema produtivo e tecnológico do Paraná.
Sistema Fiep - Rota Estratégica da Indústria Metalmecânica 2035 - 2026
No panorama de prospectiva industrial e de desenvolvimento sustentável em vigência, é um privilégio e uma satisfação ter contribuído com minhas observações para auxiliar na edificação do documento em tela.
A formulação de Rotas Tecnológicas da Indústria para setores complexos como a Metalmecânica demanda mais do que a enumeração de tendências; requer a articulação entre variáveis estruturais, capacidade instalada e diretrizes de vanguarda, fundamentadas nos paradigmas contemporâneos da produção industrial.
A contribuição autoral inserida no projeto em questão reflete a convergência entre a fundamentação analítica e a pragmática do setor produtivo, colaborando diretamente para a robustez do Radar de Tendências e Tecnologias associado ao projeto e oferecendo ao mercado um instrumento seguro de navegação estratégica.
O documento consolida direções para a competitividade, a transição tecnológica e a modernização de processos, destacando-se pela visão prospectiva com horizonte em 2035, pela convergência entre sistemas Ciberfísicos e automação avançada, pelo fortalecimento da sinergia entre a Indústria, a Academia e o Estado, e pela incorporação de premissas alinhadas à sustentabilidade e à responsabilidade ESG.
A Rota Estratégica da Indústria Metalmecânica 2035 estruturou-se por meio de inteligência coletiva com o objetivo de compreender a realidade do setor no Paraná e perspectivar seus caminhos futuros. Assim, o documento consolida o panorama estadual ao mapear os desafios e diferenciais do setor em dimensões cruciais.
Desde meados de 2013, quando se realizou na TECNOLÓGICA (UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná) a “Primeira Rodada Tecnológica do Setor Metalmecânico” promovida pela Fiep, por meio dos Observatórios SESI/SENAI/IEL, venho contribuindo na construção das Rotas da Indústria do Paraná.
A materialização da Rota Estratégica da Indústria Metalmecânica 2035 corrobora o compromisso com o avanço científico e tecnológico regional, reforçando a responsabilidade coletiva de disseminar o conhecimento gerado, transformando diretrizes teóricas em realizações práticas capazes de impulsionar o desenvolvimento socioeconômico e orientar o futuro da indústria.
Carlos Magno Corrêa Dias
27/09/2026
26 de set. de 2026
O SELOGMAS 2011 onsolida a Engenharia Lógica
Olhar para trás e revisitar os marcos da nossa trajetória acadêmica e científica é um exercício de reconhecimento da evolução do próprio pensamento. Ao se celebrar o legado do Segundo Seminário de Lógica Matemática Sentencial (II SELOGMAS), realizado em 23 de setembro de 2011 no Câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) sob a promoção do Departamento Acadêmico de Matemática (DAMAT), percebe-se que aquela data operou uma transição crucial.
Sendo o proponente, coordenador e ministrante tanto do II SELOGMAS quanto quem proferiu a conferência magna intitulada "Inovação Tecnológica Centrada na Lógica Clássica", intencionei romper com a barreira que confinava a Lógica Formal a um fórum estritamente abstrato, transformando-a na base para o desenvolvimento de sistemas complexos e inovação industrial.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Se a primeira edição do SELOGMAS, em 2010, teve como foco central a reflexão sobre a "Completude dos Fundamentos Necessários e Suficientes da Matemática", em 2011 ocorreu no SELOGMAS uma derivação indispensável que permitiu o aprofundamento de estudos de vanguarda para a consolidação da Engenharia Lógica.
Compreendia, naquele momento, que o Cálculo Lógico deveria atuar como o verdadeiro motor da inovação tecnológica e da compreensão tanto da cognição humana quanto da artificial, defendendo a necessidade de relações de impregnação mútua entre a Lógica Formal e a Inovação Tecnológica.
A programação original dos seguintes eventos associados ao II SELOGMAS previa a continuidade da jornada com a realização do terceiro SELOGMAS em 2012, dedicado à "Lógica da Necessidade" (tema que deu origem, entretanto, ao Curso de Extensão Universitária homônimo que ministrei naquele mesmo ano).
A dinâmica da pesquisa exige mutação e amadurecimentos. Assim, a fusão conceitual dos aspectos sentenciais e predicativos da Lógica Formal revelou um potencial de alcance muito maior. Foi com a estratégia em foco que, em 2013, se optou pela extinção dos formatos isolados do SELOGMAS para gerar o Colóquio Entelechia Logicae (COENTELOG), evento constituído de exposições unilaterais e modais abordando interpretações necessárias ou contingentes tanto no campo Enunciativo quanto Predicativo da Lógica Matemática de Primeira Ordem.
O I COENTELOG deu lugar, em 2014, ao II COENTELOG, focado na "Inovação em Engenharia Lógica". A transição para o formato de Colóquio refletiu o objetivo de propiciar uma comunicação formal centrada na Filosofia da Ciência e permitindo que eventos em sequência fossem realizados sem periodizações prefixadas.
Todavia, celebrar o II SELOGMAS é comemorar a Lógica Matemática Sentencial assumindo seu papel ativo como força matriz da inovação tecnológica, cujos fundamentos continuam vivos e ecoando na trajetória de pesquisa.
Carlos Magno Corrêa Dias
26/09/2026
25 de set. de 2026
Minha Quarta Certidão de Nascimento
Lembro-me de cada sigla vencida (IC, CC, CTI, UTI, SIC, ERG), barreiras que aprendi a superar com a força e determinação. O que começou como uma intercorrência miocárdica severa, fruto de uma isquemia cardíaca crônica e da aterosclerose que desafiou a potência da minha máquina cardiovascular biológica, transformou-se em uma prova de resiliência. Seguidos infartos quase me tiraram da rota.
"A máquina cardiovascular biológica se supera em sequência cíclica e bate firme. Então, 'ao infinito e além', muito além. A FORÇA triunfa."
Uma isquemia miocárdica é a redução ou a interrupção drástica do fluxo sanguíneo para o coração. Como o sangue é o veículo responsável por transportar oxigênio e nutrientes essenciais (como a glicose) para as células, a falta dele provoca um déficit energético imediato. Sem suprimento adequado de oxigênio (hipóxia) e nutrientes, as células do tecido afetado começam a sofrer danos em seu metabolismo e funcionamento.
A isquemia, que leva ao infarto, geralmente é provocada por alterações nos vasos sanguíneos, sendo a aterosclerose (o acúmulo de placas de gordura, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias) uma das causas mais comuns.
A Isquemia Miocárdica é quando a isquemia ocorre especificamente no músculo cardíaco (miocárdio), significa que as artérias coronárias não estão conseguindo fornecer sangue suficiente para o coração. O dano causado pela isquemia depende do tempo de duração e da intensidade do bloqueio. Se a circulação for restabelecida rapidamente, o tecido pode se recuperar. Caso contrário, a falta prolongada de oxigênio leva à morte celular, conhecida como infarto ou necrose.
Anos se passaram desde aquela última grande intervenção, e o meu coração segue batendo forte, firme e renovado. Cada 25 de setembro não é apenas a marca do tempo que avança, mas a celebração solene da vitória da vida sobre a adversidade.
24 de set. de 2026
Celebração dos 25 Anos de Registro Documental no EDA/FBN
Completar um quarto de século de formalização documental é um marco que transcende a mera burocracia institucional; representa a consolidação de uma contribuição perene para o patrimônio científico e cultural.
No dia 21 de setembro de 2001, sob o registro de número 240.116 (Livro 425, Folha 276) no Escritório de Direitos Autorais (EDA) da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), o artigo técnico-científico "Aritmética de Peano e Modelos da Aritmética", de minha autoria, obteve sua chancela oficial no Rio de Janeiro (RJ), no Ministério da Cultura (MinC).
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Ao se celebrar 25 anos, revisita-se não apenas um documento arquivado, mas a solidez de uma obra dedicada aos fundamentos da Lógica Matemática e à Formalização do Pensamento Numérico, debruçando-se sobre a transição histórica que uniu intuições pioneiras ao se destacar a necessidade de fundamentação rigorosa do contínuo e dos Números Naturais, às formulações axiomáticas definitivas.
A Aritmética de Peano constitui o alicerce formal sobre o qual a Teoria dos Números e a própria Computação Teórica se sustentam. Ao examinar a estrutura dos Números Naturais munida da função sucessor injetiva, a obra adentra as profundezas da Metamatemática. Explora-se, com rigor analítico, a distinção entre a indução de segunda ordem (que assegura a categoricidade estrutural e o isomorfismo por meio do Teorema de Dedekind) e as restrições impostas pelas linguagens de primeira ordem.
É a partir do correspondente desdobramento formal, amparado pelo Teorema de Löwenheim-Skolem, que emergem os fascinantes modelos “não-standard” da Aritmética, demonstrando que um conjunto enumerável de sentenças admite modelos de cardinalidades infinitas arbitrárias.
Trata-se de um campo onde o rigor absoluto da linguagem formal encontra a Filosofia da Matemática, questionando os limites daquilo que pode ser provado dentro de um Sistema Axiomático.
Mais do que um tratado acadêmico, a preservação e a longevidade do registro em pauta refletem a importância vital da salvaguarda da produção científica nacional. Em um cenário onde o conhecimento muitas vezes sofre com a efemeridade das mídias digitais contemporâneas, o selo da Fundação Biblioteca Nacional atesta a perenidade do esforço intelectual rigoroso.
Vinte e cinco anos, um quarto de século, após a sua averbação, a obra permanece como um testemunho sobre a disseminação do saber matemático no Brasil, inspirando novas gerações de estudiosos a investigarem a elegância, a consistência e a profundidade dos números.
No endereço https://drive.google.com/file/d/19lDCn9NE9gZvNUTRFYvwsXBJAGF85QSI/view?usp=sharing disponibilizo o correspondente texto.
Carlos Magno Corrêa Dias
24/09/2026
23 de set. de 2026
Uma Reflexão sobre a Dominação em Matemática
A Teoria dos Conjuntos constitui uma das bases mais sólidas e estruturantes da matemática moderna. No entanto, ao adentrar o estudo de tópicos como o infinito, números cardinais e ordinais, estudantes e pesquisadores frequentemente se deparam com o desafio de delimitar o arcabouço teórico necessário para a plena compreensão dessas estruturas.
Em 21 de setembro de 2001, foi formalmente registrado no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional e do Ministério da Cultura (EDA/FBN/MinC), sob o número 240.117 (Livro 425, Folha 277), meu trabalho intitulado "Dominação em Matemática".
Ao celebrar os vinte e cinco anos do correspondente registro oficial, aquela contribuição merece uma análise reflexiva quanto ao seu papel na sistematização e no ensino do rigor matemático aplicável às relações de ordem e equipotência de conjuntos.
O cerne do trabalho reside no estudo da Relação de Dominação entre conjuntos, estabelecida a partir da existência de uma função injetora de um conjunto em outro. A importância da abordagem está no fato de transformar comparações abstratas entre conjuntos em relações formais de ordem.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Como relação de ordem parcial e total, a dominação fundamenta o Teorema da Comparabilidade e auxilia na desmistificação das diferentes grandezas do infinito. O texto explicita como conjuntos infinitos de mesma potência (como o conjunto dos números naturais e o dos números inteiros) contrastam com infinitos não enumeráveis, a exemplo do conjunto dos números reais.
"Dominação em Matemática" procura apresentar demonstrações compendiadas e acessíveis de teoremas clássicos. Ao abordar o Teorema de Schröder-Bernstein, que expressa a propriedade antissimétrica da Relação de Dominação, a demonstração oferecida prioriza o uso de operações elementares e da partição iterativa de conjuntos, contornando tecnicismos desnecessariamente complexos. Da mesma forma, ao tratar do Teorema de Cantor, demonstra-se que qualquer conjunto é estritamente dominado por seu conjunto potência, reforçando a existência de uma hierarquia inesgotável de infinitos por meio de argumentos lógicos estruturados.
Transcorridos um quarto de século desde o registro de "Dominação em Matemática" (Rio de Janeiro: EDA/FBN, 2001), a obra mantém-se como um referencial didático e rigoroso para o estudo dos fundamentos matemáticos. A capacidade de articular conceitos de cardinalidade, ordinais e equivalências estruturais mediante o uso de uma linguagem precisa reflete um compromisso constante com a formação acadêmica e científica.
Comemorar o marco temporal em pauta é reafirmar a importância da preservação e da difusão da produção técnica nacional no aperfeiçoamento do ensino da Matemática.
O texto conforme registrado na época encontra-se disponível no endereço https://drive.google.com/file/d/1wgGqjrdIW7eMnK1bVXforjLOGqSzUxQa/view?usp=sharing para a leitura.
Carlos Magno Corrêa Dias
23/09/2026
TECNOLÓGICA celebra 117 anos com “Tecnologia e Humanismo”
Em 23 de setembro de 1909, nascia a semente do que hoje se consolidou como um dos maiores orgulhos educacionais do Estado do Paraná e do Brasil: a então Escola de Aprendizes Artífices do Paraná.
A instituição foi criada oficialmente por meio do Decreto número 7.566. O decreto presidencial em foco determinava a fundação de correspondentes escolas nas capitais de todos os estados do país, tendo como objetivo principal institucionalizar, pela primeira vez de forma sistemática pelo Estado, o ensino profissional.
Em uma época de transição de uma sociedade essencialmente rural para os primeiros passos da urbanização e da industrialização, pretendia-se fornecer ofícios práticos. Em Curitiba, a Escola de Aprendizes Artífices, estruturada com oficinas para capacitar operários e contramestres, inaugurava a linhagem secular de primazia técnica que culminou no perfil da atual universidade tecnológica.
Ao celebrar em 2026 seus 117 anos de existência, a instituição (hoje Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), reconhecidamente a "TECNOLÓGICA") exibe uma trajetória brilhante de transformação social, inovação e compromisso inabalável com o futuro.
A casa assumiu distintas denominações ao longo de sua evolução: Escola de Aprendizes Artífices do Paraná (1909), Liceu Industrial do Paraná (1937), Escola Técnica de Curitiba (1942), Escola Técnica Federal do Paraná (1959), Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (1978) e, finalmente, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2005).
DIAS, Carlos Mgno Corrêa - 2026
Ao longo de sua história centenária, a TECNOLÓGICA expandiu horizontes e elevou o patamar de sua entrega à sociedade, sempre pautando-se na excelência acadêmica por meio do ensino, da pesquisa e da extensão para o avanço do conhecimento.
Formando profissionais qualificados para o mercado global, a TECNOLÓGICA sempre manteve viva a sua bússola moral e filosófica traduzida no lema "Tecnologia e Humanismo". A correspondente premissa garantiu que o avanço científico associado às revoluções industriais caminhasse lado a lado com a justiça social, a ética e a valorização da vida humana, impactando continuamente realidades em todo o Paraná.
A história da TECNOLÓGICA é o testemunho do poder da educação pública de qualidade, que continuamente forma profissionais capazes de transformar realidades.
Em 23 de setembro de 2026, a TECNOLÓGICA segue sua caminhada com a certeza de que, com base em seu legado, continuará a se manter na vanguarda da excelência e da inovação.
Como tenho reiterado: "Com 'Tecnologia e Humanismo', a TECNOLÓGICA (UTFPR) desde sempre segue avançando com excelência e inovação".
Carlos Magno Corrêa Dias
23/09/2026
22 de set. de 2026
Curitiba Sedia WoodRise Tour 2026
O futuro da construção civil passa inevitavelmente pela sustentabilidade e pela inovação tecnológica, e a madeira engenheirada desponta como uma das soluções mais promissoras e eficientes para responder a essas demandas globais por edificações de menor impacto ambiental.
Em consonância com a tendência em pauta, Curitiba sediou, entre 15 e 17 de setembro de 2026, o WoodRise Tour Curitiba 2026, evento internacional que representa um marco histórico para o setor ao reunir os principais atores que estão na vanguarda do desenvolvimento da construção em madeira no Brasil e no mundo.
WoodRise Tour Curitiba 2026- 2026
Integrado à programação da Semana Internacional da Madeira (International Wood Week) e conectado à feira Lignum Latin America 2026, o congresso reuniu lideranças industriais, arquitetos, engenheiros, pesquisadores, empresários da cadeia produtiva e representantes governamentais no Centro de Eventos do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).
Sob o tema central "Oportunidades e soluções em sistemas estruturais de madeira para transformar o setor da construção na América Latina", o encontro focou na discussão de sistemas estruturais avançados, como a Madeira Laminada Cruzada (CLT) e a Madeira Laminada Colada (MLC), na transição bioclimática, na sustentabilidade e nas tecnologias de industrialização do setor florestal e da arquitetura.
Mais do que um espaço de conteúdo técnico de alto nível, o WoodRise Tour Curitiba 2026 consolidou-se como um catalisador de conexões estratégicas. Durante três dias intensos de programação distribuída no Auditório Mario De Mari e em diversos espaços do Sistema Fiep, o evento promoveu troca de experiências, apresentação de pesquisas aplicadas, estudos de caso, networking e geração de novos negócios.
A realização da edição inédita em pauta foi fruto de uma parceria estratégica entre o Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Sistema Fiep), a Fundação Araucária, a Aliança Internacional WoodRise e a Malinovski, organizadora da Lignum Latin America.
Fui convidado a participar do WoodRise Tour Curitiba 2026 pelo Sistema Fiep, por meio do Conselho Temático relacionado com a Fiep Digital.
O evento permitiu a aproximação entre os diferentes elos da cadeia produtiva para ampliar o diálogo, acelerar a adoção de novas tecnologias e fortalecer o mercado de edificações sustentáveis no continente.
Carlos Magno Corrêa Dias
22/09/2026
O evento permitiu a aproximação entre os diferentes elos da cadeia produtiva para ampliar o diálogo, acelerar a adoção de novas tecnologias e fortalecer o mercado de edificações sustentáveis no continente.
Carlos Magno Corrêa Dias
22/09/2026
21 de set. de 2026
Direitos e Deveres das PcD
Hoje é dia de celebrar e reconhecer a força viva da CIDADANIA! No dia 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, exalta-se a conquista de direitos, o cumprimento de deveres e a contribuição valiosa dos Cidadãos com deficiência na construção de uma nação forte e em pleno progresso.
A verdadeira inclusão é motivo de festa, pois celebra a autonomia, a dignidade e o respeito à participação de todos. Longe de estereótipos de fragilidade ou de narrativas de superação heroica, presta-se homenagem aos Cidadãos com deficiência que enriquecem o país diariamente com seu conhecimento, experiência, força e expertise.
As Pessoas com Deficiência (PcD) são protagonistas ativas da Sociedade, e a palavra de ordem é a inclusão plena, concreta e sem atenuantes.
Para abrir caminhos e garantir a liberdade de ir, vir e se comunicar, celebram-se as conquistas representadas pelos Símbolos de Acessibilidade e Inclusão. Na imagem, da esquerda para a direita e de cima para baixo, festeja-se a presença do (1) Símbolo Internacional de Acesso, que garante rampas, elevadores e banheiros adaptados; do (2) Símbolo do Braille, assegurando a leitura autônoma; do (3) Símbolo de Baixa Visão, indicando recursos visuais adequados; do (4) Símbolo de Sistemas de Audição Assistida, abrindo canais de som acessíveis; do (5) Símbolo do Intérprete de Libras, valorizando a comunicação em Língua de Sinais; e do (6) Símbolo de Legendas Ocultas (Closed Caption), democratizando o acesso aos conteúdos de áudio e vídeo.
Alinhados com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU (Organização das Nações Unidas), da qual o Brasil se orgulha de ser signatário, reafirma-se que o foco deve estar sempre na CIDADANIA plena.
Celebrar o dia 21 de setembro é reconhecer a presença vibrante de Cidadãos que, integrados em seus direitos e deveres, transformam a sociedade e constroem, juntos, um futuro cada vez mais inclusivo e brilhante.
Carlos Magno Corrêa Dias
21/09/2026
21/09/2026
20 de set. de 2026
Decênio de Registro Histórico da TECNOLÓGICA
Há uma década, no dia 20 de setembro de 2016, na ocasião Conselheiro do Conselho de Planejamento e Administração da TECNOLÓGICA (UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná), registrava em tom festivo a consolidação da UTFPR entre as principais Instituições de Ensino Superior do país no meu artigo “UTFPR integra Ranking Universitário Folha das melhores Universidades do Brasil”.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
O correspondente pronunciamento, que celebrava os expressivos resultados obtidos no Ranking Universitário Folha e na avaliação do Guia do Estudante da Editora Abril, ganha hoje uma dimensão ainda mais simbólica ao completar dez anos de sua publicação. Celebrar esse marco temporal não é apenas reacender a memória de uma conquista institucional, mas também reafirmar o valor inestimável da educação pública, gratuita e de excelência científica na construção do progresso social e tecnológico brasileiro.
Ao reler as palavras proferidas há dez anos, percebe-se como aquele instante capturou a essência de uma trajetória em constante ascensão. Os números apresentados no texto original traduziam um vigor admirável: a posição de destaque da UTFPR em Curitiba e no Estado do Paraná, o ingresso no seleto grupo das cinquenta melhores universidades do Brasil e a impressionante marca de 133 estrelas distribuídas entre dezenas de seus cursos de graduação.
Mais do que meras estatísticas de desempenho, cada indicador celebrado refletia o trabalho diário e integrado de professores, servidores técnico-administrativos e estudantes que transformaram o Ensino Público e a Pesquisa Aplicada em motores de transformação local e nacional.
Ao longo da última década, os desafios enfrentados pelas Universidades Públicas Federais foram vastos e complexos, exigindo resiliência, inovação e permanente capacidade de adaptação às demandas contemporâneas. No entanto, a mensagem central gravada em 2016 permanece viva como um lembrete fundamental do papel relevante que a TECNOLÓGICA (UTFPR) desempenha no ecossistema de desenvolvimento e inovação, formando profissionais qualificados e gerando conhecimento que impacta diretamente a sociedade.
Passados dez anos, a comemoração do decênio em questão serve como um tributo à memória viva da UTFPR e ao trabalho de todos que ajudaram a pavimentar o caminho de prestígio e reconhecimento. Que os votos de prosperidade, qualidade e sucesso formulados há dez anos continuem a orientar os passos futuros da instituição, renovando dia a dia o ideal de uma universidade pública forte, atuante e permanentemente voltada ao bem comum.
O artigo está disponível no endereço: https://drive.google.com/file/d/1S7zu87SXgzF0RqW9acHRJ4prhotGU6_0/view?usp=sharing.
Carlos Magno Corrêa Dias
20/09/2026
19 de set. de 2026
Interseções históricas são exigidas na fronteira do saber
O avanço da ciência e da tecnologia é pautado pela constante busca de modelos que permitam ao ser humano compreender, estruturar e replicar os processos do pensamento e do aprendizado. No cerne da reflexão epistemológica em questão, as relações entre a Lógica Formal, a Computação e o desenvolvimento de Sistemas Inteligentes ocupam um lugar de destaque.
Ao longo de uma carga horária de 20 horas-aula, dividida em encontros estratégicos nos dias 16, 18, 23, 25 e 30 de setembro de 1996, desenvolvi, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o “III Ciclo de Palestras sobre a Lógica do Conhecimento Científico” com o tema “Impregnações entre Lógica Digital e Inteligência Artificial”, o qual constituiu um Ciclo de Estudos e Extensão Universitária visando o debate sobre a construção do conhecimento na era da informação.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Além de propor e coordenar o evento em referência, ministrei as palestras: “Lógica de Primeira Ordem” (em 16/09/1996); “Estruturação da Lógica Digital” (em 18/09/1996); “Estruturação da Inteligência Artificial” (em 23/09/1996); “Interface entre Lógica Digital e Inteligência Artificial” (em 25/09/1996); e “Modelos Aplicados na Aquisição do Conhecimento” (em 30/09/1996).
O evento possibilitou explorar as fronteiras da mente humana e dos algoritmos constituindo um marco na construção da trajetória contínua que leva do pensamento formal às aplicações contemporâneas mais avançadas. O conjunto de palestras ofereceu uma visão geral, estruturada e compendiada sobre como a Lógica Formal se desdobra em ferramentas tecnológicas capazes de resolver problemas complexos relacionados à aquisição artificial de conhecimentos. Explorei detidamente as relações de impregnação mútuas entre a Lógica Digital e a Inteligência Artificial.
Encontros como o do “III Ciclo de Palestras sobre a Lógica do Conhecimento Científico” sempre permitiram reafirmar o papel institucional da PUCPR como polo difusor do saber científico e da inovação. Ao articular temas de ponta da Ciência da Computação, da Filosofia da Ciência e da Engenharia do Conhecimento, tendo por base a Engenharia Lógica (ou Engenharia Inferencial), a PUCPR demonstrava, já à época, sua vocação para a excelência e para o pioneirismo acadêmico.
Celebrar o evento em tela é reconhecer a importância da Extensão Universitária (e Tecnológica) como ponte essencial entre o conhecimento teórico e a transformação da sociedade.
Em particular, no “III Ciclo de Palestras sobre a Lógica do Conhecimento Científico”, tratei de conceitos de vanguarda naquele tempo que continuam na atualidade a ressoar como alicerce para as transformações proporcionadas pela Inteligência Artificial (IA).
Carlos Magno Corrêa Dias
19/09/2026
18 de set. de 2026
A Relevância Estratégica da Nanotecnologia
Em meados de setembro de 2021, a veiculação do meu artigo "Brasil avança na regulação e regulamentação sobre Nanotecnologia", nas páginas do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), em 16 de setembro, e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), em 17 de setembro, estabeleceu mais uma contribuição para o debate técnico e normativo do país.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Transcorridos cinco anos da publicação daquele meu artigo, a análise apresentada consolida-se como um referencial para se compreender a maturidade científica e industrial brasileira no âmbito das tecnologias emergentes.
A Nanotecnologia, por sua capacidade de manipular a matéria em escala atômica e molecular, representa um divisor de águas para setores estruturantes como a medicina, a indústria metalmecânica, a eletrônica e a sustentabilidade ambiental. Contudo, o avanço das capacidades analíticas e produtivas continua a exigir a consolidação de diretrizes claras de regulação e governança. A existência de normas e parâmetros bem delimitados é o elemento que assegura a biossegurança, a proteção ambiental e a previsibilidade jurídica necessárias para a atração de investimentos e inovação responsável.
Ao celebrar o quinquênio dessa publicação, constata-se que o texto permanece plenamente atual no cenário da indústria e das redes de fomento à tecnologia. A integração entre academia, setor produtivo e instâncias normativas (modelo fundamentado na Tríplice Hélice) demonstra que o progresso tecnológico só atinge seu pleno potencial socioeconômico quando balizado por uma regulamentação sólida e ética.
Esta data reafirma o papel das Engenharias na formulação de políticas e estratégias que direcionam a Ciência do Brasil para o desenvolvimento sustentável.
Como observei no encerramento daquele texto: “[...] muito ainda precisará ser pensado e inserido ao Marco Legal da Nanotecnologia do Brasil. Embora existam vários pontos a complementar, é inegável a importância do Marco Legal proposto pelo PL 880/2019. Trata-se de uma das mais inovadoras ações desenvolvidas pelo Brasil, colocando o país ao lado de grandes nações no tocante à regulação da Nanotecnologia, que já está revolucionando o mundo como o conhecemos”.
Siga-se em frente e aplique-se Nanotecnologia para o desenvolvimento e o progresso do Brasil.
O artigo encontra-se disponibilizado nos endereços: https://www.fne.org.br/artigos/6410-artigo-brasil-avanca-na-regulacao-e-regulamentacao-sobre-nanotecnologia e https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/20561-brasil-avanca-na-regulacao-e-regulamentacao-sobre-nanotecnologia.
Carlos Magno Corrêa Dias
18/09/2026
14 de set. de 2026
Cembra discute o futuro da Amazônia Azul
A convite do Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra), assisti ao webinário “Ameaças e Oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável do Mar Brasileiro: Poluição, Mudanças Climáticas, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica”, encontro virtual realizado nos dias 01 e 02 de setembro de 2026 com apoio do próprio Cembra.
Cembra (Centro de Excelência para o Mar Brasileiro) - 2026
O evento integra a preparação para a 4ª edição da obra “O Brasil e o Mar no Século XXI – Subsídios para o Desenvolvimento Sustentável do Mar Brasileiro”, referência nacional em assuntos marítimos. Dando continuidade às edições históricas de 1998, 2012 e 2022, a nova versão alinhar-se-á às metas da Década da Ciência Oceânica da ONU, reunindo diagnósticos e propostas multidisciplinares para atualizar os capítulos dedicados à poluição e às transformações climáticas, fortalecendo a economia do mar e a preservação da Amazônia Azul.
Atuando sem fins lucrativos, de forma intensa e inovadora, o Cembra articula suas ações por meio do modelo da Tríplice Hélice, integrando Governo, Academia e Indústria (padrão que costumo denominar como Tríplice Hélice do Conhecimento-Inovação e que defendo há décadas). A instituição conta com uma ampla rede composta por Parceiros Fundadores (Marinha do Brasil, Coppe/UFRJ e FURG) e Parceiros Estratégicos (DGDNTM, FEMAR, UFF, UFPA e UFRN), reunindo especialistas para formular subsídios a políticas públicas e consolidar a mentalidade marítima no País.
A Amazônia Azul é um conceito geopolítico, estratégico e econômico criado pela Marinha do Brasil no início dos anos 2000 para conscientizar a sociedade sobre a imensa importância das águas jurisdicionais brasileiras. O termo faz uma analogia direta à Floresta Amazônica terrestre devido à sua magnitude territorial e à riqueza inestimável de biodiversidade e recursos naturais.
Compreendendo o Mar Territorial, a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e a extensão da Plataforma Continental do Brasil no Oceano Atlântico, a Amazônia Azul tem seu conceito apoiado, legalmente, na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), garantindo ao país direitos soberanos para explorar, gerir e conservar os recursos vivos e não vivos no mar e no subsolo marinho.
A relevância econômica e estratégica dessa área é gigantesca. Mais de 95% do petróleo e cerca de 80% do gás natural do Brasil são extraídos de suas águas, com destaque para as reservas do Pré-Sal. Além disso, por volta de 95% do comércio exterior brasileiro trafega por rotas marítimas no Atlântico Sul, tornando essa faixa oceânica indispensável para o abastecimento e a economia nacional.
O webinário em tela contribuiu significativamente para a construção colaborativa do livro em referência, ajudando a traçar caminhos mais sustentáveis, seguros e inovadores para a Amazônia Azul.
Carlos Magno Corrêa Dias
15/09/2026
A relevância econômica e estratégica dessa área é gigantesca. Mais de 95% do petróleo e cerca de 80% do gás natural do Brasil são extraídos de suas águas, com destaque para as reservas do Pré-Sal. Além disso, por volta de 95% do comércio exterior brasileiro trafega por rotas marítimas no Atlântico Sul, tornando essa faixa oceânica indispensável para o abastecimento e a economia nacional.
O webinário em tela contribuiu significativamente para a construção colaborativa do livro em referência, ajudando a traçar caminhos mais sustentáveis, seguros e inovadores para a Amazônia Azul.
Carlos Magno Corrêa Dias
15/09/2026
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