30 de abr. de 2026
A metamorfose do abismo invisível.
A simples ilusão de uma possibilidade viável pode levar o desesperado a transformações vitais.
Rememorando artigos de abril de 2016 e de 2021.
O compromisso com a Ciência, a História e a Sustentabilidade bem podem ser constatadas no conjunto intelectual refletido nas postagens de abril de 2016 e abril de 2021 nos Blogas que mantenho e que procuram revigorar o pensamento visando reflexões.
Em abril de 2016 e em abril de 2021, destaco que não se deve deixar iludir por sofismas, operando sob o princípio de que “premissas sólidas levam a conclusões necessárias”. Semelhante posição foi institucionalmente reconhecido em 5 de abril de 2016, quando recebi o prêmio de Destaque Extensionista da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), em virtude de meus Projetos de Extensão Uiniversitária e Tencnológica desenvolvidos em 2015.
Revisitar as publicões de cinco e de dez anos, de abril de 2021 e de abril de 2016, respectivamente, faz relembrar, com júbilo, a trajetória de posições defendidas que são cruciais para manter a sustentabilidade dos compromissos assumidos.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Dentre os temas tratados, em abril de 2016, recordo participação em encontros internacionais para promover a liderança sustentável e a educação de qualidade. Em abril de 2021, reforcei a importância da cidadania e solidariedade para o alcance da Agenda 2030, relembrando a transição dos antigos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) para os atuais ODS.
Aquelas postagens celebram a compreensão de que é direito e dever humano aprender e apreender. Se temos que escrever, escrevamos livros.
Os registros em tela demonstram uma atuação que une a Lógica à sensibilidade da preservação da memória nacional e do progresso humano. Os escritos publicados em abril de 2016 e em abril de 2021 podem ser sintetizados em três pilares fundamentais: (1) Reconhecimento, (2) Ensino e Pesquisa, (3) Comemorações Institucionais.
Utilizo datas internacionais para refletir sobre desafios globais e ética tipo: (a) a defesa constante dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU; (b) as reflexões sobre a igualdade de gênero, o combate à estupidez humana, a importância da saúde plena; bem como (c) o enfatizar o poder transformador do livro e da leitura; como ferramentas essenciais para a libertação da mente e construção da cidadania.
Os textos revelam uma preocupação com a lógica científica, a educação pública de qualidade e o resgate dos valores nacionais, sempre sob uma perspectiva de solidariedade e progresso global.
No endereço https://drive.google.com/file/d/1t6d9a7X40vzqJmRGNvgg2U1M19BxgXs0/view?usp=sharing encontram-se disponíveis os correspondentes conteúdos das postagens em Blogs do Autor em abril/2016.
No endereço https://drive.google.com/file/d/18R857gChJRsjsJ0grSSN4u7ZK3cfiTj8/view?usp=sharing encontram-se disponíveis os correspondentes conteúdos das postagens em Blogs do Autor em abril/2021.
Carlos Magno Corrêa Dias
30/04/2026
29 de abr. de 2026
A História preserva a marcha daqueles que lutaram pela liberdade.
Em 24 de abril de 2026, o Brasil e o mundo livre despediu-se do Pracinha centenário Altair Pinto Alaluna que aos 105 anos passou a brilhar eternamente na Galeria dos Imortais.
Natural de Sumidouro, no Rio de Janeiro, nascido em 22 de setembro de 1920, o veterano da Força Expedicionária Brasileira (FEB) personificou a bravura silenciosa e a dignidade daqueles que cruzaram o Atlântico para combater o arbítrio e o totalitarismo nos campos da Itália durante a sangreta e miserável Segunda Guerra Mundial.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Muitas vezes, o imaginário popular limita o heroísmo ao disparo da arma no campo de batalha. No entanto, a trajetória do Cobra Fumante FEBiano Soldado Altair Pinto Alaluna da 1ª Companhia de Intendência da FEB faz recordar que uma guerra não se vence apenas com munição, mas com a resiliência estratégica da logística.
Embarcando em julho de 1944 para os campos de batalha, Altair Pinto Alaluna atuou como motorista, transportando mantimentos, combustíveis e munições do Vale do Serchio até a ofensiva final na região do Rio Pó para as tropas brasileiras em combate.
Sob o frio implacável dos Apeninos e o risco constante de emboscadas, o bravo Pracinha garantiu que a linha de frente tivesse o suporte necessário para avançar. “Sua missão era o "sangue" que corria pelas veias da FEB, permitindo que o pavilhão brasileiro tremulasse vitorioso em solo europeu a despeito dos horrores vivenciados continuamente a cada novo dia durante aquele mortal conflito”.
A longevidade de Altair Alaluna foi um presente para a memória nacional. Ao atravessar um século de vida, ele serviu como um elo inquebrável entre o Brasil contemporâneo e a geração que lutou pela liberdade global. Sua existência foi uma aula contínua de resistência, dignidade, humildade.
Exemplo de cidadão, após cumprir seu dever histórico, Altair Pinto Alaluna retornou à sua terra natal construindo um legado de vida e trabalho. "Sua história ensina e educou gerações a entenderem que a peerseverança e o amor à terra natal são valores incondicionaos”.
O legado do Herói Imortal Altair Pinto Alaluna é imune ao tempo e reforça que o sacrifício dos valorosos Expedicionários da FEB sempre esteve cravado na identidade do Brasil.
Em um mundo que rapidamente esquece as lições do passado, a figura do notável “motorista da liberdade” lembra que o preço da democracia foi pago com a coragem de homens simples como Altair Pinto Alaluna que se tornaram gigantes em solo estrangeiro.
O ex-Combatente Altair Pinto Alaluna recebeu ao longo de sua vida e carreira diversas honrarias que reconhecem tanto sua bravura em combate quanto sua dedicação à preservação da memória militar brasileira.
Hurra! Hurra! Hurra! Salve, Salve! Salve! Salve Cobra Fumante Pracinha FEBiano Herói Imortal Altair Pinto Alaluna!
Carlos Magno Corrêa Dias
29/04/2026
28 de abr. de 2026
Curso de Especialização em Lógica do Conhecimento Científico.
O ano de 1996 representou um período de transição fundamental para o Brasil, marcado, principalmente, pela estabilização econômica do Plano Real e pela abertura definitiva do país para a “Globalização Tecnológica”. 1996 foi um ano de "lançamento de sementes" que transformariam o Brasil em um dos maiores Mercados digitais do mundo nas décadas seguintes.
Diante daquele quadro de transformações e profundos desafios disruptivos propus, organizei e coordenei o Curso de Especialização (Pós-Graduação Lato Sensu) em “Lógica do Conhecimento Científico” na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), para desenvolvimento no período de 03/04/96 atá 18/12/96, com carga horária total de 375 horas-aula obrigatórias e 105 horas-aula opcionais (em disciplinas Didático-Pedagógicas).
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Pode-se afirmar que no panorama acadêmico da década de 1990 a busca por uma fundamentação rigorosa do saber científico encontrou um solo fértil PUC-PR no Curso de Especialização em “Lógica do Conhecimento Científico” o qual emergiu como um manifesto em favor do "bem pensar".
A ação acadêmica robusta de 375 horas-aula mobilizou intelectuais de diversas áreas para enfrentar aquele desafio contemporâneo que era a necessidade de transcender o ensino meramente técnico-utilitário em favor de uma formação lógica estruturante.
A justificativa do Curso ressoa com atualidade. Transpondo a Transição Tecnológica entre épocas se conseguia identificarar que a Ciência gerava produtos extraordinários muito além do simples formar de Profissionais “utilizáveis". A ideia central da Especialização foi investir na “compreensão dos pressupostos lógicos da criação”.
O curso propunha uma interação lógica entre as diversas áreas do conhecimento. A premissa era clara: o homem só é sujeito de sua história quando se integra ao universo de forma consciente e crítica. Ao dotar Professores e Profissionais de métodos para identificar falácias e estruturar argumentos consistentes, a PUC-PR não estava apenas ensinando Matemática ou Filosofia, mas fortalecendo os alicerces da Cidadania e da Inovação.
A estrutura curricular do curso revelava uma ambição enciclopédica e moderna, abrangendo desde a tradição clássica até as fronteiras da computação e da inteligência artificial.
Celebrar o curso de “Lógica do Conhecimento Científico” de 1996 é reconhecer a importância da lucidez intelectual. Em um mundo saturado de informações, a habilidade de realizar inferências válidas e desmascarar sofismas (objetivos centrais daquela Especialização) permanece como a ferramenta mais valiosa de qualquer Profissional.
O acontecimento experimental não deve comandar o universo da certeza; pois deve-se ensinar o educando a construir as ferramentas servindo-se dos pressupostos lógicos que lhe deram origem.
Carlos Magno Corrêa Dias
28/04/2026
27 de abr. de 2026
O Legado do III Ciclo de Palestras na PUC-PR.
Em 27/04/1996, era publicado no Jornal Gazeta do Povo, na página 10, em Curitiba (PR), o artigo intitulado “Palestras na PUC abordam a Matemática” tomando-se por base entrevista que prestei.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
A notícia divulgava o “III Ciclo de Palestras de Matemática da PUC-PR: Diferenciação e Integração Vetorial” o qual propus e coordenei na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). No evento em referência misnistrei, também, as conferências “Estudo das Integrais de Superfície”; “O Teorema de Stokes e suas aplicações”; bem como “Teorema da Divergência e suas aplicações”.
Aquele registro é uma cápsula do tempo que testemunha o vigor acadêmico e o compromisso com a disseminação do conhecimento exato na capital paranaense. Ao se celebrar os 30 anos do evento, olha-se para trás e se constata o pioneirismo que transformou as manhãs de sábado em redutos de alta abstração e aplicabilidade técnica.
O texto de divulgação em questão revela uma preocupação que permanece atual: a conexão entre a teoria pura e a prática profissional. O evento não se restringia aos muros da PUC-PR. Pelo contrário, buscava atingir Profissionais e Acadêmicos de diversas áreas (da Física à Aerodinâmica) reforçando a ideia de que o Cálculo Diferencial e Integral é a linguagem fundamental que sustenta o progresso tecnológico.
A programação do evento abordou temas centrais da Análise Vetorial como: Derivadas Direcionais; Teorema de Green; Teoremas de Stokes e da Divergência; Geometria Diferencial.
Nota-se o peso institucional do evento, que contou com a participação de Pesquisadores e do então Pró-Reitor Acadêmico da PUC-PR. A notícia considerou o “III Ciclo de Palestras de Matemática da PUC-PR: Diferenciação e Integração Vetorial” de extrema importância haja vista que ao abordar temas tão complexos em um Ciclo de Palestras demonstrava que a PUC-PR há muito tempo já mergulhava nas profundezas do conhecimento analítico para formar uma base sólida em seus Acadêmicos.
Comemorar o correspondente texto é celebrar a continuidade do saber. Em uma era de informações rápidas e superficiais como atualmente, o registro de 1996 faz lembrar que o domínio da técnica exige tempo e dedicação. Aquele recorte de jornal é a prova de que a Ciência no Paraná sempre teve alicerces fortes construídos sobre o Ensino/Aprendizagem nas Ciências Exatas.
Que a memória do III Ciclo de Palestras em referência sirva de inspiração para as futuras gerações que, assim como em 1996, continuam a desvendar os mistérios do universo por intermédio da Matemática Superior centrada na Análise Lógica e Vetrial do Cálculo Diferencial e Inegral.
No endereço https://drive.google.com/file/d/1-lSGNRWAhC3Z9ikPn3qHBF6V2YZdzWES/view?usp=sharing é apresentado o texto da correspondente notícia publicada.
Carlos Magno Corrêa Dias
27/04/2026
26 de abr. de 2026
O imperativo humano deve ser o norte da inovação.
Somente se justifica o avanço das Tecnologias se for para gerar melhor qualidade de vida para os homens.
24 de abr. de 2026
Ciclo sobre a Matemática na PUC-PR mostra elo entre abstração e realidade.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Fui o propositor e coordenador do “III Ciclo de Palestras de Matemática da PUCPR: Diferenciação e Integração Vetorial”, ministrando, também, as palestras: “Estudo das Integrais de Superfície”; “O Teorema de Stokes e suas aplicações”; bem como “Teorema da Divergência e suas aplicações”.
O evento noticiado na época, chancelado pelo Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da PUC-PR, fez parte de um movimento que, embora focado em cálculos e teoremas, ecoaria na estrutura do Desenvolvimento Tecnológico do Estado do Paraná.
O Ciclo de Palestras reforçou que a função da Matemática é, essencialmente, a de contribuir para a redução de esforço na pesquisa de soluções. Ao celebrar aquele evento, comemora-se, também, o entendimento que a Matemática é o alicerce para o planejamento de construções e experiências humanas.
"A matemática tem a função de ajudar no planejamento de construções e experiências, e na redução do esforço na pesquisa de soluções."
Ao se rememorar a notícia sobre o evento em referência tem-se o recorte histórico sobre a consolidação de uma visão acadêmica que contribuiu, fortemente, para o processo contínuo de transformação do Ensino das Exatas em uma ferramenta prática poderosa.
O artigo destacava a premissa fundamental (que defendo até os dias atuais) de que “a Matemática não existe em um vácuo de fórmulas vazias”. O evento propôs desvendar a natureza lógica e vetorial do Cálculo Diferencial e Integral.
Ao abordar temas como Estruturação das Derivadas Direcionais; Estudo e Aplicações das Integrais de Linha e Teorema de Green; Estudos e Aplicações das Integrais de Superfície; Aplicações do Teorema de Stokes e da Divergência; e, Geometria Diferencial, o “Ciclo de Palestras” não visava apenas a erudição acadêmica, mas objetivava fornecer a Profissionais e Universitários o instrumental necessário para otimizar resultados em campos vitais do saber.
Converter a informação física bruta em modelos matemáticos; operar os correspondentes modelos por intermédio de métodos rigorosos; bem como devolver o resultado ao mundo físico em forma de soluções viáveis, constituem tríade fundamental que permanece, trinta anos depois, como o fundamento de qualquer Inovação Tecnológica, da Inteligência Artificial (IA) às Engenharias.
No endereço https://drive.google.com/file/d/1VDuIGITBpxgdhxYlqgdkxuBtj3-sAS5k/view?usp=sharing é apresentado o texto da correspondente notícia publicada.
Carlos Magno Corrêa Dias
25/04/2026
A redundância do fim que também termina.
Tudo é finito. Qualquer situação acaba. Até o fim termina. Mas, não se percebe o pleonasmo existente em um “resultado final”.
23 de abr. de 2026
Rememorando homenagem a Tiradentes.
Recordo, seguindo a periodização determinada pelo lustro romano (quinquênio) adotada, a publicação do meu artigo intitulado “Tiradentes, o Patrono da Nação Brasileira” nas páginas oficiais da FNE (Federação Nacional dos Engenheiros) e do Seesp (Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo), em 21 de abril de 2021 (há, portanto, cinco anos), quando tratei da importância histórica de Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792), o Tiradentes.
O Patrono Cívico da Nação Brasileira, Tiradentes, oficialmente declarado pela Lei número 4.897/1965, de 09 de dezembro de 1965, tem no dia de sua execução (a qual ocorreu em 21 de abril de 1792) feriado nacional para homenageá-lo tamanha é sua importância para a Nação do Brasil.
No artigo "Tiradentes, o Patrono da Nação Brasileira" abordo a trajetória histórica e o legado de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
Detalho as diversas facetas de Tiradentes, mencionando que ele foi dentista amador, tropeiro, minerador, comerciante e militar (Alferes da Cavalaria de Dragões Reais de Minas).
De outro lado, evidencio, na correspondente narrativa, que o ativismo de Tiradentes foi influenciado pelas Leis Constitucionais dos Estados Unidos e pela Independência Americana (1776); destacando a indignação de Tiradentes com a exploração de riquezas pelo Reino de Portugal através de impostos como o "quinto" e a ameaça da "derrama".
Descrevo, também, o movimento da Inconfidência Mineira como uma conspiração para separar a Capitania de Minas Gerais de Portugal, ressaltando que Tiradentes foi o membro mais radical e o único que confessou sua participação após a repressão da Coroa em 1789.
Sempre, em todo 21 de abril, é tempo de rememorar o martírio de Tiradentes e, principalmente, seu simbolismo. Enforcado, decapitado e esquartejado em 21 de abril de 1792, morreu Tiradentes para que Joaquim José da Silva Xavier se tornasse um ícone máximo de liberdade e da Independência do Brasil.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2024
No artigo reforço a relevância de Tiradentes como um Herói Nacional cuja fé na Independência e no potencial do Brasil serviu de base para a construção da identidade do país (mesmo que se tentasse, em vão, apagá-lo da história).
O texto “Tiradentes, o Patrono da Nação Brasileira” encontra-se disponível para leitura nos endereços: http://www.fne.org.br/index.php/artigos/6255-artigo-tiradentes-o-patrono-da-nacao-brasileira e https://www.seesp.org.br/site/index.php/comunicacao/noticias/item/20139-artigo-tiradentes-o-patrono-da-nacao-brasileira.
Carlos Magno Corrêa Dias
22/04/2026
22 de abr. de 2026
Uma data e múltiplos significados.
O calendário é, muitas vezes, uma tapeçaria onde fios de diferentes épocas e propósitos se cruzam. O dia 22 de abril é um exemplo emblemático dessa complexidade. Longe de ser apenas uma marcação cronológica, a data carrega camadas de significados que vão desde a revisão crítica das origens coloniais até o reconhecimento do pioneirismo científico e da bravura militar.
Embora as caravelas de Pedro Álvares Cabral (1467 ou 1468 - c.1520) tenham aportado no litoral sul da Bahia no dia 22/04/1500, a expressão "descobrimento do Brasil" não é apropriada haja vista que antes dos portugueses, já existia Pindorama (a "Terra das Palmeiras" em tupi) habitada por populações indígenas, com culturas, cosmologias e sistemas sociais complexos. Então, celebre-se a chegada dos portugueses em Pindorama em 22/04/1500.
22 de abril é dia importante, também, por ser o DIA DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA o qual ampliando a visão sobre a formação da identidade nacional, celebra os laços com Portugal.
No âmbito do desenvolvimento nacional, 22 de abril homenageia o legado do Almirante Álvaro Alberto da Mota e Silva (1889-1976), o qual nasceu em 22/04/1889 e é o Patrono da Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha do Brasil sendo um dos responsáveis pela criação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e pela implementação das bases do Programa Nuclear Brasileiro. Em 22 de abril comemora-se o DIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINHA DO BRASIL.
Em 22/04/1945, durante a Segunda Guerra Mundial, a Força Aérea Brasileira (FAB) escreveu um dos capítulos mais heroicos de sua história. O 1º Grupo de Aviação de Caça realizou um feito impressionante: 44 missões de combate em um único dia nos céus da Itália. Semelhante demonstração de resistência e bravura consolidou o dia 22 de abril como o DIA DA AVIAÇÃO DE CAÇA NO BRASIL, servindo como tributo aos pilotos e equipes de apoio que lutaram pela liberdade.
Saindo das fronteiras nacionais, o 22 de abril ressoa mundialmente como o DIA DA TERRA (Earth Day). Instituído em 1970, a data lembra a vulnerabilidade do planeta Terra. Em um mundo que enfrenta crises climáticas sem precedentes, a celebração serve para promover a conscientização ambiental; incentivar políticas públicas de sustentabilidade; bem como para chamar a atenção sobre a necessidade de se reduzir os impactos negativos da atividade humana nos ecossistemas.
O 22 de abril é, portanto, uma data multifacetada que obriga “a olhar para trás e honrar os antigos habitantes de Pindorama; a olhar para o lado e fortalecer os laços com a comunidade lusófona; a olhar para o alto em respeito aos nossos heróis da aviação; e a olhar para o futuro, investindo em ciência e na preservação da Terra”.
20 de abr. de 2026
Tiradentes forjou o espírito de uma Nação.
A força entre o fato histórico e a imortalidade mítica é ímpar quando se trata de Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792), o Tiradentes. Mais do que um personagem, Tiradentes é a “ideia de liberdade”, o Patrono Cívico do Brasil e o único herói nacional a quem o calendário reserva um feriado exclusivo, em 21 de abril.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2025
Embora a narrativa popular tenha construído uma imagem icônica de Tiradentes (barbudo e de longos cabelos, assemelhando-se a um símbolo de redenção e sacrifício), o Tiradentes histórico era um homem de múltiplas faces e profunda humanidade. Alferes da Cavalaria de Dragões Reais de Minas, ele foi, também, dentista amador, tropeiro, minerador e comerciante.
O retrato de 1940, de José Wasth Rodrigues (1891-1957), apresenta Joaquim José da Silva Xavier em seu uniforme de Alferes, símbolo de sua atuação ativa na Capitania de Minas Gerais. Contudo, é na sua alma inconformada e generosa que reside a verdadeira grandeza: um homem apaixonado por livros, defensor do conhecimento e detentor de uma coragem infinita, que acreditava piamente que o esforço pessoal e a justiça seriam, ao fim, recompensados.
Influenciado pelo Iluminismo e pela revolta contra a opressão tributária da Coroa Portuguesa, Tiradentes defendia a imediata Proclamação da República. Enquanto a elite mineira hesitava ou buscava saídas menos custosas, o Alferes manteve-se firme em sua palavra. Quando o movimento foi delatado e a devassa se instalou, Tiradentes foi o único a confessar sua participação, assumindo para si a responsabilidade que outros negaram. Seu grito de fé ecoa até hoje: "Jurei morrer pela independência do Brasil, cumpro a minha palavra! Tenho fé em Deus e peço a Ele que separe o Brasil de Portugal".
A sentença executada em 21 de abril de 1792 foi brutal: enforcamento, decapitação e esquartejamento. O Império buscou apagar sua memória. Mas, o efeito foi o inverso. Ao dar a vida pela independência, Joaquim José da Silva Xavier ressignificou a identidade brasileira. Cada vez mais Tiradentes de mártir virou mito, sagrou-se lenda; tornando-se Herói Imortal.
Em 1965 Tiradentes foi declarado Patrono da Nação Brasileira pela Lei nº 4.897; em 1992 o nome de Joaquim José da Silva Xavier foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria; atualmente é reconhecido, também, como Patrono Nacional das Polícias Militares e Civis.
Tiradentes é o "Mártir da Inconfidência", “Herói Nacional”, porque sua morte não foi o fim, mas o nascimento de um símbolo de resistência anticolonialista. Joaquim José da Silva Xavier provou ser possível fazer do Brasil uma grande Nação soberana.
No artigo intitulado “Tiradentes, o Patrono da Nação Brasileira”, disponível em https://www.fne.org.br/artigos/6255-artigo-tiradentes-o-patrono-da-nacao-brasileira e https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/20139-artigo-tiradentes-o-patrono-da-nacao-brasileira, presto homenagens ao imortal Tiradentes.
Carlos Magno Corrêa Dias
21/04/2026
Os Catalisadores de Equipes.
Os líderes criam as condições para que toda equipe avance cada vez mais.
19 de abr. de 2026
"PÁTRIA! BRASIL!"
O simbolismo por trás do 19 de abril guarda, frequentemente, a mística que envolve o surgimento do Exército Brasileiro. Um evento tático-militar se transformou no mito fundacional da identidade nacional do Brasil.
As Nações Soberanas celebram incessantemente suas histórias. Assim, no Brasil, em 19 de abril, comemora-se o DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO. A data foi escolhida em memória à primeira Batalha dos Guararapes ocorrida em 19/04/1648 deflagrada contra a invasão holandesa no Nordeste do Brasil.
Exército Verde-Oliva do Brasil
Saliente-se que a primeira Batalha dos Guararapes ocorreu como parte da Insurreição Pernambucana e é considerada como o “Berço da Nacionalidade” do Brasil quando militares portugueses, brasileiros nascidos no Brasil, brancos, negros libertos, índios potiguares, todos, em uma fusão de raças movida pela defesa da liberdade de um só povo, defenderam com suas vidas o Brasil de todos.
Aquela primeira Batalha dos Guararapes tornou-se um evento especial não é apenas pela vitória militar sobre os holandeses, mas porque estabeleceu: (a) a união das “Três Raças” (brancos, negros e indígenas); e, (b) o conceito de Pátria: o sentimento de pertencer a algo maior que uma colônia começou a florescer, unindo os habitantes da terra contra um inimigo comum.
A evolução da Força Terrestre (o Exército Verde-Oliva do Brasil) desde 1648 consolidou o lema “Braço Forte, Mão Amiga”: (1) Braço Forte: refere-se à prontidão operacional, à defesa da soberania e à garantia da integridade do território nacional; (2) Mão Amiga: reflete a atuação em missões subsidiárias, como o apoio em desastres naturais, construção de infraestrutura (estradas e poços) e operações humanitárias.
É importante lembrar que o Exército do Brasil é um corpo multifacetado composto por: (1) Armas: Infantaria, Cavalaria, Artilharia, as quais fazem o combate direto e o apoio de fogo; (2) Quadros: Engenharia e Comunicações, responsáveis pelo suporte técnico e estrutural no campo; (3) Serviços: Intendência, Saúde, que prestam Logística, suprimentos e cuidado humano.
“Da união dos Povos do Brasil para expulsar os invasores holandeses nasceu o ideal da Pátria, a Nacionalidade, o Exército Brasileiro e o sentimento de Soberania Nacional”. Pela primeira vez o Povo do Brasil utilizava a palavra PÁTRIA. Em maio de 1998, como homenagem àqueles que morrem lutando para libertar o Brasil da invasão holandesa, instituiu-se a saudação “PÁTRIA”, com a resposta “BRASIL”.
Correspondente saudação sintetiza o compromisso inabalável que nasceu há quase quatro séculos (378 anos) nos montes de Pernambuco e que continua a definir a missão dos militares brasileiros até hoje. A saudação em tela “é o eco moderno do grito de liberdade dado em Pernambuco; sendo o reconhecer que o Exército não é uma entidade isolada, mas o próprio povo fardado em defesa de seu solo”.
Hurra! Hurra! Hurra! Salve, Salve! Salve! Salve o Exército do Brasil!
Carlos Magno Corrêa Dias
19/04/2026
17 de abr. de 2026
Da humildade do campo à glória no campo de batalha.
Com o espírito reverente, ressaltando o valor da memória e do sacrifício, se presta continência nas linhas a seguir ao nobre Sargento José Barbosa Sobrinho, que no dia 15 de abril de 2026 veio a falecer passando a integrar a Galeria dos Imortais com todo brilho que merece.
Aos 108 anos, José Barbosa Sobrinho, integrante essencial do História do Brasil, ajudou a escrever com sangue, suor e muita coragem a história da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial ao compor a FEB (Força Expedicionária Brasileira).
Natural da Paraíba, do sertão de Piancó, nascido em 28 de abril de 1917, o Pracinha carregava em si a resiliência do povo nordestino, transportada das plantações de algodão para as gélidas e perigosas montanhas da Itália.
José Barbosa Sobrinho alistou-se (voluntariamente) no 23º Batalhão de Caçadores em 1942, partindo em fevereiro de 1945 para enfrentar os horrores da sangrenta e descomunal guerra pela liberdade.
Membro do 6º Regimento de Infantaria (6º RI) da FEB, fez parte da unidade que foi protagonista da rendição da temida 148ª Divisão de Infantaria Alemã em Fornovo di Taro local onde o destino do mundo era decidido. O 6º RI, o "Regimento Ipiranga", foi fundamental naquela manobra que resultou na captura de quase 15 mil soldados do Eixo sem contar os diversos equipamentos e material bélico. A rendição da 148ª Divisão de Infantaria Alemã é considerada um feito raríssimo na história militar mundial. É notável que a FEB, uma força expedicionária bem menor, conseguiu forçar a rendição de uma divisão inteira). Tudo graças a homens destemidos como o Sargento José Barbosa Sobrinho.
Após ser ferido em combate, o bravo José Barbosa Sobrinho não permitiu ser retirado da luta por completo porque assumiu a missão de Padioleiro. Há poucas funções tão humanitárias e corajosas numa guerra quanto a de remover feridos sob fogo, trocando o fuzil pela maca para preservar a vida de seus irmãos de farda feridos em combate.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
O avanço inevitável do tempo retira do convívio físico as testemunhas oculares do triunfo da liberdade sobre a tirania. Contudo, como bem ensina a Filosofia, o conhecimento e o exemplo são os únicos bens que a morte não pode subtrair. O Sargento José Barbosa Sobrinho habita agora, também, a Eternidade.
A vida do Cobra Fumante José Barbosa Sobrinho foi testemunho de que a idade pode ser, sim, uma dádiva quando acompanhada de uma biografia imaculada. Ele foi o "brilho que irradia", a luz que agora se torna farol para as futuras gerações de brasileiros.
"A vitória não é apenas o fim do conflito, mas a preservação da memória de quem o enfrentou."
"A COBRA FUMOU e o brilho de sua coragem permanecerá aceso na memória nacional."
Hurra! Hurra! Hurra! Salve, Salve! Salve! Salve Cobra Fumante Pracinha FEBiano Herói Imortal José Barbosa Sobrinho!
Carlos Magno Corrêa Dias
17/04/2026
15 de abr. de 2026
Quando a bravura desafiou a História.
A história das Nações Soberanas é frequentemente escrita pelo sangue daqueles que, em momentos de decisão extrema, escolhem o dever em detrimento da própria vida. Na trajetória militar brasileira, poucos episódios são tão carregados de simbolismo e emoção quanto o destino dos soldados FEBianos Arlindo Lúcio da Silva (12/02/1920-14/04/1945), Geraldo Baeta da Cruz (20/10/1914-14/04/1945) e Geraldo Rodrigues de Souza (22/10/1919-14/04/1945).
Os Pracinhas citados, conhecidos como os "Três Heróis de Montese", serviram no 11º Regimento de Infantaria de São João del-Rei da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial; falecendo na mesma data, em combate, na Batalha de Montese, após resistirem brava e heroicamente ao avanço de uma Companhia inimiga completa (uma Companhia da “Wehrmacht” com mais de 100 soldados alemães a qual era conhecida por sua disciplina rígida e raras concessões sentimentais).
Cercados e isolados de sua Unidade, formando Patrulha de Reconhecimento, sem chance alguma de vencer, os três Pracinhas mineiros sozinhos receberem ordem de rendição do inimigo. Entretanto, como recusaram-se a baixar as armas e não se entregaram, continuando a lutar, foram sumariamente executados.
O próprio exército alemão, em sinal de respeito à bravura demonstrada pelos Cobras Fumantes Arlindo Lúcio da Silva, Geraldo Baeta da Cruz e Geraldo Rodrigues de Souza teria realizado o sepultamento os corpos colocando uma cruz de madeira com a inscrição: "Drei Brasilianische Helden" (“Três Heróis Brasileiros”); tornando aqueles Soldados uma legenda mundialmente reconhecida até mesmo pelo inimigo.
Era 14 de abril de 1945, a ofensiva para a tomada de Montese apresentava-se como um dos maiores desafios táticos da FEB. O terreno era hostil, e a resistência alemã, desesperada.
Lutando "até o último cartucho", os bravos heróis Arlindo Lúcio da Silva, Geraldo Baeta da Cruz e Geraldo Rodrigues de Souza, com ferocidade e determinação, mantiveram suas posições contra uma força esmagadoramente superior.
O reconhecimento do sacrifício dos "Três Heróis de Montese" atravessou fronteiras e tornou-se um marco mundial de bravura, honra e determinação para salvaguardar a liberdade colocando o Brasil como referência naquele insano conflito que foi a Segunda Guerra Mundial.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
A sangrenta Batalha de Montese, vencida duramente pelos FEBianos, é amplamente reconhecida pelos Historiadores Militares como a ação mais difícil travada pela FEB durante a Campanha da Itália. Embora a Cidade de Montese tenha sido praticamente destruída, os Pracinhas são lembrados até hoje, mais de 80 anos depois, com carinho e admiração, como os “Libertadores de Cidades”.
"Cobras Fumantes, eterna é sua vitória!"
Carlos Magno Corrêa Dias
15/04/2026
14 de abr. de 2026
A Cobra Fumou bonito em Montese.
Enquanto o mundo observava o crepúsculo da Segunda Guerra Mundial, os Pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) mergulhavam em uma das lutas mais sangrentas e viscerais do conflito: a tomada de Montese.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Diferente de outros exércitos, o contingente brasileiro (os icônicos Cobras Fumantes) carregava consigo um diferencial que até hoje emociona os historiadores: o ideal de corpo e o profundo respeito pela vida civil. Em Montese, o soldado da FEB não lutava apenas contra um inimigo entrincheirado; ele lutava para devolver a liberdade a um povo subjugado, agindo com uma humanidade que o comandante do IV Corpo-de-Exército Americano, reconheceu como sendo magistral.
"A Divisão Brasileira está em condições de ensinar às outras como se conquista uma cidade."
O eco da bravura dos Soldados do Brasi permanece mais vibrante do que nunca. Ao celebrar a vitória da FEB na sangrenta Batalha de Montese, não se recorda apenas um triunfo estratégico militar, mas sim o nascimento de uma lenda: a dos "Libertadores de Cidades". O feito da FEB em abril de 1945 transcende a tática de guerra e é testemunho da alma humana e da coragem indômita do Soldado Brasileiro.
Enquanto outras forças focavam no poder de fogo bruto, os FEBianos (eternos Heróis), demonstravam uma "capacidade de combate" que privilegiava a proteção dos inocentes, tornando-se “o paradigma da libertação ética”.
A queda de Montese foi o golpe duro nas pretensões do Eixo na Itália. Ao abrir caminho para a ofensiva final, os Pracinhas aceleraram o fim da insanidade que consumia o planeta. A Tomada de Montese (ocorrida de 14 a 17 de abril de 1945) foi um dos confrontos mais sangrentos da FEB na Segunda Guerra Mundial, resultando em um total de cerca de mil baixas (somando-se ambos os lados) dentre mortos, feridos e alguns desaparecidos.
Hoje, ao se visitar o Museu Histórico de Montese compreende-se que o Brasil não enviou apenas soldados para a lutar na Segunda Guerra Mundial na Europa; enviou LIBERTADORES. Até os dias atuais as novas gerações de italianos não param de prestar homenagens emocionadas aos imortais heróis da FEB.
Que a história de Montese continue a ser contada, não apenas como um relato de guerra, mas como o exemplo máximo de que a coragem brasileira é capaz de iluminar os tempos mais sombrios. A cobra fumou, deixando um rastro de liberdade, dignidade e glória eterna.
Hurra! Hurra! Hurra! Salve, Salve! Salve! Salve os Cobra Fumantes, os Pracinhas, os FEBianos, aqueles Heróis Imortais formidáveis da FEB!
Carlos Magno Corrêa Dias
14/04/2026
13 de abr. de 2026
Lustros sobre celebrações de acordes soberanos.
Neste 13 de abril de 2026, seguindo a periodização determinada pelo lustro romano, a comemoração é dupla: celebro os 195 anos da primeira vez que o Hino Nacional do Brasil foi executado e os cinco anos de publicação do meu artigo intitulado “Hino Nacional em comemoração” quando 13 de abril de 2021 festeja os correspondentes 190 anos daquela mesma execução.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2025
Centrado na introspecção e no júbilo cívico, o ciclo de cinco anos (quinquênio ou lustro) segue marcando tanto a renovação quanto a preservação da memória ao se observar o passar da história. Há 195 anos, há quase dois séculos, naquela noite memorável em 1831, no Teatro São Pedro de Alcântara, na Cidade do Rio de Janeiro (RJ), quando os magníficos acordes ecoaram pela primeira vez, se marcava o despertar de uma nova consciência de brasilidade e que perdurou e que se manterá na história para sempre ser recordada com júbilo.
Escrever sobre o Hino Nacional não é apenas tratar de uma composição musical; é analisar a própria alma da Nação Brasil traduzida em métrica e melodia. Desde a minha última incursão literária sobre o tema, em 2021, o Brasil e o mundo atravessaram transformações profundas. No entanto, o Hino permanece como a âncora que prende os Brasileiros ao solo pátrio.
A música, que sobreviveu à transição da Monarquia para a República e que recebeu, décadas depois, seus versos parnasianos, é a prova de que a identidade de um povo é uma construção contínua.
Ao revisitar minhas palavras publicadas nos endereços https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/20114-artigo-hino-nacional-em-comemoracao e http://www.fne.org.br/artigos/6239-artigo-hino-nacional-em-comemoracao há meia década, noto que a essência do meu argumento permanece sólida: o Hino Nacional é um instrumento de união técnica e emocional. Para a construção do país Brasil, os símbolos nacionais servem como o "projeto estrutural" da Sociedade Brasileira.
"O Hino não é uma peça estática de museu, mas um organismo vivo que pulsa a cada vez que um Brasileiro, em qualquer canto do globo, entoa seus versos com o vigor de quem reconhece a própria terra."
Chegar aos 195 anos desta efeméride com a clareza de que a história deve ser celebrada em ciclos é um privilégio. Ao olhar para o retrovisor e ver o caminho percorrido desde o meu artigo de 2021, renovo meu compromisso com a divulgação da nossa herança cultural.
Que este 13 de abril de 2026 não seja apenas uma data no calendário, mas um momento de reafirmação do orgulho e da responsabilidade para com o futuro do Brasil. Que venham os próximos cinco anos, rumo ao bicentenário, com a mesma esperança e o mesmo "brado retumbante" que define como nação o Brasil.
Carlos Magno Corrêa Dias
13/04/2026
11 de abr. de 2026
O valor da necessidade no silêncio e sem plateia.
O bem deve ser praticado quando é necessário e não quando outros podem ser plateia entusiasmada aplaudindo.
10 de abr. de 2026
Salvaguardada "Transmutação reflexa".
A trajetória de uma obra de arte não se encerra na última pincelada; ela se expande e se consolida por intermédio da apreciação pública, do reconhecimento institucional e/ou da proteção jurídica que garantem sua perenidade no tempo. Em 2026, celebro o marco de 15 anos do registro oficial da minha obra "Transmutação reflexa", um óleo sobre tela que sintetiza a união entre a criação estética e o rigor documental.
Criada em 2007, a obra, com dimensões de 60cm x 80cm, não tardou a projetar sua relevância no cenário cultural brasileiro. No mesmo ano de sua produção, "Transmutação Reflexa" cruzou fronteiras geográficas para ser distinguida em São Luís, no Maranhão.
A obra recebeu Menção Honrosa no Prêmio Márcia Sandes 2007, concedido pelo Ministério Público do Maranhão. Tal distinção não apenas premiou a técnica da tela, mas validou o impacto intelectual e sensorial que "Transmutação reflexa" propõe ao espectador; sendo importante selo de qualidade da obra.
O Prêmio Márcia Sandes, concedido pelo Ministério Público do Maranhão, é uma honraria nacional diretamente ligada à preservação da Memória e ao incentivo das Artes Plásticas; sendo idealizado no início da década de 2000, tem como objetivo criar um "espaço democrático" dentro da Procuradoria Geral de Justiça para promover a integração entre a comunidade acadêmica, artistas plásticos e a sociedade; bem como valorizar a produção cultural maranhense e brasileira.
Especificamente, a entrega da Menção Honrosa ocorreu como parte das celebrações da Semana do Ministério Público. Naquele ano, o Prêmio Márcia Sanches consolidou-se como um distintivo de reconhecimento para obras que demonstravam excelência técnica e originalidade. "Transmutação Reflexa" reforçava o critério da premiação em destacar trabalhos que dialogavam com a sensibilidade contemporânea e a qualidade estética.
Embora "Transmutação reflexa" tenha nascido e sido premiada em 2007, foi em 14/12/2011 que recebeu sua "certidão de nascimento" formal no âmbito da Propriedade Intelectual do Brasil e do mundo. O Registro sob o número 63.363 (Livro 246, Folha 163), realizado na Escola de Belas Artes (EBA), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), representa um pilar fundamental na História da Arte do Brasil.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
O título da obra, "Transmutação reflexa", sugere uma dialética entre mudança e espelhamento. Na técnica do óleo sobre tela, tem-se explorado a maleabilidade do material para evocar transformações que, embora internas ao quadro, refletem-se na percepção do observador.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2007/2011
A celebração destes 15 anos de Registro (2011–2026) da obra "Transmutação reflexa" (quase duas décadas da produção) faz referência a um documento histórico da produção artística brasileira do início do século XXI e é uma rememoração de obra já consagrada pela crítica especializada.
Carlos Magno Corrêa Dias
10/04/2026
9 de abr. de 2026
O Paradoxo da Eficiência na Era Digital.
O cenário contemporâneo do mercado tecnológico é marcado por uma integração sem precedentes entre o Biológico e o Digital. Vive-se sob a égide da Inteligência Artificial (IA) generativa e da Neurociência Aplicada (NAP), ferramentas que prometem uma otimização cognitiva jamais vista. Entretanto, esse avanço trouxe consigo o fenômeno da "produtividade tóxica", onde a busca incessante por resultados ignora os limites fisiológicos do cérebro humano, gerando um conflito direto com a saúde mental.
O cérebro não é um computador onde se instalam “drivers” (“suplementos”) para ganho imediato de potência. Mas, muitas fórmulas são vendidas baseadas em relatos pessoais e “marketing” de escassez, negligenciando o grupo de controle e a segurança a longo prazo.
A Neurociência explica que o cérebro opera em duas redes principais: a Rede Executiva (foco) e a Rede de Modo Padrão (repouso). A tentativa de manter o foco constante bloqueia a Rede de Repouso, que é essencial para a criatividade e a consolidação da memória.
A multitarefa gera fadiga mental precoce devido à energia gasta para reorientar a atenção. O valor do indivíduo passa a ser medido apenas pelo seu “output”, transformando o descanso em culpa. O cortisol elevado nesse estado de alerta constante é o precursor do “Burnout”.
No mercado hipercompetitivo, a imagem profissional divide-se em duas frentes: (1) “Branding” Pessoal: A essência, os valores e a identidade (o "ser"); e, (2) “Marketing” Pessoal: A tática de visibilidade e comunicação (o "aparecer").
“A excelência reside na sinergia entre ambos: “Marketing” sem “Branding” é efêmero; “Branding” sem “Marketing” é anonimato”.
A maior ironia da produtividade obsessiva é que ela é, por definição, contraproducente. Uma mente esgotada perde a capacidade de julgamento crítico e inovação. O futuro do trabalho nas Tecnologia não exige apenas o domínio de “Hard Skills” ou IA, mas a ressignificação do descanso e da empatia como componentes estratégicos. O progresso técnico coletivo só é sustentável se caminhar lado a lado com o bem-estar pessoal de cada Profissional envolvido.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
No meu artigo “O conflito entre a alta performance e a saúde mental no mercado tecnológico”, de 25/03/2026, disponível em https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/23781-o-conflito-entre-a-alta-performance-e-a-saude-mental-no-mercado-tecnologico, apresento uma análise multidisciplinar sobre o “Paradoxo da Produtividade” na era da IA, confrontando o imperativo da alta performance com os limites biológicos da mente humana.
Carlos Magno Corrêa Dias
09/04/2026
8 de abr. de 2026
A Tríplice Hélice da Inovação e os ODS na Academia
Em 2015, a humanidade encerrou um ciclo fundamental marcado pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Embora avanços significativos tenham sido registrados na redução da pobreza extrema e no acesso à água potável, a complexidade do novo século exigiu uma agenda mais ambiciosa. A transição para a Agenda 2030, materializada nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), não apenas ampliou as metas anteriores, mas impôs a necessidade de novos modelos de integração entre o saber científico e a prática social.
No contexto em questão propus e coordenei, no Câmpus Curitiba da UTFPR, a ação de extensão voltada à simbiose entre a Tríplice Hélice da Inovação e os ODS intitulada “Sinergias e Simbiose entre a Triíplice Hélice da Inovação e os ODS na Academia”, a qual desenvolvi no Câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no período de 04/04/2016 a 30/06/2016.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2016
O cerne da iniciativa em referência residiu em acreditar que o desenvolvimento pleno das nações se tornaria possível quando a Universidade, o Setor Produtivo e o Governo operassem de forma coordenada ações tendo o conhecimento útil como o indutor central da correspondente engrenagem.
Entendo que a Academia possui o papel vital de ser a provedora de soluções tecnológicas e sociais. Os 17 ODS, com suas 169 metas, oferecem o mapa para reduzir a distância entre Universidade, Indústria e Governo. Os novos desafios globais (como infraestrutura resiliente e consumo sustentável) exigem que a inovação seja, por definição, sustentável.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2016
A ação não se limitou aos muros da Universidade. Como representante da UTFPR junto ao Movimento Nacional ODS Nós Podemos Paraná (MNODS-PR), atuei na articulação externa com o SESI-PR e o Sistema FIEP. Essa ponte resultou na assinatura do Termo de Adesão do Câmpus Curitiba ao movimento, formalizando o compromisso da Instituição UTFPR com a sustentabilidade global.
Ministrei as palestras “A relação simbiótica entre os ODS e a Tríplice Hélice do Conhecimento -Inovação” e “Os ODS e a Academia”, as quais foram voltadas à relação simbiótica entre o conhecimento e a inovação. Publiquei, também, artigos técnicos que serviram como suporte teórico para a comunidade. O esforço foi conduzido de forma voluntária, reforçando a crença de que a responsabilidade social corporativa e acadêmica deve ser pilar para o desenvolvimento e progresso de toda Nação Soberana.
Plantou-se de uma semente de conscientização. A integração entre a Ciência, Tecnologia e Inovação e os Direitos Humanos é o único caminho para que a Academia cumpra sua missão constitucional de promover o desenvolvimento nacional. Centrada nos ODS, a Tríplice Hélice do Conhecimento gira com mais propósito, transformando a teoria lógica em melhoria tangível na vida das pessoas.
Carlos Magno Corrêa Dias
08/04/2026
7 de abr. de 2026
Cálculo Lógico Dedutivo Sentencial.
A trajetória do conhecimento humano é indissociável da busca pela estrutura do pensamento correto. No outono de 2016, iniciava, em 06/04/2016, há mais de dez anos, a proposição, organização e coordenação do Projeto do Curso de Extensão Universitária e Tecnológica em “Cálculo Lógico Dedutivo Sentencial”, o qual passei a ministrar (efetivamente), no Câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a partir de 12/04/2016.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Neste outono de 2026, celebro não apenas a realização daquele evento acadêmico, mas a consolidação de um pensamento estruturado sobre a Lógica no ambiente tecnológico sob a chancela da TECNOLÓGICA (UTFPR).
O Curso de Extensão Universitária e Tecnológica em Cálculo Lógico Dedutivo Sentencial foi o que passei a chamar de “manifesto em prol da lucidez intelectual nas Ciências Exatas e Tecnologias”.
Como proponente e coordenador do evento, meu objetivo foi estruturar uma jornada de estudos intensificados para apresentar (formalmente) a Álgebra da Lógica Formal Bivalente e Dicotômica de Primeira Ordem. Em um mundo onde a informação é vasta, a capacidade de avaliar sistematicamente raciocínios dedutivos por intermédio da “Corretude” e “Completude” Lógica torna-se uma ferramenta de poder inestimável.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2016
Durante o desenvolvimento do Curso sobre “Cálculo Lógico Dedutivo Sentencial” procurei aproximação mais estrita entre Lógica e Filosofia da Ciência; discutindo desde os termos e expressões da Linguagem Formal até a complexidade da Teoria da Demonstração Sentencial. O que buscava era imprimir a capacidade de distinguir, com precisão, a validade da verdade, as tautologias das contingências e, fundamentalmente, os argumentos consistentes dos sofismas e falácias que frequentemente obscurecem o debate técnico e científico.
A estrutura programática foi desenhada para evoluir da base até o ápice da Análise Inferencial que se tornaria o fundamento da Engenharia Lógica. Presenciar os Acadêmicos dominando procedimentos técnicos de decisão semânticos e sintáticos foi a confirmação de que “a Lógica é a engrenagem que move as Tecnologias”.
Ao olhar para o período de realização daquele curso, vejo mais do que números e diários de classe. Vejo uma Comunidade Acadêmica que se debruçou sobre a Teoria da Argumentação Lógica para fortalecer suas competências em áreas transversais.
O “Cálculo Lógico Dedutivo Sentencial” é, em última análise, a gramática da Ciência. Coordenar e ministrar o Curso de Extensão Universitária e Tecnológica em “Cálculo Lógico Dedutivo Sentencial” foi uma oportunidade de reafirmar que o progresso tecnológico só é sólido quando fundamentado na consistência do raciocínio determinada pelos Cálculos Lógicos.
Carlos Magno Corrêa Dias
07/04/2026
6 de abr. de 2026
Extensão é premiada na TECNOLÓGICA.
Em 5 de abril de 2016, há uma década passada, recebi da TECNOLÓGICA (UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em cerimônia oficial realizada no Miniauditório do Câmpus Curitiba da UTFPR, o prêmio Destaque Extensionista da TECNOLÓGICA 2016 pelo conjunto de minhas Atividades de Extensão desenvolvido durante o ano letivo de 2015 no Sistema UTFPR.
Na mesma oportunidade, no evento "Falando de Extensão", o DAMAT (Departamento Acadêmico de Matemática) do Câmpus Curitiba da TECNOLÓGICA, do qual fazia parte como Professor de Ensino Superior, recebeu o Reconhecimento Coletivo histórico como o Departamento Extensionista do Sistema UTFPR daquele mesmo ano. O destaque do DAMAT se deu impulsionado devido aos Projetos de Extensão que realizei chancelados pelo DAMAT.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
O Destaque Extensionista tanto foi concedido a Professores quanto aos Departamentos da Instituição pela PROREC (Pró-Reitoria de Relações Empresariais e Comunitárias), via DEPEX (Departamento de Extensão), com apoio da DIREC (Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias) da UTFPR, para celebrar a trajetória e o impacto social dos trabalhos de Extensão Universitária e Tecnológica desenvolvidos na TECNOLÓGICA.
Inovando mais uma vez a TECNOLÓGICA reconheceu, oficialmente e em festa, a troca de experiências entre a Universidade e a Sociedade realizada por seus membros que apresentaram Projetos de Extensão Universitária e/ou Tecnológica significativos à Comunidade objetivando sempre a melhoria de vida das pessoas conforme o lema “Tecnologia & Humanismo”.
A honraria que recebi celebrou minha contribuição para a integração entre a Universidade e a Sociedade, consolidando minha atuação no campo da Extensão na TECNOLÓGICA. O reconhecimento destacou não apenas o volume de Projetos de Extensão (o maior na época), mas, principalmente, o impacto social de minhas ações (que sempre buscaram levar o Conhecimento Técnico e Científico para além dos muros da Instituição).
O "Falando de Extensão" sempre teve como objetivo a promoção da troca de experiências e a apresentação de “cases” de sucesso no Sistema UTFPR visando a apresentação para a Sociedade dos resultados das Atividades Extensionistas para a Comunidade e buscando dar visibilidade ao impacto social e tecnológico da TECNOLÓGICA.
O Prêmio “Destaque Extensionista 2015” coroava minha ampla atuação no campo da Extensão Acadêmica e/ou Tecnológica, principalmente, no campo da Lógica Matemática em diversas frentes, particularmente, na Engenharia Lógica, com o rigor acadêmico a aplicações práticas que beneficiam tanto a comunidade interna quanto a externa.
5 de abr. de 2026
A preservação da Lógica como Patrimônio Intelectual.
Contribuindo com a “Preservação e a Guarda da Produção Intelectual Nacional”, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN), do Ministério da Cultura (MinC), recebeu, em 05/04/2001, por meio da DDL (Divisão de Depósito Legal), exemplares da segunda edição de minha intitulada “Lógica matemática: introdução ao cálculo proposicional” (ISBN:85-900661-6-9), a qual gerou o Registro FBN 199.382, de 28/04/2001.
DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
A produção de uma obra científica não se encerra quando o raciocínio lógico atinge sua prova final. O ciclo de vida de um livro técnico, especialmente em uma área fundamental como o da Lógica Matemática, ganha sua real dimensão de perenidade por intermédio do rito do Depósito Legal e de suas consequências.
Ao consolidar a segunda edição de “Lógica matemática: introdução ao cálculo proposicional” em 2001, com o Depósito Legal na FBN se instaura a transcendência da mera formalidade burocrática para a transformação em compromisso com a história da Ciência do Brasil.
O registro na DDL da FBN/MinC assegura que o esforço intelectual empreendido na produção da obra depositada seja salvaguardado para as futuras gerações; garante a guarda no acervo nacional; possibilita a disponibilidade para pesquisadores e estudantes para acessar informações sobre a evolução do Pensamento Lógico, bem como reforça a contribuição brasileira no campo das Ciências Exatas e da Tecnologia posicionando a obra no mapa da bibliografia acadêmica oficial.
A segunda edição do livro em referência reflete um amadurecimento didático e estrutural. A obra foi reorganizada para atender de forma mais incisiva os Estudantes das Universidades, separando o conteúdo teórico da aplicação prática.
A inclusão de capítulos sobre Sistemas Axiomáticos e Álgebra Booleana expande o horizonte do leitor, conectando a pureza da Lógica Sentencial às suas aplicações práticas em Redes Elétricas e Portas Lógicas. É a materialização de uma visão onde a Lógica não é apenas um fim em si mesma, mas uma ferramenta vital para o discernimento e a análise inferencial.
Ao garantir que a "Introdução ao Cálculo Proposicional" que realizei na segunda edição de “” esteja registrada nos anais da cultura nacional, celebro não apenas o livro, mas o próprio exercício do raciocínio dedutivo como pilar da educação.
Que o referido registro FBN 199.382, ocorrido há mais de um quarto de século, continue convite para que a Lógica se fortaleça como instrumento de clareza e verdade, acessível a todos aqueles que desejam desbravar os fundamentos da Matemática e do Pensamento Crítico.
Carlos Magno Corrêa Dias
05/04/2026
P.S.: DIAS, Carlos Magno Corrêa. Lógica matemática: introdução ao cálculo proposicional. 2. ed. Curitiba: Ed. do Autor, 2001. ISBN 85-900661-6-9. Depósito Legal na FBN/MinC. Registro FBN número 199.382 de 28 abr. 2001.
4 de abr. de 2026
O Futuro em Movimento centrado na Inovação.
O cenário global atual impõe à Indústria um desafio duplo e inadiável: a descarbonização da economia e a aceleração da transformação digital. Diante dessa realidade, o “Congresso Conecte-se à Transição Ecológica e Digital”, ocorrido nos dias 25 e 26 de março de 2026, no World Trade Center em São Paulo, consolidou-se como o ápice do maior movimento de ativação da inovação industrial da América Latina.
CNI / SEBRAE - 2026
Realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo SEBRAE, em parceria com SESI, SENAI e IEL Nacionais, o evento foi o desfecho de uma jornada sem precedentes. Ao longo de 2025, a "Jornada Nacional de Inovação da Indústria" percorreu os Estados do Brasil e o Distrito Federal, mapeando inovações em diversas Cidades; “esforço que resultou em um diagnóstico inédito sobre a capacidade brasileira de liderar a transição ecológica e digital, unindo a diversidade regional ao potencial tecnológico nacional”.
O Congresso foi desenhado para abordar as questões mais críticas da geopolítica global e da competitividade brasileira. Na Arena 1 (Plenária Principal), o foco recaiu sobre grandes debates institucionais, incluindo o lançamento do programa "Juntos pela Indústria" e painéis sobre o papel da China e do Brasil na transição energética e climática. Temas como combustíveis sustentáveis, saúde digital e os impactos da Inteligência Artificial (IA) na indústria ganharam destaque, conectando tecnologia e bem-estar social.
Simultaneamente, a Arena 2 foi dedicada ao Ecossistema de “Deep Techs”. O lançamento do programa Propulsiona! simboliza o compromisso em integrar grandes indústrias e startups de tecnologia profunda, focando em soluções disruptivas para biodiversidade, biotecnologia e economia circular. É o espaço onde a ciência de ponta encontra a aplicabilidade industrial.
O Congresso fundamentou-se em cinco eixos temáticos essenciais que guiarão a Indústria nos próximos anos: IA e Automação: Redefinindo a eficiência produtiva; Gestão Inteligente de Dados: Transformando informação em vantagem competitiva; Transição Energética e Descarbonização: O caminho rumo à neutralidade de carbono; Economia Circular: Novos modelos de negócios baseados na resiliência e sustentabilidade; “Deep Techs”: O protagonismo das soluções de alta complexidade técnica.
A convite da Secretaria do evento tive a oportunidade de conhecer mais sobre os temas tratados que em conjunto expandiu fronteiras permitindo que acadêmicos, empreendedores e gestores de todo o país participassem de debate que definiu os próximos ciclos da Economia do Brasil.
O “Congresso Conecte-se à Transição Ecológica e Digital” foi o ponto de encontro essencial para quem busca compreender e liderar as transformações que já estão em curso. O Brasil mostrou qua transição para um futuro verde e digital não é apenas possível, mas já possui um DNA genuinamente brasileiro.
Carlos Magno Corrêa Dias
04/04/2026
3 de abr. de 2026
Acordo União Europeia-Mercosul abre fronteiras para a Indústria do Paraná.
O debate sobre o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que ocorreu no dia 18 de março de 2026 no Câmpus da Indústria do Sistema Fiep (Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná), em Curitiba, transcende a formalidade institucional para se consolidar como um marco estratégico para o Setor Produtivo do Paraná.
CIN / Sistema Fiep - 2026
Promovido pela Fiep e pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), o evento "Acordo entre a União Europeia e Mercosul: desafios e oportunidades para a indústria" foi momento decisivo, após mais de duas décadas de negociações, buscando preparar o empresariado para uma das maiores integrações econômicas do mundo contemporâneo.
A relevância do encontro reside na necessidade de compreender o tratado além da redução de alíquotas. O acordo propõe uma transformação estrutural por meio da harmonização de normas e da aproximação regulatória, o que exige da Indústria do Brasil uma rápida adaptação a padrões internacionais de competitividade. “Para o Setor Industrial, o acesso a um mercado consumidor de alta renda e a facilitação para a importação de tecnologias são oportunidades latentes, mas que vêm acompanhadas do desafio de enfrentar uma concorrência global mais acirrada e exigências rigorosas de sustentabilidade”.
A programação foi dividida para cobrir as duas faces da correspondente integração. O primeiro painel abordou a perspectiva política e diplomática, contando com a presença de representantes das embaixadas dos Países Baixos, Argentina e Paraguai, essencial para entender o cenário geopolítico e a segurança jurídica do pacto. Já o segundo painel focou nos impactos econômicos e empresariais diretos, traduzindo as cláusulas técnicas em estratégias práticas para as indústrias multissetoriais que buscam expandir suas fronteiras e atrair novos investimentos.
A Fiep e o CIN democratizam o acesso a informações que definiram os rumos do Comércio Exterior nos próximos anos. Mais do que um seminário técnico, o encontro no Câmpus da Indústria do Sistema Fiep funcionou como um fórum de preparação indispensável para que o Paraná e o Brasil não apenas acompanhem a implementação do acordo, mas saibam explorar seu potencial para modernizar o parque fabril e fortalecer a presença nacional no mercado global.
Fui convidado a participar do evento “Acordo entre a União Europeia e Mercosul: desafios e oportunidades para a indústria” pela Coordenação de Cooperação Internacional (“International Cooperation” / “Coordinación de Cooperación Internacional’), da Gerência de Relações Internacionais (“Management of International Relations” / “Gestión de Relaciones Internacionales”), do Sistema Fiep.
Carlos Magno Corrêa Dias
03/04/2026
2 de abr. de 2026
Sem antídoto para o ponto de não retorno.
A loucura da guerra não tem cura e nem, tão pouco, remédio algum depois que se matou o primeiro inimigo de qualquer um dos lados.
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