5 de mai. de 2026

III Ciclo de Palestras sobre a Matemática é Marco na PUC-PR.


Há marcos na trajetória acadêmica que transcendem o tempo, consolidando-se como pilares do conhecimento técnico e da formação científica. O “III Ciclo de Palestras sobre a Matemática: Diferenciação e Integração Vetorial”, realizado na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), no primeiro semestre de 1996, é um desses exemplos. O ciclo representou uma imersão na análise multivariada, unindo a abstração teórica à resolução de problemas tangíveis do mundo real.

DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026

O “III Ciclo de Palestras de Matemática da PUCPR: Diferenciação e Integração Vetorial” teve minha proposição e coordenação sendo parte de um movimento que, embora focado em Cálculos e Teoremas, ecoaria na estrutura do Desenvolvimento Tecnológico do Estado do Paraná. Focado na espinha dorsal do Cálculo Vetorial a programação do evento não se limitou à exposição de fórmulas, mas sim à definição e estruturação de conceitos complexos que fundamentam a Engenharia e a Física moderna.

No “III Ciclo de Palestras de Matemática da PUC-PR”, chancelado pelo Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da PUC-PR, tive a oportunidade de ministrar, também, as palestras: “Estudo das Integrais de Superfície”; “O Teorema de Stokes e suas aplicações”; bem como “Teorema da Divergência e suas aplicações”.

Na primeira palestra abordei a base para a compreensão de fluxos e campos enquanto na segunda explorei a ponte entre as Integrais de Linha e as Integrais de Superfície. Finalizei minhas exposições tratando da ferramenta vital que relaciona o comportamento local de um campo vetorial ao seu fluxo através de uma fronteira ao abordar com o necessário rigor o Teorema da Divergência.

O grande diferencial do ciclo em pauta foi o compromisso assumido com a Modelagem Matemática. Os palestrantes não apenas demonstraram os teoremas de forma rigorosa, mas também apresentaram como as correspondentes ferramentas são aplicadas na resolução de problemas práticos. Além de minhas conferências, o evento contou com apresentações sobre: “Estruturação das Derivadas Direcionais”; “Estudo e Aplicações das Integrais de Linha”, “Teorema de Green”; e, “Geometria Diferencial”.

Ao se celebrar o “III Ciclo de Palestras sobre a Matemática” se comemora, também, a função social e acadêmica da Extensão Universitária a qual sempre será a promotora da oxigenação do currículo acadêmico de forma a preparar os Estudantes para os desafios do mercado e da pesquisa científica.

Três décadas depois (1996-2026), a lembrança do Ciclo de Palestras em questão reafirma a importância de uma base sólida centrada na Matemática e o papel da PUC-PR como centro de excelência e difusão do conhecimento científico no Paraná e no Brasil. O “III Ciclo de Palestras sobre a Matemática: Diferenciação e Integração Vetorial” faz parte distintiva da história.

Carlos Magno Corrêa Dias
06/05/2026

O Legado dos Pracinhas na Galeria dos Imortais.


Em 5 de maio de 2021, publicava, no portal do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), o artigo intitulado "A Galeria dos Imortais recebe mais lendas da FEB". Hoje, 5 de maio de 2026, seguindo o lustro romano, o quinquênio, das minhas postagens, celebro o aniversário da publicação em questão, revisitando o significado profundo da preservação da memória militar e civil brasileira na luta contra o totalitarismo.

Tudo tem uma razão, uma lógica. A escolha do SEESP como plataforma para aquela homenagem não foi fortuita. A Engenharia, em sua essência, é a arte de construir bases sólidas para o futuro. Ao registrar a trajetória dos heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), se exerce uma "Engenharia da Memória", solidificando a importância daqueles que defenderam a democracia nos campos da Itália. A Galeria dos Imortais funciona como um repositório ético, fazendo recordar (sempre) que a liberdade é um edifício em constante manutenção.

O artigo original destacou figuras que, por vezes, a historiografia oficial relega ao silêncio. Ao chamá-los de "lendas", elevo seus atos de coragem (operados sob condições climáticas adversas e, sobretudo, sob inferioridade tecnológica) ao patamar de exemplos imperecíveis. A FEB foi a única força sul-americana a participar do teatro de operações europeu, e o reconhecimento desses heróis é um tributo à competência do soldado brasileiro.

DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026

Celebrar menções aos Heróis da FEB é refletir sobre a necessidade de manter vivos os ideais de bravura e patriotismo daqueles que defenderam o mundo livre. Em uma realidade marcada por novas tensões, a lembrança da "Cobra que Fumou" serve como bússola moral. Recordar a brilhante participação dos Soldados do Brasil na sangrenta e mortal Segunda Guerra Mundial é manter um elo entre gerações, garantindo que vitórias ocorridas nos campos de batalha da Itália continuem ecoando como símbolos de uma nação que não se omite diante da tirania.

Anos após a publicação original, a "Galeria dos Imortais" permanece mais viva do que nunca. O texto cumpre sua missão de transformar o luto em reverência e a simples lembrança em história. Que o exemplo dos Pracinhas da FEB continue a inspirar a construção de um país soberano e justo.

O artigo “A Galeria dos Imortais recebe mais lendas da FEB” encontra-se disponível para leitura no endereço https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/20181-artigo-a-galeria-dos-imortais-recebe-mais-lendas-da-feb, postado a partir de 05/05/2021.

Neste 5 de maio, DIA DO EXPEDICIONÁRIO, (e “para todo sempre”) PARABÉNS para os Pracinhas que efetivamente abriram as portas para o desfecho final da Segunda Guerra Mundial e foram os “Libertadores de Cidades” na Segunda Guerra Mundial.

"A COBRA FUMOU”! Hurra! Hurra! Hurra! Salve, Salve! Salve! Salve Cobras Fumantes Pracinhas FEBianos Heróis Imortais!

Carlos Magno Corrêa Dias
05/05/2026