8 de set. de 2020

Parece impossível celebrar futuramente o dia da alfabetização.


Em 8 de setembro, Dia Internacional da Alfabetização, o mundo civilizado e alfabetizado que entende o valor da qualidade da educação para a soberania e o desenvolvimento de uma nação está em festa celebrando as inúmeras conquistas de seus cidadãos alfabetizados.

A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 1967 e constituí um chamado para se acabar com o analfabetismo e para melhorar a qualidade da alfabetização no mundo.

O Brasil, porém, que continua a disputar as últimas colocações em avaliações comparadas internacionais sobre educação, que ocupa, ano após ano, as primeiras posições no ranking dos países com pior nível mundial de aprendizado de suas crianças, que se classifica nas primeiras posições como um dos países mais ignorante do mundo, que ocupa as primeiras posições entre os países com o maior número de analfabetos do mundo (sejam eles analfabetos totais ou funcionais), que se distingue como um país que possui mais da metade da sua população adulta sem ter completado o ensino médio, que contabiliza enormes contingentes de cidadãos sem instrução formal alguma, que possui uma parcela muito pequena da população com ensino superior completo, que contabiliza milhões de cidadãos que sequer conseguem escrever seus próprios nomes, não tem o que comemorar nesta data. Grave, vergonhoso.

O mais triste, entretanto, é que o Brasil, ao que tudo indica, no próximo Dia Internacional da Alfabetização (em 2021), não terá motivos para comemoração alguma também.

Carlos Magno Corrêa Dias
08/09/2020

7 de set. de 2020

Sempre ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil.


Nosso Hino da Independência, com letra de Evaristo Ferreira da Veiga e Barros (1799-1837) e música de Dom Pedro I (1798-134), nos chama para celebrarmos mais um 7 de setembro, o Dia da Independência do Brasil.

É sempre interessante ressaltar que a música atual de nossa canção patriótica oficial de independência, composta em 1822 por Dom Pedro I, teria sido elaborada, conforme atestam historiadores, às quatro horas da tarde do mesmo dia do “Grito do Ipiranga” quando o imperador Dom Pedro I já estava de volta à São Paulo regressando de Santos. Conta-se, também, que naquela noite de 7 de setembro de 1822 já fora executada aquela melodia em público (pela primeira) com a letra de Evaristo Ferreira da Veiga e Barros.

Saliente-se, também, que a história do Hino da Independência tem seu início em 16 de agosto de 1822 quando a letra escrita por seu autor foi por ele batizada de Hino Constitucionalista Brasiliense.

A despeito da música de Dom Pedro I o Hino Constitucionalista Brasiliense teve uma primeira música elaborada pelo maestro lusitano Marcos António da Fonseca Portugal (1762-1830).

A história, entretanto, revela que depois da Proclamação da República e o fim do reinado de Dom Pedro I o Hino da Independência foi sendo esquecido e não mais executado.

Apenas em 1922, nas comemorações do centenário da independência, o Hino da Independência voltou a ser tocado, porém com a música composta por Marcos Antonio da Fonseca Portugal; não se sabendo ao certo por quais motivos a música de Dom Pedro I não foi considerada já que foi sua música atribuída ao Hino da Independência.

Todavia, durante o governo de Getúlio Dornelles Vargas (1882-1954) quando foi instituída uma comissão para regularizar os hinos do Brasil, o maestro Heitor Villa-Lobos (1887-1959) resgatou a melodia criada por Dom Pedro I a qual desde então é a melodia oficial do Hino da Independência do Brasil.

De lá para os dias atuais sempre celebramos o 7 de setembro tocando a música de Dom Pedro I e cantando a letra de Evaristo Ferreira da Veiga e Barros:

“Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil”.

Sempre festejemos 7 de setembro o Dia da Independência de nossa pátria Brasil.

Soberana é, também, a pátria que conhece e festeja sua independência com júbilo.

Carlos Magno Corrêa Dias
07/09/2020

4 de set. de 2020

Surge um novo decano dos Papas.


O alemão Bento XVI, nascido Joseph Aloisius Ratzinger em 16 de abril de 1927, o Papa Emérito e Romano Pontífice Emérito da Igreja Católica, conquista em 4 de setembro de 2020 mais uma interessante distinção, pois passa a ser o Papa mais velho da história com seus 93 anos, 4 meses e 19 dias de vida, superando o então romano Papa Leão XIII (nascido Vincenzo Gioacchino Raffaele Luigi Pecci-Prosperi-Buzzi, 02/03/1810 - 20/07/1903).

Bento XVI além de ter sido 265º Papa da igreja católica, é um intelectual brilhante e domina seis idiomas (alemão, italiano, francês, latim, inglês e castelhano) além de ter conhecimentos em outras várias línguas incluindo o português.

Membro de várias e importantes academias científicas da Europa Bento XVI é um pensador por excelência e tem significativas contribuições no mundo das ideias. Lê em grego antigo e em hebraico, é pianista (admirador da música de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)) e um dos mais influentes integrantes da Cúria Romana.

Afirmou dada vez Bento XVI "... Mozart entrou até o fundo da minha alma. Não é um simples divertimento: a música de Mozart encerra todo o drama do ser humano".

Tomado como ortodoxo em seus posicionamentos, Bento XVI, em 2005 foi considerado pela Revista Time uma das cem pessoas mais influentes do mundo.

Como Sumo Pontífice escreveu as encíclicas Deus Caritas Est, Spe salvi e Caritas in Veritate, deixando quase concluída a encíclica Lumen Fidei.

As publicações de Bento XVI já ultrapassam 600 títulos e diversos de seus estudos são de circulação restrita aos meios eclesiásticos. Entretanto, muitas são suas obras que tingiram recordes de venda.

O Papa Bento XVI deixou o cargo em 28 de fevereiro de 2013 tendo em vista julgar que sua saúde debilitada não mais lhe permitiria a adequada condução de seu ministério.

Disse Bento XVI: "No mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida e para a fé, para governar a barca de Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário vigor, tanto do corpo como do espírito, vigor que, nos últimos meses, diminuiu de tal modo em mim que devo reconhecer a minha incapacidade de administrar bem o ministério a mim confiado”.

Carlos Magno Corrêa Dias
04/09/2020

3 de set. de 2020

A malária também está matando junto com a covid-19.


No último dia primeiro de setembro de 2020 o número de curados de Covid-19 ultrapassou a marca dos 18 milhões de pessoas, correspondendo a mais de 70% do total de infectados no mundo.

Desde meados de março de 2020 já foram contabilizados perto de um milhão de óbitos no mundo em razão da Covid-19. Simplesmente assustador.

Mas, se nos permitirmos levar “socos na cara”, expressão parafraseada para aludir ao espanto desmedido, vejamos que só na década de 2010 (entre 2010 e 2019), nos últimos dez anos portanto, o número de infectados pela malária pode já ter ultrapassado 2 bilhões e 200 milhões de indivíduos no mundo (segundo estimativas otimistas).

É pressuposto, também, que no mesmo período, a malária matou mais de 5 milhões de pessoas.

Nada a ver, dirão alguns. Absurdas previsões, afirmarão outros.

Seja qual for, entretanto, o juízo de valor adotado, as pessoas continuam morrendo, também, devido ao insignificante mosquito Anopheles stephensi (vetor da malária).

A malária é contraída simplesmente por meio da picada do mosquito infectado.

Mas, permita-se ser mais contundente, pois até às 12 horas de 03/09/2020 estima-se que morreram no mundo mais de 39 milhões de pessoas por causas das mais diversas.

Carlos Magno Corrêa Dias
03/09/2020

1 de set. de 2020

Ópio dos fracassados.


A alienação é um sedativo para aqueles que já cansaram de lutar.

DIAS, C. M. C. - 2020

Carlos Magno Corrêa Dias
01/09/2020

26 de ago. de 2020

Toda análise deve levar em conta a contrapartida.


No dia 24/08/2020 o número de curados da Covid-19 no mundo ultrapassou 16 milhões de pessoas correspondendo a quase 70% dos casos registrados.

Seria até para se comemorar se não fosse a contrapartida, pois para se ter está espantosa quantidade de curados foi necessário existir o mesmo número de contaminados.

Além do mais, o número de mortes no mundo atribuído às complicações da doença já é próximo de um milhão.

Como ainda não existe uma vacina, nem mesmo medicamentos para conter o avanço da doença, os números contabilizados apenas servem para registro na história.

Então, cuide-se e cuide dos seus. Siga os protocolos. Covid-19 continua matando.

Carlos Magno Corrêa Dias
27/08/2020

25 de ago. de 2020

Celebrando os soldados e o sempre Caxias.


“Sigam-me os que forem Brasileiros”.

Sempre seja recordada a frase precedente proclamada pelo Soldado Brasileiro, Marechal de Campo, Luís Alves de Lima e Silva (1803-1880) que tão bem o representa.

Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, o Patrono do Exército Brasileiro, o Pacificador, o Marechal de Ferro, foi o grande líder diplomata que conseguiu com maestria aliar a ação militar com a habilidade política para a consolidação da Unidade Nacional do Brasil.

Em homenagem ao Mestre Duque de Caxias celebra-se em 25 de agosto, dia de seu nascimento, o Dia do Soldado Brasileiro.

Parabéns a todo Soldado que em tempo de guerra ou de paz serve ao seu país com dignidade e respeito sem medir esforços.

Há de se salientar que Caxias é considerado o mais importante militar da história brasileira. Em sua homenagem, em 1923, o Ministério do Exército criou uma celebração anual o dia de seu nascimento se tornou oficialmente o "Dia do Soldado" a partir de 1925; seus restos mortais, junto com os de sua esposa, foram exumados em 25 de agosto de 1949 e reenterrados no Panteão Duque de Caxias no Rio de Janeiro; em 13 de março de 1962 foi declarado o Patrono do Exércit do Brasil.

É interessante ressaltar que Caxias se tornaria sinônimo de oficial e cidadão correto que nunca infringe a lei e o termo popular “caxias” passou a ser utilizado até hoje para se referir aos indivíduos que “seguem as normas sem desconfiança, dúvida ou evasão".

Historiadores, das mais distintas posições, não se furtam de apresentar elogios ao “mais importante soldado do Brasil” dizendo: Caxias soube “incorporar a responsabilidade de alcançar o objetivo”, foi "extremamente poderoso dentro do Partido Conservador", "provou sua capacidade e sua lealdade ao derrotar revoltas contra o regime", foi "um brilhante oficial militar" e, também, "a figura militar mais famosa do Brasil”, foi “um homem genuinamente leal ao trono", ocupou “um lugar sublime na mitologia nacional do Brasil”, atuando “tanto como estadista quanto como militar, foi astutamente competente nos dois papéis", sendo o "o maior soldado do Brasil".

Em todo Dia do Soldado do Brasil é importante recordar e celebrar, em particular, também, os Pracinhas que fizeram a diferença na Segunda Guerra Mundial na Campanha da Itália.

Hoje são poucos os Pracinhas ainda vivos. Motivo para mais intensamente celebrar no Dia do Soldado os eternos integrantes da Força Expedicionária Brasileira (FEB), da recebeu, com alegria, todos o

Recordar os grandes nomes da história de um país é promover e garantir a soberania da correspondente ação.

Carlos Magno Corrêa Dias
25/08/2020

24 de ago. de 2020

Direitos da infância são lembrados para serem cumpridos.


Em geral, o período de vida no qual o ser humano é considerado como “criança” vai do nascimento até os doze anos incompletos de idade. Assim, por exemplo, no Brasil, é registrada semelhante classificação no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ao completar 12 anos a pessoa (no Brasil) passa a ser um adolescente segundo o ECA.

O ECA é o Marco Legal e Regulatório do Brasil que reúne as normas do ordenamento jurídico que objetiva a proteção integral da criança e do adolescente. O ECA foi instituído pela Lei número 8.069, de 13 de julho de 1990.

Para promoção de reflexões sobre as condições de vida das crianças em todo o mundo foi criado, pelo UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), o Dia da Infância a ser celebrado em 24 de agosto. Saliente-se que o Dia da Infância não está relacionado com o Dia das Crianças que se comemora no dia 12 de outubro.

Deve-se salientar que existe o Dia Mundial da Infância o qual, também, foi criado pelo UNICEF e é celebrado em 21 de março de cada ano. O Dia Mundial da Infância tem por objetivo a conscientização sobre a importância de garantir uma boa formação social, educacional e de valores para as crianças.

Todavia, acrescente-se que o Dia da Infância, celebrado em 24 de agosto, é festejado particularmente no Brasil.

O Dia da Infância chama a atenção para a observância da Declaração Universal dos Direitos das Crianças que preconiza que todas as Crianças:
- têm direito a uma nacionalidade e a um nome,
- são iguais, têm os mesmos direitos e devem viver com solidariedade e justiça,
- devem ser protegidas pela família, pela sociedade e pelo Estado,
- têm direito a alimentação e ao atendimento médico,
- devem ser protegidas de qualquer forma de violência,
- com dificuldades especiais têm direito a educação e cuidados especiais,
- têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade,
- têm direito à educação gratuita, ao lazer e a viver saudavelmente,
- têm direito de socorro em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes,
- devem ser protegidas contra o abandono e a exploração no trabalho,

Faça-se cumprir, então, os precedentes. O futuro de qualquer país depende das suas crianças.

Carlos Magno Corrêa Dias
24/08/2020

22 de ago. de 2020

CMCD PC 9596 completa um quarto de século.


O tempo vai passando e as lembranças nos obrigam comemorar as gratas experiências.

Tal é o caso de celebrar o dia de hoje, 22 de agosto de 2020, quando é completado um quarto de século (25 anos) da montagem e início de operação do meu CMCD PC 9596, o primeiro PC (Personal Computer) dos nove que já montei segundo minhas próprias especificações (e de acordo com o conhecimento somando de muitas experiências).

O CMCD PC 9596, embora esteja funcionando bem, não está mais em operação atualmente. É mantido conservado para ser lembrado com júbilo haja vista ter sido uma máquina que muito ajudou a realizar.

É a máquina da foto a seguir apresentada, um PENTIUM (i586) com arquitetura x86 padrão INTEL SO WIN 95 / MS DOS; CPU 133 MHz (FSB 66 MHz x Mút. 2.0); Barramento PCI; 128 MB de RAM; Placa de Video TRIDENT 1Mb; Drive de 3,5 polegadas de 1,44 MB; Drive de 5,25 polegadas de 1,2 MB; Unidade ZipDrive acoplada de 3,5 polegadas de 100 MB; Unidade de CD-ROM QUAD/SPEED CREATIVE 52x; Gravador de CD HP 4020i; VGA ATI Graphics Pro Turbo; Sound Blaster 16; Modem US-Robotics 56K ISA; 3 HDs MaxTor D540-X instalados; Gabinete Torre adaptado.

DIAS, C. M. C. - 2015

O CMCD PC 9596, uma excelente máquina, me ajudou a produzir muitos dos meus importantes trabalhos e venceu difíceis e complexos desafios ao longo dos anos de sua plena e direta utilização. Mais uma vez celebro com júbilo esta minha criação.

Carlos Magno Corrêa Dias
22/08/2020

18 de ago. de 2020

Estágio para aperfeiçoar futuro profissional de sucesso.


No Brasil o dia 18 de agosto ficou consagrado como o Dia Nacional do Estagiário.

A data foi oficialmente estabelecida com a aprovação do Projeto de Lei 7012/13; sendo a data escolhida em função do Decreto número 87.497, de 18/08/1982, que regulamentou a Lei número 6.494, de 07/12/1977, a qual inseriu a figura do Estagiário no ordenamento jurídico brasileiro.

A Lei 6.494/77 dispunha sobre os estágios de estudantes de estabelecimentos de ensino superior e de ensino profissionalizante do 2º Grau e Supletivo.

Durante mais de 30 anos a Lei 6.494/77 não foi alterada. Mas, o cenário brasileiro mudou profundamente e se fez necessária uma nova legislação sobre os estágios dos estudantes.

Assim, em 25/09/2008, foi sancionada a Lei número 11.788, a nova Lei do Estágio, para assegurar direitos e deveres dos estagiários no país.

Que seja possibilitado a todo jovem realizar seu estágio para poder moldar seu perfil profissional e para assegurar sua carreira de sucesso.

Carlos Magno Corrêa Dias
18/08/2020