29 de abr. de 2022

Não existe matemática sem uma filosofia da matemática.


Em “A matemática e suas concepções: considerações basilares sobre os fundamentos da matemática”, artigo meu publicado em março de 1992 na Revista Acadêmica da Puc-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), já há mais de trinta anos, discorria sobre as principais concepções filosóficas sobre os fundamentos da matemática, induzia minha particular posição filosófica sobre a matemática e denunciava (com preocupação) o “medo” existente de não se assumir (clara e categoricamente) uma estrita posição sobre a filosofia da matemática.

DIAS, C. M. C. - 2022

Finalizava o artigo em referência afirmando que “pretender ignorar, ou relevar ao plano secundário, as questões fundamentais que dizem respeito à filosofia da matemática, é tão insensato quanto arbitrar que o ser humano, enquanto tal, é desprovido da capacidade inerente de servir-se da razão para conhecer e julgar”.

“A matemática e suas concepções: considerações basilares sobre os fundamentos da matemática” (Rev. Acad., Curitiba, v. 3, n. 5, p. 15-18, mar. 1992) encontra-se disponível no RIUT (Repositório Institucional da Universidade Tecnológica Federal do Paraná) em PCS (Produção Científica de Servidores) no endereço.

Carlos Magno Corrêa Dias
29/04/2022

28 de abr. de 2022

Relembrando ENGENHARIA INFERENCIAL.


Há mais de dez anos, no período de 03 de abril a 13 de abril de 2012, ministrei o Curso de Extensão Universitária e Tecnológica intitulado ENGENHARIA INFERENCIAL no qual apresentei Técnicas Formais de Avaliação de Processos Dedutivos (TFAPD) direcionadas para a aquisição de conhecimentos, bem como, considerei Métodos Algébricos de Gerenciamento Sistemático de Informações (MAGSI) tomando por suporte os Cálculos Algébricos da Lógica Matemática Sentencial e Predicativa de Primeira Ordem.

DIAS, C. M. C. - 2012

Naquela oportunidade fiz conhecer os fundamentos da minha ENGENHARIA INFERENCIAL (EI) na qual são tomadas Inferências Lógicas Formais (ILF) como base para a criação, aperfeiçoamento ou implementação de soluções de problemas do mundo real.

Centrado nos pressupostos da EI são engendrados Modelos Formais Especialistas de Solução (MFES) ou construídos Dispositivos (automáticos) de Validação de Raciocínios Dedutivos (DaVRD).

Carlos Magno Corrêa Dias
28/04/2022

25 de abr. de 2022

SECANQUARI chama nova edição.


E outros 5 anos são passados desde a realização do II SECANQUARI (Seminário de Engenharia Lógica nos Caminhos da Quarta Revolução Industrial) o qual desenvolvi em 2017.

Para aquela edição do SECANQUARI estabeleci como assunto a ser tratado o tema "Lógica Condicional entre Nanociências e Nanotecnologias" o qual objetivou apresentar “evidências” lógicas de como já naquele período estavam sendo desenvolvidas fortes relações de impregnação mútuas entre as Nanociências e as Nanotecnologias em distinção ao distanciamento "percebido" entre as Ciências e as Tecnologias.

DIAS, C. M. C. - 2017

Na oportunidade observava que na evolução da Indústria 4.0 era apenas impossível manter quaisquer distanciamentos entre as Nanociências e as Nanotecnologias dadas as exigências inovadoras e disruptivas da apropriação do conhecimento que se iam impondo.

Agora em 2022 pensa-se em retomar o tema “Relações entre Nanociências e Nanotecnologias" em uma nova edição do SECANQUARI (Seminário de Engenharia Lógica nos Caminhos da Quarta Revolução Industrial).

A ideia preliminar é desenvolver evento que venha tratar (mais detalhadamente) o desenvolvimento de Nanomáquinas Lógicas centradas nos pressupostos da Engenharia Lógica.

Carlos Magno Corrêa Dias
25/04/2022

23 de abr. de 2022

Escrever livros sempre será o caminho.


Como observava lá em 24 de abril de 2015, o mundo havia “encontrado” minha obra JUÍZOS JUSTAPOSTOS (ISBN: 978-85-88925-22-9) no dia 23 de abril de 2015; exatamente, no dia que se celebrava o DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO DIREITO DE AUTOR.

DIAS, C. M. C. - 2015

Coincidência? Talvez. Mas, fato é que naquele 23 de abril de 2015, enquanto Autor, tive a grata satisfação (e o privilégio) de ter obra de minha autoria publicada na mesma data em que se festeja o DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO DIREITO DE AUTOR; data esta instituída em 1995 durante a XXVIII Conferência Geral da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

DIAS, C. M. C. - 2021

A data foi estabelecida para promover o prazer da leitura, a publicação de livros e a proteção dos direitos autorais.

DIAS, C. M. C. - 2021

Meus JUÍZOS JUSTAPOSTOS juntaram-se aos diversos outros livros que já escrevi, editei e publiquei.

Como sempre digo (e continuarei a dizer) “se temos que escrever, escrevamos livros”.

Carlos Magno Corrêa Dias
24/04/2022

22 de abr. de 2022

Em 1500 os europeus desembarcaram em Pindorama.


PINDORAMA, em tupi-guarani significa “Terra das Palmeiras”.

Relatos históricos oficiais afirmam que em 22 de abril de 1500, quando Pedro Álvares Cabral (1467 ou 1468 - c.1520) desembarcou com sua expedição em PINDORAMA, a “Terra das Palmeiras” já estava habitada por cerca de oito milhões de indígenas distribuídos em mais de mil tribos enquanto em Portugal se estima haviam pouco mais de um milhão de habitantes.

Então, não é apropriado dizer que o nosso Brasil foi “descoberto em 1500” ou que a data de 22 de abril de 1500 é a data do "descobrimento do Brasil”.

PINDORAMA, em 1500, já estava habitada; não sendo, então, possível dizer que foi descoberta. Lá viviam diversas Nações Indígenas tais como as dos Tamoios, Carijós, Charruas, Guaranis, dentre outras.

Inquestionavelmente, porém, é a importância histórica do dia 22 de abril de 1500 para o Brasil dado ser a data na qual ocorreu o desembarque dos portugueses em PINDORAMA; um importante marco histórico que deve ser sempre relembrado.

As Nações Soberanas relembram, contam e festejam suas histórias.

Carlos Magno Corrêa Dias
22/04/2022

21 de abr. de 2022

Dia de Tiradentes o Patrono Cívico da Nação Brasileira.


Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792) mais que um herói uma ideia, um pensamento de liberdade.

O Alferes Tiradentes, Herói Nacional, Símbolo Mártir da Inconfidência Mineira, Patrono Cívico do Brasil, Patrono Nacional das Polícias Militares, BRASILEIRO que não admitia a exploração servil vivida pelo Brasil, proclamou pouco antes de ser assassinado em 21 de abril de 1792: “Jurei morrer pela independência do Brasil, cumpro a minha palavra! Tenho fé em Deus e peço a Ele que separe o Brasil de Portugal".

Imagem da pintura histórica de José Wasth Rodrigues (1891-1957) de 1940
 retratando Joaquim José da Silva Xavier com uniforme de Alferes - Divulgada em Wikipédia

Conclamado como o maior compatriota de todos os tempos Tiradentes foi homem inconformado, generoso, com fortes paixões, muito teimoso, de infinita coragem, namorador, por vezes ingênuo, apaixonado por livros e defensor do conhecimento, anticolonialista, que queria a instalação da República e que acreditava que o esforço pessoal sempre seria recompensado. Joaquim José da Silva Xavier, segundo, também, consenso dos historiadores, a despeito de suas convicções políticas, foi dentista (“tira-dentes”), minerador, comerciante e Alferes na Arma de Cavalaria (antiga Patente de Oficial no Exército do Brasil que atualmente corresponde ao posto de Segundo-Tenente) sendo reconhecido como um bom militar.

No DIA DE TIRADENTES, 21 de abril, proclamado pela lei número 4.897/1965, de 9 de dezembro de 1965, que declara Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, como Patrono Cívico da Nação Brasileira, com admiração e respeito, celebremos o nosso maior Herói Nacional.

Carlos Magno Corrêa Dias
21/04/2022

19 de abr. de 2022

Do sentimento de Soberania Nacional nasce o Exército Brasileiro.


As Nações Soberanas insistem em celebrar suas histórias. Então, não podemos ser diferentes.

Em 19 de abril comemoramos o DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO. A data foi escolhida em memória à primeira Batalha dos Guararapes ocorrida em 19 de abril de 1648 deflagrada contra a invasão holandesa no Nordeste do Brasil.

DIAS, C. M. C. - 2022

A primeira Batalha dos Guararapes ocorreu como parte da Insurreição Pernambucana (1645-1654) e é considerada como o Berço da Nacionalidade do Brasil quando militares portugueses, brasileiros nascidos no Brasil, brancos, negros libertos, índios potiguares, todos, em uma fusão de raças movida pela defesa da liberdade de um só povo, defenderam com suas vidas o nosso Brasil.

Da união dos Povos do Brasil para expulsar os invasores holandeses nasceu o ideal da Pátria, a Nacionalidade e, com eles, o Exército Brasileiro e o sentimento de Soberania Nacional.

A história nos ensina que a palavra PÁTRIA foi pela primeira vez utilizada no território brasileiro quando das lutas contra a invasão holandesa. Em maio de 1998, como homenagem àqueles que morrem lutando para libertar o Brasil da invasão holandesa, instituiu-se a saudação “PÁTRIA”, com a resposta “BRASIL”.

No DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO, 19 de abril, parabéns aos homens de cada uma das Armas, Quadros e Serviços da Força Militar Terrestre do Brasil que defendem desde 1648 com “BRAÇO FORTE” e “MÃO AMIGA” a República Federativa do Brasil.

Carlos Magno Corrêa Dias
19/04/2022

18 de abr. de 2022

Uma Nação Soberana se faz com JOVENS e LIVROS.


“Um país se faz com homens e livros”.

Assim nos ensinava José Bento Monteiro Lobato, mais conhecido como Monteiro Lobato (1882-1948), o qual é considerado o pioneiro e o pai da Literatura Infantil Brasileira. Na data de seu nascimento, 18 de abril, celebra-se o DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL.

DIAS, C. M. C. - 2022

O DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL foi criado pela Lei número 10.402, de 8 de janeiro de 2002. A leitura e a escrita são fundamentais para o desenvolvimento das “capacidades” do ser humano.

A leitura, em especial, além de outros preceitos, invariavelmente, possibilita o acesso ao conhecimento e ao legado cultural da humanidade.

Incentivemos nossos JOVENS a ler cada vez mais, pois uma Nação Soberana se faz, também, com JOVENS que desde cedo apreendem a importância dos LIVROS para as necessárias transformações.

Que pela via do LIVRO INFANTIL os futuros cidadãos brasileiros possam experimentar o PODER da LEITURA para TRANSFORMAR.

Uma Nação Soberana se faz com JOVENS e LIVROS.

Carlos Magno Corrêa Dias
18/04/2022

14 de abr. de 2022

Os COBRA FUMANTES “arrasaram” em Montese.


No período de 14 até 17 de abril de 1945 foi travada a sangrenta Batalha de Montese durante a Segunda Guerra Mundial a qual foi vencida com muito sacrifício e de forma irrepreensível pelos FABianos os Pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira).

Composição - DIAS, C. M. C. - 2022

Na Batalha de Montese as tropas do Brasil fizeram uma campanha bem-sucedida e determinante para o fim daquela guerra insana, mas tiveram que pagar um alto custo haja vista que foram registradas cerca de 430 baixas. A conquista de Montese marcou o início da chamada Ofensiva da Primavera e contribuiu decisivamente para o desmantelamento das linhas de defesa alemãs no setor do V Exército e no resto da Itália.

Até hoje, 77 anos depois, o Povo de Montese, agradecido aos Pracinhas, presta homenagens às Tropas Brasileiras, geralmente, na "Piazza Brasile" praça que os citadinos locais elegeram para reverenciar sempre seus libertadores.

De uma geração para outra ensina-se nas Escolas locais de Montese o quão foram importantes os “Soldados Cobra Fumantes” da FEB para eles. No Museu Histórico de Montese há um espaço expositivo especialmente dedicado à FEB que conta com riqueza de detalhes a história da libertação de Montese pelos FEBianos.

Além da excelente conquista de Montese pelos FABianos os mesmos foram reconhecidos como os “Libertadores de Cidades”. O General Comandante do IV Corpo-de-Exército Norte-Americano declarou: “Na jornada de ontem, 14 de abril, só os brasileiros mereceram as minhas irrestritas congratulações; com o brilho do seu feito e seu espírito ofensivo, a Divisão Brasileira está em condições de ensinar às outras como se conquista uma cidade”.

E a COBRA FUMOU. Parabéns e agradecimentos aos imortais heróis da FEB, aos Cobra Fumantes, aos FEBianos. Todas as homenagens aos Pracinhas sempre serão poucas pelo que fizeram em prol da liberdade dos homens.

Carlos Magno Corrêa Dias
14/04/2022

13 de abr. de 2022

Hino Nacional do Brasil tem data oficial para ser celebrado.


No dia 13 de abril celebra-se o Dia do Hino Nacional da República Federativa do Brasil.

A data foi escolhida pelo fato que na noite do dia 13 de abril de 1831 a música (a parte instrumental) do Hino Nacionakl do Brasil foi tocada pela primeira vez no Teatro São Pedro de Alcântara, na cidade do Rio de Janeiro.

DIAS, C. M. C. - 2022

A música do Hino Nacional do Brasil foi composta logo após os acontecimentos que marcaram o dia 7 de abril de 1831 quando o então imperador do Brasil abdicou do trono em favor do seu filho que nasceu no Brasil.

Ao longo da história o Hino Nacional do Brasil sofreu alterações tanto na letra quanto na música, bem como recebeu denominações anteriores como “Hino 7 de Abril” (em razão da abdicação do imperador) ou “Marcha Triunfal”. A despeito dos nomes dados é sempre importante mencionar que o Hino Nacional Brasileiro foi pensado para comemorar a Independência do Brasil a qual ocorreu em 7 de setembro de 1822.

Atualmente o Hino Nacional Brasileiro é executado com letra do Brasileiro, Professor, Ensaísta, Poeta e Teatrólogo Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927) e música do, também, Brasileiro, Maestro, Compositor e Professor Francisco Manuel da Silva (1795-1865) o qual foi cofundador da Imperial Academia de Música e do Instituto Nacional de Música.

Interessante notar que Osório Duque Estrada e Francisco Manuel da Silva não se conheceram. Quem criou a melodia do Hino Nacional do Brasil faleceu em dezembro de 1865 e quem escreveu a letra do Hino Nacional do Brasil que hoje cantamos nasceu em abril de 1870.

Nosso Hino Nacional, juntamente com a Bandeira Nacional, as Armas Nacionais (ou Brasão Nacional) e o Selo Nacional, integra o conjunto dos quatro Símbolos Nacionais da República do Brasil e nos distingue entre as outras Nações contando em versos parte de nossa história como Nação soberana.

A partir da Proclamação da República do Brasil, ocorrida em 15 de novembro de 1889, o Brasil passou por profundas transformações e os símbolos nacionais exigiam modificações objetivando apagar referências existentes ao antigo regime monárquico, pois o país vivia um novo contexto político. Então, muitas controvérsias e indefinições rondavam a tomada de decisões e uma das dificultades envolvia a escolha de uma letra para o Hino Naciuoanl que mais adequadamente representasse o novo regime político do país.

Entretanto, é apenas em 1909 que Joaquim Osório Duque-Estrada escreveu a letra do Hino Nacional do Brasil que rapidamente se popularizou, mas que ainda não seria oficializada pelo governo brasileiro da época. É no ano do aniversário do primeiro centenário da independência do Brasil, em 1922, que a composição em versos de Joaquim Osório Duque Estrada seria oficializada como a letra do nosso Hino Nacional.

Mais precisamente, em 6 de setembro de 1922, pelo Decreto número 15.671/1922, foi declarada oficialmente a letra do Hino Nacional do Brasil escrita por Joaquim Osório Duque Estrada.

Ressalte-se, porém, que pelo Decreto 171/1890, de 20 de janeiro de 1890, foi conservado como Hino Nacional do Brasil a composição musical do maestro Francisco Manoel da Silva adotando-se como Hino da Proclamação da República a composição musical (melodia) do Compositor, Violinista e Maestro Niteroiense Leopoldo Américo Miguez (1850-1902) baseada na poesia (letra) do Professor, Funcionário Público, Jornalista, Orador, Político, Contista, Poeta, Teatrólogo, Romancista, Ensaísta e Memorialista Recifense José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque (1867-1934).

Deve-se salientar que o Hino da Proclamação da República composto por Leopoldo Américo Miguez e José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque originalmente venceu concurso realizado em 1890 para eleger aquele que deveria ser o novo Hino Nacional do Brasil. Todavia, embora tenha vencido o correspondente concurso aquele hino não foi aceito pelo povo, mas representou um dos mais significativos símbolos que representam a proclamação do regime republicano brasileiro.

Por quase um século, de 1831 até 1922, o Hino Nacional do Brasil foi executado sem ter, então, oficialmente, uma letra. Algumas tentativas foram feitas para se acrescentar uma letra à música de Francisco Manuel da Silva. Todavia, de acordo com distintos historiadores, seguidamente, ou as letras propostas se apresentavam com demasiado ressentimento para com o antigo regime ou possuíam exagerados elogios ao sistema vigente na época. Todavia a música de Francisco Manuel da Silva sempre se manteve bastante popular.

Então, neste 13 de abril, comemoramos mais um Dia do Hino Nacional do Brasil cantando ou lendo (recordando) o nosso Hino Nacional.

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,

Carlos Magno Corrêa Dias
13/04/2022