26 de fev. de 2020

Poder além do poder.


A arte jamais se curvará diante de algum limite.


DIAS, C. M. C. - 2020

Carlos Magno Corrêa Dias
26/02/2020

24 de fev. de 2020

Festejando a primeira Constituição Republicana do Brasil.


Em 24/02/1891 foi promulgada a primeira Constituição Republicana do Brasil (a segunda de nossa história) a qual, inspirada na Constituição dos Estados Unidos, essencialmente Republicana, Federalista, Presidencialista e Liberal, permitiu vários avanços sociais, econômicos e científicos, contribuindo para a disseminação dos ideais positivistas proclamados em nosso lema “Ordem e Progresso”.

A Constituição de 1891 contava com 91 artigos e 8 artigos de disposições transitórias e deu garantias a diversas liberdades individuais e promoveu acentuado desenvolvimento de nossa Nação.

A primeira Constituição Republicana do Brasil vigorou durante toda a República Velha e sofreu apenas uma única alteração quando da aprovação da Emenda Constitucional de 03/09/1926.

Carlos Magno Corrêa Dias
24/02/2020

19 de fev. de 2020

Personagem confundido com seu criador parte para outros palcos.


E o Pai do Horror Nacional (Mestre por excelência) passa a aterrorizar em outras realidades. O brasileiro José Mojica Marins (1936-2020), cineasta, ator, roteirista de cinema e televisão, dirigiu 40 produções e atuou em mais de 50 filmes, mas hoje nos deixou.

A partir de 1950 com o filme "À meia-noite levarei sua alma" passou a ser conhecido como "Zé do Caixão".

O personagem Zé do Caixão (ou "Coffin Joe", como ficou conhecido nos Estados Unidos) se confundiu de tal forma com o seu criador Mojica que não se podia separar um do outro.

Com estilo próprio de filmar Mojica passou a ser reverenciado nacionalmente e chegou a ser considerado “cult” no circuito internacional. José Mojica Marins é considerado um dos inspiradores do movimento Cinema Marginal no Brasil.

O Cinema Marginal (ou Cinema de Invenção) foi um movimento cinematográfico desenvolvido no Brasil entre meados de 1968 e 1973 que propunha a ideologia da contracultura e iniciava uma abertura de diálogo lúdico e intertextual com o classicismo narrativo de Hollywood e as Chanchadas.

A obra de Mojica não somente é de grande importância para o gênero como continuará a influenciar as gerações futuras. Uma Nação Soberana sempre reconhece seus grandes nomes.

Carlos Magno Corrêa Dias
19/02/2020

15 de fev. de 2020

Entre o aceitável e o abominável existe riqueza incalculável.


"Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Vou lhes fazer um pedido: vivam a imaginação, pois ela é a nossa realidade mais profunda. ... ". Assim nos ensinou a médica brasileira Nise da Silveira (1905-1999), nascida em 15 de fevereiro em Maceió.

Por sua iniciativa, em 1952, foi fundado o Museu de Imagens do Inconsciente, no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro, quando a partir dos ateliês de pintura e modelagem foi possibilitado constituir um inovador (e humano) tratamento psiquiátrico no Brasil e no mundo centrado na ARTE.

Nise "enxergou a riqueza de seres humanos que estavam ‘no meio do caminho’. No meio do caminho entre o existir e a dignidade. No meio do caminho entre a loucura e a exclusão total. Entre o aceitável e o abominável".

Carlos Magno Corrêa Dias
15/02/2020

11 de fev. de 2020

Prática demonstra e defende posicionamentos.


É na prática que demonstramos e defendemos nossos princípios.


DIAS, C. M. C. - 2020

Carlos Magno Corrêa Dias
11/02/2020

10 de fev. de 2020

A Lei é Conspurcada pelo Benefício Próprio.


Não há justiça quando a lei não consegue perceber aqueles que a escreveram.


DIAS, C. M. C. - 2020

Carlos Magno Corrêa Dias
10/02/2020

1 de fev. de 2020

Mentes escravas de preceitos autocráticos.


Aceitar apenas a lógica de nossas mentes é deixar de interagir com o mundo e escravizar-se segundo leis autocráticas.


DIAS, C. M. C. - 2020

Carlos Magno Corrêa Dias
01/02/2020

31 de jan. de 2020

Quimera de plausível contenda.


Todos têm como contribuir para melhorar o mundo. Mas, muitos sequer se permitem não atrapalhar.


DIAS, C. M. C. - 2020

Carlos Magno Corrêa Dias
31/01/2020

30 de jan. de 2020

O de grande alma deu sua vida pela “ahimsa”.


“A luz se foi de nossas vidas”, assim era anunciado em 30 de janeiro de 1948, na Rádio Nacional da Índia, quando faleceu Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948) o Mahātmā ("de grande alma", "venerável") como ficou mundialmente conhecido.

Mahātmā Gandhi é um dos principais expoentes do pacifismo, da não violência (ahimsa), da liberdade e do cumprimento dos direitos humanos.

Nos ensinava Mahātmā Gandhi: “A não violência nunca deve ser usada como um escudo para a covardia. Ela é uma arma para os bravos”. “A não violência é a mais poderosa que todos os armamentos no mundo. É a mais forte que a mais forte arma destruidora inventada pela ingenuidade do homem”.

Carlos Magno Corrêa Dias
30/01/2020

27 de jan. de 2020

Vergonha e miséria humana para jamais serem esquecidas.


Não é permitido esquecer jamais o holocausto (do grego: holos, "todo" e kaustos, "queimado"), o assassinato insano (mas, deliberado, proposital) de seres humanos durante a II Grande Guerra Mundial.

No dia 27 de janeiro de 1945, já passados 75 anos, os prisioneiros do Campo de Concentração de Auschwitz foram libertados.

O dia 27 de janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, foi instituído para nos lembrar daquela miséria humana que nos envergonhará enquanto existir a humanidade.

Que a lembrança daquele horror sempre continue a nos assombrar e cobrar (enquanto homens) a hombridade necessária para nunca mais repetir todos crimes praticados em Auschwitz, Buchenwald, Bergen-Belsen, Nordhausende.

Que possamos evoluir e não mais subjugar o homem pelo próprio homem como o fizemos durante o holocausto.

Carlos Magno Corrêa Dias
27/01/2020