29 de jan. de 2016

Unindo EXPERTISES para o fortalecimento da Indústria Paranaense.

  
Ligado à CNI (Confederação Nacional da Indústria) o Sistema FIEP, composto pela FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), SESI-PR (Serviço Social da Indústria do Paraná), SENAI-PR (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e IEL-PR (Instituto Euvaldo Lodi do Paraná), trabalha de forma integrada na defesa dos interesses da Indústria do Paraná para promover o desenvolvimento industrial e sua representatividade promovendo a educação, o crescimento sustentável e a melhoria de vida das pessoas.

Atualmente a Indústria Paranaense responde por 24,5% do PIB do Brasil. Todo o Setor Industrial do Paraná é representado pela FIEP que conta com 109 Sindicatos Industriais filiados os quais defendem cerca de 50 mil Estabelecimentos Industriais do Paraná de 32 segmentos distintos. O Parque Industrial do Paraná é responsável por gerar 870 mil empregos.

A FIEP, por intermédio do CIN (Centro Internacional de Negócios), encontra-se processando a atualização de informações sobre as Indústrias do Paraná. Para tanto está chamando as Indústrias do Paraná para efetuar o correspondente cadastramento ou atualização. O Cadastro das Indústrias do Paraná - Edição 2016 constitui importante meio de divulgação para que os produtos gerados pela Indústria Paranaense sejam conhecidos tanto no Brasil quanto no exterior.

Uma Nação SOBERANA tem uma Indústria FORTE. A divulgação das EXPERTISES da Indústria Paranaense é solicitada para o desenvolvimento e o progresso.

Carlos Magno Corrêa Dias
29/01/2016

28 de jan. de 2016

Tríplice Hélice da Inovação GIRANDO no PR.

  
O TECPAR (Instituto de Tecnologia do Paraná) em parceria com a empresa russa BIOCAD passará a produzir o Bevacizumabe a partir de 2018. O Bevacizumabe é um medicamento para tratamento de diversos tipos de câncer e degeneração macular.

Juntamente com a BIOCAD o TECPAR produzirá o Bevacizumabe em Maringá, no Noroeste do Estado. A produção conjunta somente tornou-se possível devido à certificação da fábrica russa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em Boas Práticas de Fabricação (BPF). Semelhante aprovação constitui um dos requisitos para a efetivação da Transferência da Tecnologia de Produção do Bevacizumabe entre o TECPAR e a BIOCAD.

Ao possibilitar o giro da Tríplice Hélice da Inovação no Paraná o nosso Paraná avança garantindo a simbiose entre Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) que, por sua vez, promoverá o aumento do número de Registros de Patentes, Marcas e Propriedades Intelectuais em nossa Nação.

Pesquisa gerando CONHECIMENTO ÚTIL para o Progresso e Desenvolvimento da Nação e Melhoria de Vida das Pessoas. Este é o caminho.

Carlos Magno Corrêa Dias
28/01/2016

27 de jan. de 2016

Não é Permitido Esquecer Jamais.

  
O dia 27 de janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, foi instituído para nos lembrar do GENOCÍDIO, do ASSASSINATO insano (mas, deliberado, proposital) de seres humanos durante a II Grande Guerra Mundial (https://pt.wikipedia.org/wiki/Holocausto).

Que semelhante lembrança sempre continue a nos ENVERGONHAR enquanto homens para termos a hombridade de nunca mais repetir crimes como os praticados em Auschwitz, Buchenwald, Bergen-Belsen, Nordhausende.

Que possamos EVOLUIR e não mais SUBJUGAR O HOMEM PELO PRÓPRIO HOMEM.

Carlos Magno Corrêa Dias
27/01/2016



26 de jan. de 2016

CONHECIMENTO ÚTIL Gerado Para Combater Leucemia.

  
Grupo formado por Professores e Estudantes da UFF (Universidade Federal Fluminense) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) está pesquisando três moléculas capazes de combater a leucemia (tipo de câncer do sangue).

Pesquisa gerando CONHECIMENTO ÚTIL para a Melhoria de Vida das Pessoas. Este é o caminho para o DESENVOLVIMENTO e PROGRESSO de uma Nação.

Parabéns e Sucesso para a Equipe.
Carlos Magno Corrêa Dias
26/01/2016

25 de jan. de 2016

Revoluções Industriais Distinguindo Nações Desenvolvidas.

  
As Revoluções Industriais sempre chegam com atraso nos países subdesenvolvidos nos quais não são priorizadas Educação e Inovação.

A 1ª. Revolução Industrial foi iniciada no fim do século 18 quando água e vapor foram utilizados para mover máquinas. A 2ª. Revolução Industrial foi marcada pelo emprego de energia elétrica na produção em massa de bens de consumo. A 3ª. Revolução Industrial começou em meados do século passado com o advento da informática.

Vivemos a 4ª. Revolução Industrial na qual a fusão de tecnologias e a combinação da INTERNET dos Objetos com os Megadados torna indistinguíveis as linhas delimitadoras entre as esferas físicas e digitais.

Já começamos a perceber as grandes transformações no mundo em decorrência da 4ª. Revolução Industrial quando nos damos conta que a forma de trabalho está mudando e que há previsões da parda de milhões de empregos nos próximos anos nas principais economias mundiais, promovendo, em consequências, desequilíbrios e agitações não apenas no modelo de negócios como também na forma de viver das pessoas em todo o mundo.

No período de 20 a 23 de janeiro de 2016 foi realizado em Davos, na Suíça, mais um Fórum Econômico Mundial no qual os principais líderes políticos e investidores mundiais discutiram o panorama econômico e político mundial.

Fundado em 1971, o Fórum de Davos de 2016 discutiu não apenas os efeitos da 4ª. Revolução Industrial como, também, as problemáticas relacionadas à desaceleração chinesa e preocupações com os chamados países emergentes.

A 4ª. Revolução Industrial impõe novas formas de desenvolvimento e progresso que somente poderão ser apropriadas por países que continuem investindo fortemente em Educação e Inovação.

Mas, com sérios problemas no campo da EDUCAÇÃO e não cumprindo as exigências da INOVAÇÃO o Brasil já está atrasado na atual caminhada imposta pela 4ª. Revolução Industrial. Precisamos acelerar o passo.

Carlos Magno Corrêa Dias
25/01/2016

24 de jan. de 2016

Luta Contra Alterações Climáticas e Aquecimento Global Perde Aliados.

  
Em dezembro de 2015, durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP21), o mundo adotou o primeiro Acordo Universal para LUTAR contra as alterações climáticas e o aquecimento global. Trata-se do nomeado ACORDO DE PARIS (http://www.dw.com/pt/principais-pontos-do-acordo-de-paris-sobre-o-clima/a-18915243).

Mas, na contramão da História, o Brasil, em janeiro de 2016, retira do seu Plano Plurianual 2016-2019 objetivos, metas e iniciativas voltadas para o fortalecimento das FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA na sua Matriz Energética (http://www.revistaecologica.com/dilma-veta-energias-renova…/).

A insistência em se manter um país subdesenvolvido persiste de forma assustadora.

Carlos Magno Corrêa Dias
24/01/2016

21 de jan. de 2016

Contradições entre Produção Científica e Conhecimento Útil mantendo Subdesenvolvimento.

  
O Brasil está na 23ª. posição no Ranking Global de Qualidade Científica de acordo com a Edição 2015 do Nature Index.

Chega a ser incompreensível, senão inadmissível, absurdo, porém, a constatação que o mesmo Brasil, a sétima maior economia do mundo, esteja na penúltima posição no Ranking da WIPO (World Intellectual Property Organization) com apenas 41.453 patentes válidas enquanto o primeiro lugar possui 2,2 milhões de patentes válidas.

O número de patentes bem pode “refletir” o grau de INOVAÇÃO de uma Nação e quanto mais elevado o correspondente grau atingido mais desenvolvida será a Nação que assim se posiciona.

Como o Brasil produz muitos artigos e é MUITO "subdesenvolvido" em INOVAÇÃO, pode-se supor que no Brasil já se implantou a prática daninha da “Salami Science” a qual constitui procedimento de fatiar uma mesma descoberta, como se faz um salame, para gerar o maior número possível de artigos científicos objetivando a correspondente publicação. Com a prática da “Salami Science” tem-se uma produção gigantesca, entretanto ineficaz para a geração de conhecimento útil e necessário.

Dentre os inúmeros malefícios gerados pela prática miserável da “Salami Science”, vivenciado com maior intensidade nas Universidades Brasileiras Públicas, o impedimento do giro natural da “TRÍPLICE HÉLICE DA INOVAÇÃO” é, possivelmente, o mais danoso para uma Nação que almeja ser desenvolvida.

As Universidades Brasileiras Públicas não podem permanecer fora da “TRÍPLICE HÉLICE DA INOVAÇÃO” (a qual intitui a necessidade de trabalho conjunto entre Governo, Meio de Produção e Academia para a geração de Conhecimento Útil) e devem ser chamadas (urgentemente, também) para contribuir na resolução do grave problema aqui apresentado uma vez mais.

Carlos Magno Corrêa Dias
21/01/2016

20 de jan. de 2016

Décima Sondagem Industrial Sinaliza Baixa nas Expectativas.

  
Na sétima maior economia mundial XX SONDAGEM INDUSTRIAL elaborada pela FIEP e SEBRAE (http://www.agenciafiep.com.br/noticia/pesquisa-da-fiep-aponta-expectativa-extremante-baixa-do-industrial-para-2016/) evidencia o preocupante momento e sinaliza grandes dificuldades para o futuro próximo.

Carlos Magno Corrêa Dias
20/01/2016

19 de jan. de 2016

CELEPAR Conquista TIER III.

  
CELEPAR (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná) obtém certificação internacional “TIER III” do UPTIME INSTITUTE PROFESSIONAL SERVICES responsável pelas Certificações para o Sistema de Classificação TIER.

A Certificação TIER mensura o nível da infraestrutura do local destinado ao funcionamento de um Centro de Processamento de Dados(CPD). O padrão TIER está centrado na topologia e no desempenho (performance) do local individual destinado ao CPD.

Parabéns para a Equipe.

Carlos Magno Corrêa Dias
19/01/2016

18 de jan. de 2016

Marco Legal da CTI Sinaliza Caminho para o Desenvolvimento.

  
O Brasil é reconhecido mundialmente por possuir um Povo criativo com arte e cultura diversificada e diferenciada e ocupa posição de destaque na produção de artigos científicos.

Todavia, estranhamente, absurdamente, o mesmo Brasil disputa as últimas posições nos rankings internacionais sobre Propriedades Intelectuais, Patentes e Marcas.

É urgente mudarmos semelhante realidade.

Um possível caminho para a necessária transformação é seguir o MARCO LEGAL DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO recentemente sancionado (http://legis.senado.leg.br/legis…/ListaTextoIntegral.action…).

Carlos Magno Corrêa Dias
18/01/2016