23 de dez. de 2014

IGC da TECNOLÓGICA continua em crescimento.

            
No último IGC (Índice Geral de Cursos) do MEC a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) subiu seu IGC CONTÍNUO de 3,5515 (obtido em 2012) para os atuais 3,6010 (obtido em 2013) mantendo–se, assim, com conceito 4 (de uma escala que varia de 1 a 5).

O ICG é um indicador de qualidade que avalia as Instituições de Educação Superior do Brasil o qual é realizado pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Parabéns TECNOLÓGICA.

Carlos Magno Corrêa Dias
23/12/2014

21 de dez. de 2014

Nova sede do Câmpus Curitiba da UTFPR é realidade.


Leia-se na placa: FUTURAS INSTALAÇÕES DA SEDE DO CÂMPUS CURITIBA. 
           

No último dia 16/12/2014 foi assinada a Escritura da futura Sede do Câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

A nova sede está localizada onde funcionava a antiga fábrica da SIEMENS, na Rua Pedro Gusso, número 2635, na Cidade Industrial, em Curitiba.

Estive presente na cerimônia. Fizemos História.


Vida longa e próspera para a nova sede do Câmpus Curitiba da UTFPR.

Carlos Magno Corrêa Dias
21/12/2014

20 de dez. de 2014

Nova SONDAGEM INDUSTRIAL preocupa pelo forte pessimismo.

     
Na semana passada recebemos os resultados da nova SONDAGEM INDUSTRIAL 2014/2015 do Paraná (A visão dos líderes industriais paranaenses), a décima nona já realizada, a qual vem evidenciar que as expectativas e previsões do Setor Industrial do Paraná para 2015 são as piores dos últimos dezenove anos.

Realizada no mês de novembro, pela FIEP, em parceria com o SEBRAE, a SONDAGEM INDUSTRIAL 2014/2015 do Paraná corrobora, uma vez mais, a posição que a falta de uma Política Industrial no Estado do Paraná e no Brasil, bem como, a inexistência de um efetivo Projeto de Estado vinculando Governo, Academia e Indústria para o desenvolvimento da Nação são fatores determinantes para vislumbrar um cenário que se mostra gravemente pessimista e preocupante para o desenvolvimento e progresso do Estado e do Brasil.

Os quadros futuros não são otimistas e promovem acentuada preocupação em todos aqueles que objetivam que a Tríplice Hélice possa girar continuamente com a necessária intensidade.

Muitas são as evidências apresentadas que corroboram as precedentes observações, mas quando a pesquisa nos informa que apenas 5,37 por cento do treinamento da força de trabalho da Indústria se manterá oriunda das Universidades (tipo as Universidades Tecnológicas) fica-se, no mínimo, perplexo, senão extremamente preocupado; porquanto, notadamente, a Tríplice Hélice não terá como girar. Há uma previsão que 87,17 por cento do treinamento do trabalhador da Indústria ou continuará a ser realizado no próprio trabalho, ou em cursos internos ou nas Casas do Sistema S; sendo estimado, ainda, que 5,55% do treinamento realizado será possibilitado por outras Instituições de Ensino (tipo FGV, ISAE) e que 1,91% não terá qualquer treinamento.

Semelhante quadro demonstra, possivelmente, que a Universidade brasileira continuará não cumprindo seu objetivo precípuo. A Universidade foi pensada para gerar conhecimento útil e necessário para promover a melhoria de vida das Pessoas e para produzir desenvolvimento e progresso das Nações. Outras de suas funções até poderiam ser relegadas, em dada medida, a um segundo plano; mas jamais poderíamos, nós, a Universidade, nos distanciarmos do mundo real.

Na contramão dos exemplos de sucesso mundiais, insistimos em velhos erros e ficamos reclusos nos Castelos das Ciências. Não realizamos Extensão, não conversamos com o Mundo Real, com a Indústria, com o Comércio, com a Sociedade. Como se em uma ilha vivêssemos contamos as nossas próprias histórias tendo por pano de fundo as seguras bases das Ciências que nem sempre conseguem conversar com o dinamismo e rapidez das Tecnologias em desenvolvimento contínuo.

É urgente entender que uma Indústria Forte garantirá uma Nação Soberana. A manutenção de velhas práticas políticas (em nada inovadoras) obrigam o Brasil a se manter subdesenvolvido em diversos setores. Não há progresso e desenvolvimento sem PDI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação), sem aproximação entre Indústria e Academia, sem relações estreitas entre Ciência e Tecnologia.

Somente haverá pleno desenvolvimento quanto a Universidade entender que deve conversar com a Indústria e com o Meio de Produção (em geral) e compartilhar estudos e soluções. A pesquisa deve ser, também, aplicada. Somente pesquisa teórica não agrega valor, não gera divisas, não produz riquezas. A Universidade além de gerar conhecimento útil deve agregar valor ao que produz. É incompreensível mantermos as enormes distâncias entre Ciências e Tecnologia. A Universidade vive enclausurada em seus castelos teóricos enquanto, por exemplo, a Indústria alça voo no mundo das possibilidades por intermédio das Tecnologias.

PDI sempre foi o caminho. Basta olhar para as grandes potências mundiais desenvolvidas. Pesquisa sem gerar o necessário desenvolvimento de Produtos, Serviços ou Processo (que possam ser patenteados) não tem o menor sentido.

Mas, a Sondagem Industrial pode contribuir como alerta. Pensada com o propósito de identificar como o Industrial perspectiva o ambiente de negócios futuro, a Sondagem Industrial constitui, também, instrumento para, dentre outras aplicações, promover a definição de estratégias de ações no Meio Industrial, bem como, para fornecer subsídios ao Setor Público para a elaboração de políticas voltadas ao Setor Industrial.

Para conhecer a SONDAGEM INDUSTRIAL 2014/2015 na integra, acessar: http://www.fiepr.org.br/para-empresas/estudos-economicos/uploadAddress/Sondagem__Industrial_201415%5B59761%5D.pdf.

Carlos Magno Corrêa Dias
20/12/2014

19 de dez. de 2014

Uma recordista de mais de cem anos em festa.

  
A primeira Universidade Brasileira, fundada oficialmente em 19 de dezembro de 1912 em sessão realizada no edifício do Congresso Legislativo do Estado do Paraná, sob a presidência honorária de Carlos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente do Estado), está de aniversário no dia de hoje.
         
Crédito: Carlos Magno Corrêa Dias - 05/2014
   
Parabéns Universidade Federal do Paraná. Seus filhos comemoram com entusiasmo os 102 anos de existência.

Vida longa e próspera àquela que detém o título de Universidade mais antiga do Brasil conforme consta na edição brasileira do Guinness Book de 1995.

Carlos Magno Corrêa Dias
19/12/2014

16 de dez. de 2014

PISA da OCDE demonstra seguidamente pífios Resultados do Brasil.

   
A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, em francês: Organisation de Coopération et de Développement Économiques) é uma organização internacional composta por trinta e quatro países que aceitam os princípios da Democracia Representativa e da Economia de Livre Mercado. A OCDE (http://www.oecd.org/) é constituída por Economias Mundiais de alta renda e cujo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é alto, sendo tomados como países desenvolvidos e ricos, exceto México, Chile e Turquia.
 

Sua origem ocorreu em 1948 quando da instituição da “Organização para a Cooperação Econômica” (OECE) a qual foi criada para ajudar a administrar o “Plano Marshall” que objetivava a reconstrução da Europa após a Segunda Guerra Mundial. A partir de 1961 transformou em OCDE e hoje conta com Estados não-Europeus como filiados.
 

A partir de dezembro de 2012 a OCDE passou a ter vinte e cinco Estados não-Membros que constituem observadores ou participantes de pleno direito nas suas Comissões. Objetivando manter um diálogo político para compartilhar opiniões sobre as melhores práticas a seguir a OCDE conta com um total de cinquenta países não-Membros.
 

Em maio de 2007, o Conselho Ministerial da OCDE decidiu “fortalecer a cooperação da OCDE com o Brasil, China, Índia, Indonésia e África do Sul”
 

Por intermédio de programas de enhanced engagement (engajamento ampliado) com vistas a uma possível adesão à OCDE, em maio de 2007, o Conselho Ministerial da OCDE resolveu adotar procedimentos para fortalecer a cooperação da OCDE com o Brasil, China, Índia, Indonésia e África do Sul. Neste sentido, o da adesão, a OCDE passou a intensificar a produção de estudos a respeito do Brasil. No site oficial da OCDE (http://www.oecd.org/brazil/) foi criado espaço específico para divulgar relatórios, notícias e estatísticas sobre o Brasil.
 

OCDE desenvolve e coordena o Programme for International Student Assessment (PISA), Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, o qual constitui uma iniciativa internacional de avaliação comparada, aplicada mundialmente a estudantes na faixa dos 15 anos (idade considerada aquela na qual ocorre o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países) que fazem parte do correspondente ranking.
 

Fundamentalmente, o PISA objetiva avaliar como as Escolas dos países participantes estão preparando os Jovens para cumprir o papel de cidadãos na Sociedade atual, gerando indicadores que venham contribuir e subsidiar a necessidade de tomada de decisão para promover a necessária melhoria da qualidade da Educação nos países avaliados.
 

Objetivando discutir e avaliar os pífios e preocupantes resultados seguidamente obtidos pelo Brasil nas edições do PISA fomos, recentemente, chamados a discutir e avaliar questões relacionadas à Educação no Brasil.
À luz dos resultados apresentados pelo PISA 2012 a situação da Educação no Brasil, na mais simples das observações, é apenas lastimável, em se tratando da sétima economia mundial e é tomada como país emergente.
 

No PISA 2012, o Brasil obteve em Matemática 391 pontos, enquanto a média da OCDE foi de 494 pontos; em Leitura atingiu 410 pontos, enquanto a média da OECD foi de 496 pontos; e, em Ciências somou 405 pontos, enquanto a média da OECD foi de 501 pontos. Semelhantes resultados colocaram o Brasil na quinquagésima oitava posição em Matemática, na quinquagésima quinta posição em Leitura e na quinquagésima nona posição em Ciências (dentre os sessenta e cinco países classificados).
 

Conclusão do PISA 2012:
(a) em Leitura os Alunos Brasileiros não são capazes de deduzir informações do texto, não conseguem estabelecer relações entre as partes do texto e não conseguem compreender nuances da linguagem;
(b) em Ciências os Alunos Brasileiros são capazes de aplicar o pouco que sabem apenas a limitadas situações de seu dia a dia e não conseguem apresentar explicações científicas mesmo que as mesmas estejam explícitas nas evidências; e,
(c) em Matemática os Alunos Brasileiros não conseguem interpretar situações que exigem apenas deduções diretas da informação dada, não são capazes de entender percentuais, frações ou gráficos.
 

A cada edição o PISA prioriza uma das três dimensões avaliadas: Leitura, Matemática, Ciências. Na última edição, em 2012, Matemática foi a dimensão foco da avaliação. A dimensão das Ciências será o foco principal no PISA 2015.
 

Os resultados da edição 2012 são, inegavelmente, péssimos. Entretanto, em todas as edições anteriores do PISA passamos, também, semelhante vergonha. Mas, a maioria dos Professores e Gestores nem sabem da existência do PISA. A Edição 2015 do PISA será apresentada em breve e nossos resultados se repetirão numa sequência absurda e injustificável, pois trabalho efetivo algum está sendo desenvolvido para reverter o correspondente desastre.
 

Precisamos chamar as correspondentes questões para serem discutidas e trabalhadas nas Universidades e em todos os locais nos quais se tenha o firme propósito de desenvolver uma Educação de qualidade para o desenvolvimento e progresso de nossa Nação. Os resultados do Brasil no PISA demonstram apenas, invariavelmente, a insistência do Brasil em se manter subdesenvolvido.
 

Conheça os Resultados do PISA 2012 acessando:
http://www.oecd.org/pisa/keyfindings/pisa-2012-results-volume-I.pdf.
 

Carlos Magno Corrêa Dias
16/12/2014

14 de dez. de 2014

SONDAGEM INDUSTRIAL perspectivando o futuro da INDÚSTRIA nacional.

          
Objetivando identificar perspectivas, passadas e futuras, do Setor Industrial do Brasil, tanto da Indústria Extrativa quanto de Transformação, é desenvolvida, desde 1998, pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), a pesquisa de opinião empresarial conhecida como Sondagem Industrial a qual abrange o Distrito Federal e os vinte e seis Estados brasileiros, sendo realizada em parceria com as Federações das Indústrias dos Estados envolvidos.

Na Sondagem Industrial são considerados resultados por Setor de Atividade, Região Geográfica e Porte da Indústria. Cada Estado possui, também, a sua Sondagem Industrial específica na qual seus resultados particulares são apresentados pelas respectivas Federações das Indústrias Estaduais.

Coordenado pelo Departamento Econômico da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), foi desenvolvida a décima oitava edição da Sondagem Industrial do Paraná (2013-2014) a qual representa o posicionamento de empresários de 340 médias e grandes Indústrias e de 202 micro e pequenas Indústrias instaladas no Estado do Paraná.


Ressalte-se que é na edição 2013-2014 da Sondagem Industrial do Paraná que pela primeira vez se dá atenção especial para as micro e pequenas Indústrias Paranaenses.

Em evento recentemente realizado tivemos oportunidade de avaliar a XVIII Sondagem Industrial do Paraná, edição 2013-2014, a qual enfatizava que o otimismo da Indústria Paranaense para 2014 era o mais baixo dos últimos cinco anos, tendo-se no cenário econômico, infraestrutura e carga tributária as principais dificuldades para o pleno desenvolvimento das Indústrias do Paraná. Muito daquilo que havia sido perspectivado já foi, infelizmente, confirmado.

No endereço http://www.fiepr.org.br/para-empresas/estudos-economicos/uploadAddress/sondagem201314_ok_internet%5B49503%5D.pdf pode-se consultar a XVIII Sondagem Industrial do Paraná 2013-2014 e conhecer aspectos relacionados com o desempenho e a evolução da Indústria do Paraná para perspectivar caminhos a seguir no futuro.

Para um estudo comparativo sobre a Sondagem Industrial do Paraná anual de 1995-1996 até 2012-2013 acessar o endereço: http://www.fiepr.org.br/para-empresas/estudos-economicos/sondagem-industrial-1-20654-238938.shtml.

Carlos Magno Corrêa Dias
14/12/2014

13 de dez. de 2014

Mais um prêmio recebido em 2014 para concluir um ano de produção intensa.

   
Recebi, no último dia 11/12/2014, conforme recibo número 3.982/14, da nossa fantástica Biblioteca Nacional, Ministério da Cultura do Brasil, a confirmação do Depósito de minha obra intitulada CONDICIONAIS NECESSIDADES DE TRANSCENDENTES SUFICIÊNCIAS (ISBN: 978-85-88925-20-5) a qual passa a compor o acervo daquela importante CASA DE CULTURA de nossa Nação, contribuindo, uma vez mais, para a preservação e guarda da Produção Intelectual Nacional. 

Como sempre o afirmo: semelhante prêmio não tem preço.

Carlos Magno Corrêa Dias
13/12/2014

11 de dez. de 2014

Aos Engenheiros o ENGENDRAR.

  
Aos diversos, centenas, já milhares, de Engenheiros que ajudei a formar os meus cumprimentos pelo DIA DO ENGENHEIRO. Que continuem a ENGENDRAR soluções úteis e necessárias para a melhoria de vida das Pessoas e para o pleno desenvolvimento de nossa Nação.

Aos ainda aprendizes dos Cursos de Engenharia, principalmente meus Alunos, desejo que se empenhem cada vez mais em suas formações para se transformarem em ENGENHEIROS que venham promover, pelo poder do conhecimento agregado, o Progresso e o Desenvolvimento de nosso país elevando o mesmo ao status de uma NAÇÃO SOBERANA.

Carlos Magno Corrêa Dias
11/12/2014

10 de dez. de 2014

CMNPPR avalia ODM e perspectiva ações para 2015 e para pós 2015.


No último dia 9 de dezembro de 2014, foi realizada, no Câmpus da Indústria da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), em Curitiba, a reunião mensal do Colegiado do Movimento Nós Podemos Paraná (CMNPPR) para a definição do Planejamento de ações para 2015.

No encontro, com coordenação do SESI-PR (Serviço Social da Indústria do Paraná), além do Planejamento de 2015, foram compartilhadas, também, as diversas ações em desenvolvimento e já desenvolvidas pelas Organizações membros, bem como, uma avaliação crítica do ano de 2014 foi considerada.

Como membro representante do Colegiado Nós Podemos Paraná e do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade (MNCS) participei da reunião e pude interagir com demais representantes quando apreciamos os resultados de 2014, novas parcerias formadas, projetos executados e capacitações concluídas.

O Colegiado do Movimento Nós Podemos Paraná (CMNPPR) é formado por representantes de Instituições e Organizações que fizeram adesão formal ao MNCS no Estado, Região e Município atuando para mobilizar e articular Governos, Empresas e toda a Sociedade para contribuir com o alcance dos ODM no Paraná, bem como, para fazer do Paraná uma referência de qualidade de vida e desenvolvimento sustentável e do cidadão paranaense um líder de seu destino.

Durante o evento tivemos mais uma oportunidade de avaliarmos, também, a participação efetiva do Paraná nos trabalhos para o alcance dos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) e perspectivarmos as necessárias ações pós 2015 quando passaremos a trabalhar em prol dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) sem, entretanto, deixarmos de atender ao cumprimento dos ODS haja vista que que muito trabalho relacionado ainda é necessário executar para o completo alce dos ODS.

Durante a reunião definimos, ainda, sete temas prioritários que conduzirão nossos trabalhos ao longo de 2015; quais sejam: (01) Educação e Saúde, (02) Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade, (03) Mobilização e Comunicação, (04) Núcleos ODM, (05) ODS, ()6) Meio Ambiente e (07) Mulher.

Carlos Magno Corrêa Dias
10/12/2014

9 de dez. de 2014

Nas trilhas da produção as perspectivas se ampliam.


Mais um livro escrito, editado e publicado. 2014 foi um ano profícuo e ampliou possibilidades.
 
 
Com meu mais novo livro CONDICIONAIS NECESSIDADES DE TRANSCENDENTES SUFICIÊNCIAS (ISBN: 978-85-88925-20-5) um novo horizonte é vislumbrado e já soma, a partir de 18 de novembro de 2014, mais um Registro de Propriedade Intelectual em nossa Nação.
 

Carlos Magno Corrêa Dias
09/12/2014