31 de out. de 2014

Se for para aterrorizar, nos assustemos com o nosso imaginário nacional.

  
A despeito da tradição cultural celta do Halloween ou "Dia das Bruxas", ou mesmo de posicionamentos nacionalistas, hoje, dia 31 de outubro, por coincidência, também, uma SEXTA-FEIRA, celebra-se, no BRASIL, oficialmente desde 2005, o DIA DO SACI.

A data foi proposta pelo Projeto de Lei Federal número 2.762, de 2003 (apensado ao Projeto de Lei Federal nº 2.479, de 2003) cujo objetivo principal foi valorizar a Cultura Nacional.

Como somos sempre pela CULTURA NACIONAL, no dia 31 de outubro chamemos para as festas tupiniquins alusivas à data as nossas figuras folclóricas tipicamente brasileiras como os curupiras, iaras, mulas-sem-cabeça, tupãs, cucas e, é claro, o Saci (ou saci-pererê, saci-cererê, matimpererê, matita perê, saci-saçurá ou saci-trique). Bons Sustos.

Carlos Magno Corrêa Dias
31/10/2014

30 de out. de 2014

Poder emanado do simples reconhecimento.

  
Como observei dias atrás, a SNLB (Semana Nacional do Livro e da Biblioteca), realizada de 23 a 29 de outubro, constitui, sempre, um importante MOMENTO NACIONAL DE SOBERANIA.

Soberania (irmã da Autonomia, prima da Força) significa, também, o poder de reconhecer a relevância do DIA NACIONAL DO LIVRO (dia 29 de outubro) para o fortalecimento da Cultura de uma Nação.

Com decepção, porém, constatamos, uma vez mais, que o correspondente EMPODERAMENTO não é reconhecido pela maior parte das pessoas e que não está incluído nas rotinas da grande maioria das Instituições.

Carlos Magno Corrêa Dias
30/10/2014

29 de out. de 2014

Preocupações conduzem dúvidas sobre instanciação de Código Nacional.

    
Atualmente, no Brasil, são mantidas discussões sobre a definição de um ARCABOUÇO LEGAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO no sentido de instituir um Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação que possibilite às Instituições Públicas Brasileiras exercerem com maior eficiência suas funções como geradoras de Conhecimento Científico.

No que concerne às discussões sobre o correspondente ARCABOUÇO LEGAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO tem-se, a partir de 2011, intensificadas as discussões em torno de dois Projetos de Lei que visam um Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação os quais tramitam, simultaneamente, nas duas Casas do Congresso. No Senado Federal temos o PLS 619/11, de 04/10/2011, e, na Câmara, o PL 2.177/11, de 31/08/2011.

Observações dão conta, entretanto, que tais Projetos de Lei foram concebidos (ou estão sendo desenvolvidos), em dada medida, sem levar (fundamentalmente) aspectos de compliance ou que foram pensados independentemente da Lei número 10.973/04, de 2 de Dezembro de 2004, a denominada Lei de Inovação Tecnológica, que dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo; bem como, da atual Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, definida pelo Decreto 5.886/06, de 6 de Setembro de 2006, que aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Na sempre defesa pelo contínuo giro da Tríplice Hélice entre Governo, Academia e Indústria para a aproximação efetiva entre a Ciência e a Tecnologia em consonância com a Inovação para o desenvolvimento da Nação e para a melhoria de Vida dos Cidadãos Brasileiros, nos preocupa aspectos unilaterais evidenciados na correspondente perspectiva.

Todavia, em particular, no último dia 23/04/2014, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei número 2.177, posicionou-se favorável pela aprovação do mesmo quanto ao mérito, à constitucionalidade, à juridicidade, à técnica legislativa e à adequação orçamentária e financeira, na forma de Substitutivo; possibilitando, então, a instituição do Código Nacional de Ciência,Tecnologia e Inovação. A matéria seguiu, então, para ser debatida em Plenário objetivando avaliar sua importância para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no Brasil.

Sempre defendo a necessidade de articulações mais intensificadas e urgentes entre a Indústria, o Governo e a Academia, mas não podemos, entretanto, deixar de notar que os processos de PDI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) e as ICT (Instituições de Ciência e Tecnologia) perspectivam objetivos distintos, embora, possam, é claro, se complementarem e caminharem por alguns caminhos em conjunto, em simbiose.

Não seria interessante para o progresso e a soberania da nossa Nação criar, todavia, mecanismos que contribuíssem para comprometer ainda mais a formação adequada dos nossos jovens Profissionais egressos das Universidades, ou que inviabilizassem a geração de Conhecimento Fundamental por meio da Ciência Básica, ou que cerceasse as inúmeras possibilidades da Tecnologia desenvolvidas na Indústria e no Meio de Produção em geral.

A pesquisa, seja ela aplicada ou não, não substituirá jamais a Formação Acadêmica de Graduação dos Profissionais que fazem o mundo real girar. Subverter semelhante lógica seria assinar a manutenção do subdesenvolvimento de um país.

Como temos observado, Ciência e Tecnologia (orientadas pela Inovação) devem caminhar juntas para o desenvolvimento e progresso da Nação e, consequentemente, para possibilitar a geração de conhecimento útil para a Melhoria de Vida das Pessoas. Assim, nem Ciência e nem Tecnologia pode sobrepujar a outra em importância ou necessidade. É um erro, também, pensar que Tecnologia e Ciência possam servir categoricamente a um mesmo propósito. Porém, não se deve correr o risco de se possibilitar a dicotomia ou ruptura entre Ciência e Tecnologia.

Atualmente, o Ensino em nossa Nação, de forma geral, é lamentável. O que não é muito diferente do Ensino praticado nas Universidades, em particular. Provas de semelhante problema podem ser observadas consultando-se as principais classificações internacionais sobre Universidades nas quais as Universidades Brasileiras não figuram nas mais importantes e em outras ocupam sempre as últimas posições. Não temos sequer uma Universidade classificada entre as cem melhores Universidades do mundo.

A Tríplice Hélice deve girar, de preferência cada vez mais rápida, mas cada parceiro deve continuar realizando suas funções com qualidade e da melhor forma possível, atendendo com eficiência e eficácia, adequadamente, cada um de seus grupos.

Consideramos que algumas concessões, flexibilizações e aberturas inseridas na proposta do Código pretendido devam ser analisadas com vistas a coibir futuros excessos e desvios que venham comprometer ainda mais os correspondentes setores envolvidos. Defendemos que aspectos determinantes de Compliance deveriam já estar sendo pensados e inseridos, pois a experiência já demonstrou que inseri-los depois de aprovada a Lei é sempre mais oneroso e, em dadas circunstâncias, praticamente, é quase impossível uma aceitável adequação futura.

Carlos Magno Corrêa Dias
29/10/2014

28 de out. de 2014

Apelo denunciador ao necessário.

  
Frequentemente, o mundo é atacado por incompreensões, inconsistências e absurdos. Mas, muitas realidades assustadoras nos assombram e sequer são percebidas, ou antes, aceitas pela maioria. Evidências não faltam.

Considere-se, por exemplo, o caso ocorrido em importante Seminário sobre Ciência, Tecnologia e Inovação realizado recentemente no Brasil quando a Direção do Setor de Pesquisa e Inovação Tecnológica de grande Multinacional apela (em público) às Universidades: a pesquisa e a inovação são necessárias (sem dúvida alguma), mas ... (por favor) PRECISAMOS EM NOSSAS INDÚSTRIAS DE ENGENHEIROS QUE SAIBAM DISTINGUIR SENOS DE CO-SENOS.

Carlos Magno Corrêa Dias
28/10/2014

Poder da Leitura Transforma Mentes.

  
Ainda é possível participar ou incentivar a participação. A Secretaria Municipal do Esporte Lazer e Juventude, por meio do Departamento de Incentivo ao Esporte e Promoção Social, em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba, convida todos a participar da Campanha de Doações de Livros 2014, a qual permanece até 31 de outubro de 2014.

A ideia é contribuir com doações para o acervo das Tubotecas de Curitiba e das Casas da Leitura de Curitiba que integram o Programa CURITIBA LÊ. A iniciativa é uma contrapartida social dos atletas e paratletas beneficiários da Lei Municipal de Incentivo ao Esporte.

Participe. Chame a participação. Vamos contribuir para que mais e mais pessoas possam ser beneficiadas pelo poder da LEITURA.

Carlos Magno Corrêa Dias
28/10/2014




25 de out. de 2014

Arcabouço Nacional de CTI é abordado em Seminário na Indústria.

  
Dando continuidade aos trabalhos conjuntos que objetivam chamar a Academia, o Governo e a Indústria para a instauração de um Projeto de Estado que permita o desenvolvimento pleno de nosso Paraná e de nosso Brasil, participei, a convite do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Paraná (SENAI-PR) e do Instituto Euvaldo Lodi do Paraná (IEL-PR), no último dia 23 de outubro de 2014, do Segundo SEMINÁRIO SISTEMA INDÚSTRIA, INSTITUIÇÕES DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (ICTS) E EMPRESAS com o tema “Valoração e Transferência de Tecnologia & Arcabouço de Ciência, Tecnologia e Inovação”.

O evento, promovido, também, pelo SENAI-PR e IEL-PR, em parceria com a Fundação Araucária, foi desenvolvido no Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) e objetivou, de um lado, apresentar exemplos de Boas Práticas (nacionais e internacionais) em Valoração e Transferência de Tecnologia e, de outro, discutir questões atualizadas sobre o Arcabouço Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e suas conseqüências para os Setores da Sociedade envolvidos.

Como exemplo de Boa Prática Internacional de Transferência de Tecnologia foi apresentado, no período da manhã, o caso do YISSUM (Research Development Company) da Universidade Hebraica de Jerusalém (Israel) empresa que atualmente soma 8.537 patentes, 2.403 invenções, 705 licenças e 88 spin-offs.

Após a exposição sobre o YISSUM (que significa “aplicação” em hebraico) foi apresentado o PAINEL DE BOAS RÁTICAS PARA VALORAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA do qual participaram representantes do YISSUM, FUNDEP/UFMG, SENAI Departamento Nacional, SEBRAE/PR, WEG Equipamentos Elétricos, Robert Bosch Latin America Diesel System e Conselho Temático de Política Industrial, Inovação e DESIGN da FIEP. O painel objetivou por em evidência os grandes desafios enfrentados para a Transferência de Tecnologia no Brasil; e, uma vez mais, foi chamada a INOVAÇãO como fator decisivo para competitividade e desenvolvimento de nossa Nação.

No período da tarde, duas outras atividades completaram o evento. Foram realizados um minicurso sobre Pesquisa em Bancos de Patentes, ministrado por especialistas do Núcleo de Propriedade Intelectual (NOPI) do SENAI no Paraná e o PAINEL SOBRE O ARCABOUÇO LEGAL ATUAL DE CTI NACIONAL.

O ARCABOUÇO LEGAL DE CTI atualmente em discussão no Brasil objetiva instituir um Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI) que possibilite às Instituições Públicas Brasileiras exercerem com maior eficiência suas funções como geradoras de Conhecimento Científico e que venha facilitar uma aproximação efetiva entre a Ciência desenvolvida no Setor Público e a Tecnologia praticada no Setor Privado em consonância com a Inovação para o desenvolvimento da Nação.

Atualmente dois são os Projetos de Lei que visam um CNCTI e que tramitam, simultaneamente, nas duas Casas do Congresso. No Senado Federal temos o PLS 619/11, de 04/10/2011, e, na Câmara, o PL 2.177/11, de 31/08/2011.


São necessárias, então, articulações mais intensificadas e urgentes entre a Indústria, o Governo e a Academia para a instituição de um Marco Regulatório Nacional que objetive, fundamentalmente, o desenvolvimento efetivo de nossa Nação e a melhoria de vida dos Cidadãos por intermédio das necessárias associações entre a Ciência e a Tecnologia.

Carlos Magno Corrêa Dias
25/10/2014

24 de out. de 2014

Na SNLB os Livros e os CDI (RFC) são comemorados.

   
No dia 23 de outubro de 2014, no Brasil, foi iniciada mais uma SEMANA NACIONAL DO LIVRO E DA BIBLIOTECA (SNLB).

A SNLB, instituída pelo Decreto Presidencial número 84.631, de 09 de abril de 1980, o qual foi assinado pelo então Presidente João Baptista de Oliveira Figueiredo (1918 - 1999), constitui um importante momento nacional de soberania para comemorarmos, com autonomia, a produção nacional dos LIVROS que enriquecem os CDI (Centros de Documentação e Informação) ou RFC (Repositórios Fundamentais do Conhecimento) os quais chamamos, usualmente, de Bibliotecas.

Visitemos mais seguidamente as Bibliotecas. Vamos ler e promover a leitura. Leiamos mais e mais LIVROS. Preservemos nossos LIVROS e nossas Bibliotecas. Com semelhantes ações poderemos, efetivamente, comemorar o LIVRO e as Bibliotecas e nos apoderarmos, continuamente, da força que os mesmos nos garantem.

Permitamos a transformação de nossas mentes lendo LIVROS.

Carlos Magno Corrêa Dias
24/10/2014

22 de out. de 2014

Sistemas Anticorrupção e Compliance são analisados em painel.


No último dia 21 de outubro de 2014 foi realizado, em Curitiba, no Campus da Indústria, da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), o Painel de Especialistas: “Lei de Improbidade e Lei Anticorrupção: controvérsias jurídicas e responsabilização das empresas na atualidade”.

Oferecido pelo Programa Transparência e Competitividade do CIFAL (Centro Internacional de Formação de Atores Locais para América Latina), com apoio do SESI-PR (Serviço Social da Indústria do Paraná), o evento objetivou, de um lado, oportunizar a discussão para se perspectivar possíveis soluções para os problemas relacionados com a prevenção e combate à corrupção e, de outro, proporcionar a instalação de uma rede de relacionamentos para a criação e concretização de um ambiente com mais transparência nas empresas.

O CIFAL é responsável por desenvolver programas de capacitação e promover cooperações técnicas que venham contribuir para o desenvolvimento urbano sustentável e para o alcance dos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) das Nações Unidas. 


Como Profissional envolvido com os ODM e membro do Colegiado Nós Podemos Paraná participei do evento, a convite do SESI-PR e do CIFAL Curitiba.

Direcionado a empresários e empreendedores de pequenas, médias e grandes empresas, bem como, a representantes de Sindicatos Empresariais, gestores públicos, líderes de organizações, estudiosos e demais interessados em Compliance, no encontro foram apresentados os principais aspectos da nova Lei Anticorrupção Empresarial (Lei número 12.846, de 1º de agosto de 2013) e as características da Lei Improbidade Administrativa do Setor Público (Lei número 8.429, de 2 de junho de 1992), procurando-se, em contrapartida, estabelecer implicações e relações entre as correspondentes leis.

Nos âmbitos institucional e corporativo, cabe ressaltar, entretanto, que entendemos o termo “Compliance” como aquele que vem representar conjunto de “instruções” para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas estabelecidas para o negócio da empresa ou as diretrizes definidas para as atividades da instituição, de sorte a instituir os meios para evitar, detectar e tratar quaisquer inconformidades que possam vir a ocorrer.

Apesar de terem sido pontuadas diversas controvérsias jurídicas que podem ser percebidas nas legislações atualmente em vigor, principalmente, quando postas em comparação as leis mencionadas, o evento em referência constituiu importante momento para aprofundarmos o debate no sentido de perspectivar conjunto de procedimentos em apoio às empresas para que estas promovam ambientes nos quais prevaleça a cultura da transparência orientada pela Compliance.

Carlos Magno Corrêa Dias
22/10/2014

20 de out. de 2014

Encontro com Tchaikovsky, Strauss e Guerra-Peixe promovido pela OSPR.

   
Mais uma vez um “BRAVO, BRAVISSÍMO!!!” para a nossa OSPR (Orquestra Sinfônica do Paraná) que nos brindou com excelente Concerto no último domingo dia 19 de outubro de 2014.

Apresentando o “Concerto para Violino e Orquestra em Ré Maior, Op. 35” de Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840 - 1893), “Macbeth - Poema Sinfônico, Op. 23” de Richard Georg Strauss (1864 - 1949) e “Tributo a Portinari” de César Guerra-Peixe (1914 - 1993) o Concerto da OSPR constituiu, como de costume, momento especial para aqueles que apreciam a Boa Música executada com esmero e talento.

Bravo, Brava, Bravi. Parabéns à Equipe.

Carlos Magno Corrêa Dias
20/10/2014

18 de out. de 2014

Competitividade da Indústria centrada na Sustentabilidade.

   
No último dia 14 de outubro de 2014, em Curitiba, tive a oportunidade de participar do evento intitulado “Vantagens Competitivas da Sustentabilidade” o qual objetivou por em evidência como é possível aumentar a competitividade das empresas por meio de ações fundamentadas na concepção de sustentabilidade.

O evento, realizado em Curitiba, no Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), promovido pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), por meio da Equipe de Trabalho do Projeto Sustentabilidade na Cadeia de Valor, constituiu importante oportunidade para, de um lado, promover reflexões sobre as vantagens competitivas da sustentabilidade e, de outro, vislumbrar como um ambiente empresarial corporativo inovador contribui no desenvolvimento de uma sociedade sustentável.

Cumpre observar que a Equipe de Trabalho do Projeto Sustentabilidade na Cadeia de Valor tem trabalhado no sentido de disseminar a sustentabilidade e de desenvolver metodologias para criar sinergia entre os vários atores do Meio Empresarial em torno do tema Responsabilidade Socioambiental Corporativa. O evento em referência é mais uma das ações que se somam aos trabalhos da Equipe em questão no sentido de atingir os objetivos pretendidos.

Centrado na necessidade e importância da sustentabilidade, uma vez mais, foi colocada em evidência a responsabilidade tanto do ser humano (enquanto pessoa) quando das empresas de promover soluções sustentáveis para o nosso Planeta haja vista que os limites do mesmo estão sendo ultrapassados. Particularmente, o meio empresarial é chamado a observar que uma falta de equilíbrio no Planeta irá possibilitar uma reação em cadeia que influenciará, de forma negativa, inevitavelmente, os processos produtivos existentes.

Medidas urgentes se fazem necessárias perspectivar e seguir para, então, garantir competitividade sem, entretanto, deixar de levar em consideração a sustentabilidade. Neste sentido, fomos convidados a consultar o relatório desenvolvido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDES) intitulado Visão Brasil 2050 (que corresponde a uma adaptação do Vision 205: The new agenda for business) no qual são apresentados os desafios e oportunidades para um futuro sustentável, bem como, quais poderiam ser os caminhos a seguir para atingir semelhante futuro sustentável.

Durante a exposição tivemos a oportunidade de conhecer melhor como funciona o Modelo SESI de Sustentabilidade, o qual objetivando elevar os patamares de competitividade utilizando a sustentabilidade como base para todas as ações e estratégias, constitui uma importante ferramenta de diagnóstico e auto-avaliação que propõe às Indústrias Brasileiras uma reflexão sobre os procedimentos relacionados a sustentabilidade e qualidade de vida no trabalho.

A ferramenta em referência, brevemente apresentada, parte do pressuposto tácito que a sustentabilidade para a competitividade está no interior da própria empresa e no ambiente externo à empresa dado que não ser razoável supor que uma empresa seja sustentável em uma sociedade insustentável. Assim sendo, a ferramenta baseia-se na concepção que para a manutenção da competitividade a empresa necessita observar os distintos fatores de sustentabilidade que fazem parte do seu universo produtivo nos campos social, econômico e ambiental.

Para mais informações sobre o Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho acessar: http://www.portaldaindustria.com.br/sesi/canal/sustentabilidade-no-trabalho-home/.

Carlos Magno Corrêa Dias
18/10/2014