30 de jan. de 2014
SATYAGRAHA e AHIMSA Conduzindo à Evolução.
Em 30 de janeiro, DIA INTERNACIONAL DA NÃO VIOLÊNCIA e, também, dia do assassinato de Mohandas Karamchand Gandhi (1869 - 1948), somos chamados a refletir mais intensamente sobre a “não agressão”.
Segundo Gandhi, o idealizador e fundador do moderno Estado indiano, “o caminho da verdade” é tal que frente ao imoral deve-se impor posição mental moral que tem a força de tornar o aço do tirano inútil ao acabar com sua esperança quando a ele não se oferece resistência física alguma. A resistência da alma escapa de todo assalto e obriga o agressor a dobrar-se para assim dignificá-lo.
Mahatma Gandhi, a “grande alma” (Mahatma), defendia que a verdade (satya) e a não-violência (ahimsa) uniam-se em simbiose para, com paciência e compaixão, constituir a “força do amor” ou a “força da alma” que não admitindo o uso da violência contra um adversário desarmaria o mesmo de seus erros. O Satyagraha (o princípio da não agressão) como meio de revolução é uma possibilidade de paz na unificação.
Que a humanidade evolua permitindo aos homens compreender os reais significados da paz, da solidariedade e do respeito pelos direitos humanos tomados em conjunção sem renunciar, todavia, a qualquer luta real contra o mal.
Associemos o Satyagraha ao Ahimsa (princípio que consiste na rejeição constante da violência e no respeito absoluto de toda forma de vida) para evoluirmos enquanto seres humanos.
Carlos Magno Corrêa Dias
30/01/2014
29 de jan. de 2014
Um Projeto de Estado Centrado em PDI é Requisitado.
De início, fiz observar, uma vez mais, a necessidade de “evoluirmos” em nosso país quanto aos necessários preços a pagar para ampliarmos a geração de Patentes, Propriedades Intelectuais e Propriedades Industriais, alertando, em contrapartida, que a produção técnico-científica de uma Nação que não possibilita o desenvolvimento de PRODUTOS, PROCESSOS e SERVIÇOS muito pouco avançará no campo do Progresso e da Inovação.
De outro lado, novamente apresentei considerações sobre o PLS 387/2011 convidando os presentes a divulgar o mesmo para que tenhamos no Brasil uma Lei Federal determinando que as Instituições de Ensino Superior Públicas e os Centros de Pesquisa Estatais constituam Repositórios Institucionais de ACESSO LIVRE na rede mundial de computadores à sua produção técnico-científica (DE INTEIRO TEOR) quando subsidiados com RECURSOS PÚBLICOS.
Observei, também, que a produção técnico-científica a qual se faz referência é tanto aquela produção conclusiva dos Estudantes aprovados em Cursos de Mestrado, Doutorado, Pós-Doutorado dentre outros similares quanto aquela produção relacionada ao resultado de pesquisas científicas realizadas pelos Professores, Pesquisadores e Colaboradores das Instituições em referência.
Por defender a indissociação entre Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI), de forma categórica, fiz alusão, também, aos aspectos questionáveis, ao meu ver criminosos, de se utilizar dinheiro público para bancar pesquisas inúteis, sem sentido e que não geram PRODUTOS, PROCESSOS ou SERVIÇOS.
Ponderei que Pesquisa bancada com Recursos Públicos sem o correspondente Desenvolvimento e não aliada à Inovação que venha constituir BENEFÍCIO direto para a NAÇÃO e para a MELHORIA DE VIDA dos CIDADÃOS, é APROPRIAÇÃO INDÉBITA, ou antes, é um crime de LESA PÁTRIA.
Defendendo ser necessário quebrar os grilhões que acorrentam a produção técnico-científica de nosso país à descabida concepção de se fazer Pesquisa (subsidiada com Recursos Públicos) sem a obrigatoriedade do Desenvolvimento associado à Inovação para gerar Patentes, Propriedades Intelectuais e Propriedades Industriais, concluo a palestra observando ser urgente, em nossa Nação, rever as atuais condições e concepções de PDI.
Sinalizei aos presentes, como seguidamente o tenho feito, que o acesso às Leis de Benéficos Fiscais e às Leis de Inovação (Estaduais ou Federal) são alguns dos caminhos possíveis para se pensar a estruturação de um novo paradigma quanto aos processos de PDI para retirar o Brasil, definitivamente, da lista dos países subdesenvolvidos (a despeito das conhecidas propagandas contrárias).
Necessitamos de um Projeto de Estado centrado em uma concepção de PDI que garanta a obrigatoriedade da produção técnico-científica estar associada à geração de PRODUTOS, PROCESSOPS e SERVIÇO e que passem a constituir divisas, royalties, mediante a, também, obrigatória transformação dos correspondentes bens ou patrimônios em Patentes, Propriedades Intelectuais e Propriedades Industriais.
Carlos Magno Corrêa Dias
29/01/2014
27 de jan. de 2014
Insanidade é Sobrepujar Aqueles da Própria Espécie.
Holocausto (do grego: holos, "todo" e kaustos, "queimado"). “Assassinato intencional em massa”, crime e genocídio. Abominação, em verdade.
Mas, hoje, 27 de janeiro, recordamos as vítimas do holocausto, dia no qual, lá em 1945, os prisioneiros do Campo de Concentração de Auschwitz foram libertados. Neste “Dia Internacional de Recordação do Holocausto” lembremos que é necessário nos mantermos humanos o suficiente para que na história futura da humanidade nunca mais semelhante barbárie se repita.
De outro lado, porém, combatamos outras atrocidades que continuam acontecendo contra o homem praticada pelo próprio homem. Não permitamos a insanidade do homem sobrepujar o próprio homem. Que outros "holocaustos" tenham fim ou sejam evitados.
Carlos Magno Corrêa Dias
27/01/2014
26 de jan. de 2014
O Psicodélico Transcendendo Experiências Conscientes.
Em 1968, era lançado o filme Yellow Submarine. Considerado um marco da animação a produção retrata uma explosão de músicas e cores psicodélicas que acontecem em “Pepperland” localizada há 80 mil léguas no fundo do mar e onde a música nunca deixa de ser tocada e as cores chamam aproximações.
Yellow Submarine é, também, o Álbum lançado em 17 de julho de 1968 por The Beatles (1960-1970) que corresponde à Trilha Sonora do filme de mesmo título. O disco é composto de treze músicas das quais apenas seis são da Banda Inglesa. Mas, o conjunto se harmoniza, provoca e faz imaginar.
Para arquitetar idealizações é recomendável ouvir primeiro o disco. Mas, assistir o filme é imprescindível ao se pretender experimentar sensações próprias do psicodélico que sempre promove manifestações mentais com efeitos profundos sobre a experiência consciente.
Ainda é permitido perceber a exuberância criativa livre de obstáculos, pois o inusitado psicodélico sempre surpreenderá a despeito do tempo.
Carlos Magno Corrêa Dias
26/01/2014
25 de jan. de 2014
Escrever, Editar, Publicar, Doar: São Outras Necessidades.
Há algum tempo tenho em desenvolvimento Projetos de Doação de exemplares de livros de minha autoria. Tais Projetos estão divididos em dois grupos distintos: um no Campo Científico/Tecnológico e outro no Campo Literário e das Artes.
Assim, no Campo Científico/Tecnológico, tenho doado exemplares de meus livros (os quais envolvem trabalhos em Lógica e Filosofia das Ciências) para Bibliotecas de Universidades (Públicas e Privadas) ou para Bibliotecas e Repositórios de Centros de Pesquisa e Desenvolvimento. Em particular, entretanto, exemplares de minhas obras no Campo Literário e no Campo das Artes tenho doado para Bibliotecas Públicas, Casas de Leitura, Centro de Literatura e Artes, ou similares, embora, em determinados casos, Bibliotecas de Universidades sejam, também, contempladas com correspondentes doações.
Como editor cadastrado na Biblioteca Nacional sou o Editor de meus próprios livros e, atualmente, já conto com 30 (trinta) obras editadas e publicadas, todas com o correspondente ISBN, com Registros de Propriedade Intelectual e devidamente (legalmente) Depositadas; chegando, entretanto, a milhares de exemplares doados em todo o país e no exterior.
Em 2013, realizei, por exemplo, a doação das seguintes obras de minha autoria “Compêndios de matemática e lógica matemática: uma abordagem extemporânea” (ISBN: 85-900661-1-8), “Compêndios de matemática e lógica matemática: uma abordagem extemporânea” (ISBN: 85-900661-4-2), “Dilemas Cotidianos” (ISBN: 978-85-88925-12-0), “Lógica matemática: introdução ao cálculo proposicional” (ISBN: 978-85-88925-15-1), “Paradigmas da Necessidade” (ISBN: 978-85-88925-14-4), “Prolegômenos à Filosofia da Matemática” (ISBN: 978-85-88925-08-3), “Silogística: introdução à lógica categórica” (ISBN:85-900661-9-3), e, “Silogística: introdução à lógica categórica” (ISBN: 85-900661-5-0) para as Bibliotecas dos Campi Campo Mourão, Curitiba, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Londrina e Ponta Grossa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
Naquele mesmo ano de 2013 doei, também, exemplares da minha obra “Visões extemporâneas sobre a realidade” (ISBN: 85-88925-04-4) para a Fundação Cultural de Curitiba (FCC) objetivando fossem distribuídos para as Casas de Leitura de Curitiba.
Para 2014 tenho a previsão de dobrar a quantidade de exemplares doados em relação a 2013, bem como, ampliar significativamente a doação para Instituições de outros países dadas as várias solicitações já recebidas.
Carlos Magno Corrêa Dias
25/01/2014
24 de jan. de 2014
Lógica Formal Solicita Legitimidade e Consistência de Raciocínios.
No último dia 22 de janeiro de 2014, na Sede Central do Campus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), realizei a abertura de mais um Curso de Extensão Universitária em Lógica Formal, o ministrarei e que faz parte de um de meus Projetos de Extensão e Pesquisa em desenvolvimento na atualidade.
Os participantes de semelhante Curso de Extensão são meus Alunos regularmente matriculados em Cursos de Graduação da UTFPR da Área de Ciências Exatas (Bacharelados ou Licenciaturas) e que demonstram interesse em adquirir Conhecimentos no Campo da Lógica Matemática para ampliação das potencialidades de Análise e Avaliação de Raciocínios envolvidos na tomada de decisão.
Ao longo do desenvolvimento do Curso em questão apresentarei, então, conjunto formal de Métodos e Técnicas necessário para a Avaliação Analítica da Validade e da Consistência de Raciocínios Dedutivos formalizáveis em Lógica Matemática a partir da Álgebra da Lógica e de uma Axiomatização Bivalente e Dicotômica centradas nos Princípios da Identidade, da Não Contradição e do Terceiro Excluído.
O Curso em referência é ofertado gratuitamente para os participantes, não envolve qualquer ônus extra para a Instituição (pois, não cobro para ministrar o mesmo) e não é subsidiado por programa algum de fomento.
Ao desenvolver semelhante atividade desta forma tenho a satisfação de ver cumprida a contrapartida que julgo deva existir da Universidade Pública com Sociedade que a mantém quanto ao propósito da Extensão Universitária.
De outro lado, porém, tenho, também, a grata satisfação de poder contribuir com Conhecimento a mais na formação de meus Alunos.
Carlos Magno Corrêa Dias
24/01/2014
23 de jan. de 2014
Projetos de Doação de Livros Têm Continuidade.
Dando continuidade aos meus Projetos de Doação de Livros à Comunidade, no último dia 09 de janeiro de 2014, doei à Fundação Cultural de Curitiba (FCC) 15 (quinze) exemplares de minha obra intitulada ANTINOMIAS OU REALIDADE? (ISBN: 85-900661-7-7) objetivando a distribuição dos mesmos às Casas de Leitura de Curitiba.
Em decorrência de doações que realizei anteriormente, existem, também, exemplares do livro em referência disponíveis para leitura ou empréstimos na Biblioteca Pública do Paraná (BPP) e em outras várias Bibliotecas do País.
Carlos Magno Corrêa Dias
23/01/2014
20 de jan. de 2014
E “A Cobra Vai Fumar.” enquanto se “Senta A Pua.”.
Com o lema da Força Expedicionária Brasileira (FEB) “A Cobra Vai Fumar.” e o grito de guerra do Primeiro Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB) “Senta A Pua.”, neste 20 de janeiro de 2014, recordamos a fundação do Ministério da Aeronáutica do Brasil (MAER), ocorrida em 1941.
Saudações aos homens que dedicam suas vidas para “manter a soberania do espaço aéreo nacional com vistas à defesa da Pátria”.
Carlos Magno Corrêa Dias
20/01/2014
Cauilas Cooptações.
Alguns não permitem que sua miséria interfira na coletividade da qual fazem parte. Mas existem aqueles que são coletivamente miseráveis.
Carlos Magno Corrêa Dias
20/01/2014
19 de jan. de 2014
Contrição Temporal.
Muitas vezes nos deixamos surpreender não tanto pelo quanto somos capazes de fazer no presente, mas por tudo aquilo que não fomos capazes de fazer no passado. Talvez nesta questão resida o verdadeiro sentido do remorso.
Carlos Magno Corrêa Dias
19/01/2014
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