26 de fev. de 2013

O Conhecimento não é Propriedade Particular.


O Conhecimento é da Humanidade e é para a Humanidade. Qualquer posicionamento contrário constitui apenas apropriação indébita.

Carlos Magno Corrêa Dias
26/02/2013

24 de fev. de 2013

Nossa Primeira Constituição: Republicana, Federalista, Presidencialista e Liberal.


Em 24 de fevereiro de 1891 foi promulgada a primeira Constituição Republicana do nosso Brasil a qual, fortemente inspirada na Constituição dos Estados Unidos, essencialmente Republicana, Federalista, Presidencialista e Liberal, permitiu vários avanços sociais, econômicos e científicos, contribuindo significativamente para a disseminação dos ideais positivistas proclamados em nosso lema “Ordem e Progresso” e para um acentuado desenvolvimento de nossa Nação antes não existente. Aos autores da Constituição Brasileira de 1891, em especial ao brasileiro Ruy Barbosa de Oliveira (1849-1923), as nossas sempre saudações. Comemoremos estes 122 (cento e vinte) anos com o nosso reconhecimento.

Carlos Magno Corrêa Dias 
24/02/2013

22 de fev. de 2013

Em Defesa do Usar, Copiar, Modificar e Redistribuir Conhecimentos.


Vez ou outra, com maior ou menor intensidade, oficialmente ou não, na Academia ou fora dela, ressurgem discussões sobre as questões relacionadas com o embate entre a utilização dos Softwares Proprietários e dos Softwares Livres. Não foi diferente quando dias atrás tratei do tema “O Conhecimento é da Humanidade” quando avaliava exatamente a questão e quando me posicionei sobre a necessidade de se entender que o “Conhecimento” (enquanto “organismo” compartilhado e produzido por sucessivas gerações) não tem um único dono e que pertence apenas à humanidade.

No que tange, porém, às batalhas ideológicas em questão, deixando de lado juízos de valor ou outras prerrogativas ditadas pelo arbítrio, incontestáveis vantagens existem quanto a substituir os Softwares Proprietários por Softwares Livres nos mais distintos setores sendo, talvez, a principal o fato de tendo-se em mãos o “código fonte” livre de restrições ou condições estritas é sempre possível utilizar, auditar, copiar, melhorar, modificar, adaptar e redistribuir o software para atender às necessidades específicas de um número cada vez maior de usuários. Tais graus de liberdade são, sem dúvida alguma, determinantes quando se pretende a disseminação dos correspondentes conhecimentos para todos aqueles que trabalham em dada comunidade seja ela corporativa ou não.


Uma outra importante vantagem na escolha pela utilização de Softwares Livres refere-se à confiabilidade, pois como muitos profissionais trabalham no “código fonte”, erros são mais rapidamente detectados e corrigidos, inúmeras avaliações são realizadas objetivando atingir maior desempenho e, na maioria das vezes, a disponibilização para uso geral somente é realizada após atingir-se a necessária estabilidade. Além do mais, os softwares livres não estão sujeitos às naturais pressões de mercado as quais obrigam importantes restrições nos softwares proprietários comerciais no que tange à disponibilização de novas atualizações e implementações.


Contudo, é importante destacar, também, a questão da socialização dos conhecimentos envolvidos na elaboração contínua (e infinita) dos Softwares Livres os quais, enfatize-se, jamais estarão prontos (concluídos definitivamente) e sempre serão melhores com o passar do tempo e com intensificação da utilização dada a legião de pessoas trabalhando para implantar melhoramentos e ampliar aplicações.


Mas, existem problemas, certamente. Inúmeras consequências são impostas no campo das indefinições. As posições antagônicas são defensáveis independentemente uma das outras. A razão escolhe seus apoiadores conforme os “valores” que se deseja aceitar ou que sejam condicionados pela compreensão.

Quais, por exemplo, seriam as contrapartidas frente às leis de mercado e aos requisitos necessários para a manutenção dos meios de produção? Em que medida são salvaguardados eventuais “direitos” que se poderiam considerar? Se não existe o aspecto mercadológico envolvido, como se garantiram apoios financeiros para os necessários desenvolvimentos?


Estas e outras tantas questões relacionadas apresentam respostas que obrigam mais e mais perguntas, muitas das quais sem quaisquer soluções também. Contudo, deve haver um ponto de partida, uma premissa inicial para iniciar a proliferação das conclusões. Neste sentido, a posição requerida seria aceitar o efetivo compartilhamento do conhecimento entre os homens que geram conhecimento para em conjunto produzir muito mais e com maior potencialidade e alcance.

Carlos Magno Corrêa Dias

22/02/2013

21 de fev. de 2013

Até Entre os Cultos Impera a Estupidez.


O preconceito é a garantia que a ignorância pode reinar soberana dentre aqueles que se julgam cultos.

Carlos Magno Corrêa Dias

21/02/2013

19 de fev. de 2013

Indignação Hodierna.


O corrupto é tão marginal à moral que, possivelmente, nem dá conta de sua imoralidade.

Carlos Magno Corrêa Dias
19/02/2013

16 de fev. de 2013

Sinais da Consciência Necessária.


Permitir o discernimento pode ser sinal de inteligência. Evitá-lo é prova cabal de estupidez.

Carlos Magno Corrêa Dias
16/02/2013

15 de fev. de 2013

Morte Intelectual Obriga Horrenda Necropsia.


Compulsivo horror impõe-se a todo aquele que se permite realizar a autópsia intelectual de seus pensamentos.

Carlos Magno Corrêa Dias
15/02/2013

14 de fev. de 2013

Saudades Intensificadas e Esperanças Renovadas Harmonizam o Espírito e o Intelecto.


De repente, sem explicação requerida, diante de tantas incompreensões, uma saudade “insuportável” invade meu espírito e uma esperança passa a controlar os “conflitos” em meu intelecto ao lembrar-me, com admiração, os ensinamentos do formidável Papa Paulo VI, nascido Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini (1897 - 1978).

Carlos Magno Corrêa Dias
14/02/2013

12 de fev. de 2013

Incondicional Proclamação Inconformista.


Não é possível aceitar que nos exijam descobertas quando tudo é permitido criar.

Carlos Magno Corrêa Dias
12/02/2013

8 de fev. de 2013

Magistério do Exército Brasileiro em Festa.


Em 8 de fevereiro, comemoramos, com particular satisfação, o Dia do Magistério do Exército Brasileiro, data esta escolhida para homenagear o Militar e excelente Professor de matemática brasileiro Roberto Trompowski Leitão de Almeida (1853 - 1926); reconhecido o Patrono do Magistério do Exército Brasileiro (segundo proclamado pelo Decreto 51249, de 1962).

Tomado como um dos mais importantes promotores de reformas no Ensino do Exército Brasileiro, as proposições do Marechal Trompowski promoveram uma nova legislação para as Escolas Militares que contribuíram para a excelência do atual Sistema de Ensino do Exército que mantém sintonia com preceitos educacionais necessários à construção do conhecimento e que garantem o franco progresso da Nação.

Não seria exagero afirmar que foram os livros de matemática do Professor Roberto Trompowski Leitão de Almeida os grandes responsáveis pela introdução do Ensino Superior de matemática nas Escolas de Engenharia. Até 1950, as obras (de inspiração positivista) Lições de geometria algébrica (1903), Lições de álgebra superior (1904), Lições de geometria diferencial (1904), Lições de geometria integral (1905) e Regras de falsa posição (1923) de Trompowski contribuíram, de forma especial, para a instanciação de uma visão de conjunto útil aos seus alunos e para as pretensões de desenvolvimento difundidas na época.

Seus estudos de Geometria Diferencial, abrangendo conteúdos de Cálculo Diferencial e Equações Diferenciais, também, são reputados como de elevada qualidade entre as obras de orientação positivista as quais em muito contribuíram no nosso desenvolvimento.

Que o exemplo do educador e do cidadão Roberto Trompowski Leitão de Almeida seja sempre seguido para que tenhamos uma Educação de excelência objetivando a qualidade de vida do Povo e o pleno desenvolvimento da Nação.

Parabéns aos colegas Professores do Magistério do Exército.

Carlos Magno Corrêa Dias
08/02/2013