16 de abr. de 2025

Possibilidades Tecnológicas e Segurança Científica na Indústria.


Durante o II SIDELOFIC (Seminário de Inovação e Desenvolvimento em Lógica e Filosofia da Ciência), no qual se desenvolveu o tema “Possibilidades Tecnológicas e Segurança Científica”, ministrei a palestra “ENGENHARIA LÓGICA E GERENCIAMENTO INDUSTRIAL”, em 07/04/2015.

DIAS, C. M. C. - 2015

O SIDELOFIC foi desenvolvido no Câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no período de 06/04/2015 a 10/04/2015, sob minha proposição e coordenação, constituindo parte integrante de meu Projeto de Atividade de Extensão na Área Temática de “Lógica e Filosofia da Ciência”.

A Ação de Extensão em referência, já completando uma década de sua proposição e realização, teve por principal objetivo apresentar, de forma compendiada e sistematizada, considerações sobre os estudos e pesquisas em desenvolvimento na época nas Linhas de Pesquisa em Epistemologia, Ergonomia, Inovação Científica e Tecnológica, Filosofia e Lógica mantidas pelo Grupo de Pesquisa em Lógica e Filosofia da Ciência (GPLFC) credenciado na TECNOLÓGICA (UTFPR) e cadastrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Como coordenador do GPLFC e entendendo ser sempre necessária a divulgação e o compartilhamento dos estudos desenvolvidos pelos membros do GPLFC para perspectivar novas possibilidades de ações e pesquisas, apresentava o II SIDELOFIC em 2015, o qual se relacionava com os trabalhos específicos em andamento na época intitulado “MODELOS E TÉCNICAS DE OTIMIZAÇÃO APLICADOS NA ENGENHARIA E NA INDÚSTRIA”.

O segundo SEMINÁRIO DE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM LÓGICA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA (SIDELOFIC) - POSSIBILIDADES TECNOLÓGICAS E SEGURANÇA CIENTÍFICA foi composto de cinco palestras (conferências), com duração de três horas aula cada e ministradas pelos membros do GPLFC.

Na palestra “ENGENHARIA LÓGICA E GERENCIAMENTO INDUSTRIAL” apresentei um resumo circunstanciado sobre a minha concepção sobre Engenharia Lógica e suas imediatas aplicações para otimização de processos e para a tomada de decisão lógica na Indústria em geral.

O SIDELOFIC 2018 foi ofertado exclusivamente para membros do Sistema UTFPR (Docentes, Discentes e/ou Técnicos Administrativos) e convidados pelos integrantes do GPLFC; sendo totalmente gratuito para os participantes e sem ônus para a UTFPR e não estando, também, beneficiado por qualquer forma de fomento.

As demais palestras proferidas foram: Álgebra Linear Aplicada como Modelo na Indústria (em 06/04/2015); Ergonomia Aplicada como Modelo na Indústria (em 08/04/2015); Fundamentos de Engenharia e Gestão do Conhecimento (em 09/04/2015); Necessidade Lógica da Química na Engenharia (em 10/04/2015)

Carlos Magno Corrêa Dias
16/04/2025

15 de abr. de 2025

Análise lógica aplicada na demonstração dedutiva.


Objetivando apresentar os Cálculos Lógicos Proposicional e Predicativo desenvolvidos em Lógica Matemática Dedutiva de Primeira Ordem para o estabelecimento de Métodos e Técnicas Formais de Raciocínios Dedutivos que permitam evidenciar, mediante a Álgebra da Lógica, a validade e a consistência de Inferências Formais estruturadas como Argumentos Dedutivos nos quais Conclusões são consequências de Premissas identificadas, ministrei, no Câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no período de 23/03/2015 a 28/03/2015, em um total de 30 (trinta) horas aula, o Curso de Extensão Universitária e Tecnológica (CEUT) em ANÁLISE LÓGICA SENTENCIAL E PREDICATIVA APLICADA NA DEMONSTRAÇÃO DEDUTIVA.

DIAS, C. M. C. - 2015

Elaborei e coordenei, também, o respectivo projeto do CEUT em questão, o qual se relacionou com a área temática de “Lógica e Filosofia da Ciência” e integrou meu particular programa de Atividades de Extensão.

Durante o CEUT em referência tratei, ainda, formalmente, de “Procedimentos Técnicos de Decisão Semânticos e Sintáticos” desenvolvidos em Análise Inferencial, Teoria da Demonstração Sentencial e Teoria da Argumentação Lógica aplicáveis em Raciocínios Bivalentes e Dicotômicos.

Sempre considerando ser necessária uma mudança de paradigma no sentido de dotar os Acadêmicos de Técnicas e Métodos que lhe permitam, de forma ótima, consistente e lógica, a tomada de Decisão Lógica para um melhor rendimento acadêmico e uma atuação profissional futura com maiores possibilidades, fui motivado a desenvolver o CEUT em ANÁLISE LÓGICA SENTENCIAL E PREDICATIVA APLICADA NA DEMONSTRAÇÃO DEDUTIVA.

Perspectivar uma melhoria do Raciocínio Lógico Dedutivo dos Acadêmicos dos Cursos de Graduação das Exatas e dos futuros Profissionais no sentido de suprir eventuais deficiências quanto à Avaliação da Validade de Argumentos Dedutivos, bem como, para ajudar os Acadêmicos a corrigir Raciocínios Falaciosos frequentemente gerados e não percebidos é, também, uma das razões que contribuíram para o desenvolvimento do CEUT em tela.

Celebro, então, os dez anos do CEUT em ANÁLISE LÓGICA SENTENCIAL E PREDICATIVA APLICADA NA DEMONSTRAÇÃO DEDUTIVA o qual foi desenvolvido gratuitamente para os participantes e sem ônus adicional para a TECNOLÓGICA (UTFPR).

O CEUT em ANÁLISE LÓGICA SENTENCIAL E PREDICATIVA APLICADA NA DEMONSTRAÇÃO DEDUTIVA vem contribuindo para dirimir dificuldades decorrentes da carência de “formação lógica” no campo da Dedução e desde sua realização desperta o interesse na aquisição de ferramentas técnicas ou tecnológicas como instrumental necessário para avaliar inferências legítimas (ou não) quando se exige “Deduzir Logicamente” resultados a partir de evidências fornecidas ou estudos realizados.

Carlos Magno Corrêa Dias
15/04/2025

14 de abr. de 2025

Celebrando os LIBERTADORES de Montese.


Em 14 de abril de 1945, há 80 anos, 8 (oito) décadas, durante a Segunda Guerra Mundial tinha início a sangrenta, horrível e descomunal Batalha de Montese na Itália.

Aquela luta seguiu-se sem tréguas, incessante, até o dia 17 de abril de 1945 quando foi vencida brilhantemente pelos distinguidos Soldados da FEB (Força Expedicionária Brasileira), os Pracinhas, Cobras Fumantes, FEBianos. Montese era mais uma importante posição alemã fortificada que necessitava ser tomada a qualquer custo para se prosseguir com a Ofensiva Aliada final e acabar de vez com a insanidade da Segunda Guerra Mundial.

A FEB dias antes já havia vencido, também, de forma determinante, a Batalha de Monte Castelo em 21 de fevereiro de 1945 a qual foi travada basicamente para impedir o avanço das forças do Exército Alemão que objetivavam tomar o Norte da Itália. A Batalha de Monte Castelo arrastou-se por três meses, de 24/11/1944 até 21/02/1945, gerando grande número de baixas das tropas do Brasil.

Mas, é na Batalha de Montese, uma das mais difíceis daquela guerra, que se mostrou ao mundo os “LIBERTADORES de cidades” dada a excelência como os Pracinhas guerreavam protegendo e ajudando os cidadãos inocentes. Montese foi uma das mais sangrentas batalhas das quais participaram os FEBianos que demonstraram, uma vez mais, a bravura e capacidade de combate preservando a vida de inocentes. Na verdade, se não fosse o ideal de corpo criado pelos Pracinhas, Montese não teria caído.

Segundo fontes históricas, ocorreram 426 baixas brasileiras para se ter a vitória da FEB em Montese. Até hoje, 80 anos depois, o Povo de Montese, agradecido aos Pracinhas, presta seguidadas homenagens, geralmente, na "Piazza Brasile", praça que os citadinos locais elegeram para reverenciar sempre seus LIBERTADORES. Seguidas gerações ensinam nas Escolas locais o quão foram importantes para eles os “Soldados Cobra Fumantes” da FEB. No Museu Histórico de Montese há um espaço expositivo especialmente dedicado à FEB que relata a história da libertação de Montese pelos FEBianos.

Os Pracinhas, os “LIBERTADORES de Cidades”, foram reconhecidos até pelo General Comandante do IV Corpo-de-Exército Norte-Americano que, sem qualquer modéstia, declarou: “Na jornada de ontem, 14 de abril, só os brasileiros mereceram as minhas irrestritas congratulações; com o brilho do seu feito e seu espírito ofensivo, a Divisão Brasileira está em condições de ensinar às outras como se conquista uma cidade”.

E a COBRA FUMOU, muito feio e intensamente, em Montese. 

DIAS, C. M. C. - 2025

Parabéns e eternos agradecimentos aos imortais heróis da FEB, aos Cobra Fumantes, aos FEBianos. A vitória da FEB em Montese foi crucial para o avanço das Tropas Aliadas, abriu caminho para a tomada de outras posições alemãs e contribuiu (significativamente) para o colapso final das forças do Eixo na Itália. Montese é um dos marcos da vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial.

Carlos Magno Corrêa Dias
14/042025

13 de abr. de 2025

Dia do Hino Nacional do Brasil.


Em 13 de abril de 1831, era executado publicamente, pela primeira vez na história do Brasil, a música do Hino Nacional do Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, com a melodia que costumeiramente se reproduz atualmente.

Exprimindo a independência e a liberdade, exaltando a importante vitória conquistada, o Hino Nacional Brasileiro é executado, atualmente, com letra do Brasileiro, Professor, Ensaísta, Poeta e Teatrólogo Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927) e música do, também, Brasileiro, Maestro, Compositor e Professor Francisco Manuel da Silva (1795-1865).

Interessante notar que quem fez a melodia do Hino Nacional do Brasil jamais conheceu aquele que fez a correspondente letra, pois Francisco Manuel da Silva faleceu em dezembro de 1865 enquanto Joaquim Osório Duque Estrada nasceu em abril de 1870.

Levou quase um século entre a criação da melodia até a oficialização da letra atual do Hino Nacional do Brasil. A melodia do Hino Nacional foi composta em 1831 para celebrar a abdicação de Dom Pedro I, com o título de "Hino ao 7 de Abril". Posteriormente, a mesma melodia foi utilizada para uma canção em homenagem a Dom Pedro II.

Com a Proclamação da República em 1889, houve uma mudança nos símbolos nacionais, incluindo o Hino Nacional. Mas, um concurso foi aberto para escolher uma nova melodia e letra. Entretanto, a melodia de Francisco Manuel da Silva acabou sendo mantida por sua popularidade. Em 1909, um novo concurso foi realizado, desta vez especificamente para escolher a letra do Hino Nacional do Brasil. A letra vencedora, em vigência atualmente, com sua linguagem parnasiana rica em metáforas e referências históricas, exaltava a independência do Brasil, a beleza natural do país e o heroísmo do povo brasileiro.

É apenas em 6 de setembro de 1922 que se oficializou aquela letra do Hino Nacional do Brasil, mediante a assinatura de decreto presidencial, durante as comemorações do Centenário da Independência do Brasil.

O Hino Nacional do Brasil teve, então, sua melodia criada em um contexto monárquico que sobreviveu à República, recebendo uma letra oficial décadas depois e uma oficialização ainda mais tarde em um momento histórico bem diferente e importante para o Brasil.

Outra curiosidade sobre o Hino Nacional do Brasil, importante ressaltar, o qual possui valor incalculável, é que a propriedade plena e definitiva da letra do Hino Nacional do Brasil foi adquirida por “cinco contos de réis” segundo o Decreto número 4559, de 21 de agosto de 1922 e oficializada pela Lei número 5700, de 1 de setembro de 1971.

O dia 13 de abril foi escolhido para celebrar o DIA DO HINO NACIONAL BRASILEIRO o qual distingue o Brasil entre as demais Nações Soberanas.

DIAS, C. M. C. - 2025

O Hino Nacional do Brasil, um dos Símbolos Nacionais Brasileiros, figura entre os hinos mais belos do mundo. Toda Nação soberana se mantém preservando sua História e reconhecendo seus Símbolos Nacionais.

Carlos Magno Corrêa Dias
13/04/2025

11 de abr. de 2025

O espaço sideral passou a ser do homem.


Em 12 de abril se comemora o DIA DO COSMONAUTA em homenagem ao Cosmonauta Soviético Iuri Alexeievitch Gagarin (1934-1968) que foi o primeiro ser humano a viajar pelo espaço em 12 de abril de 1961 a bordo da Vostok 1, uma espaçonave com dois módulos: o módulo de equipamentos e a cápsula onde ficava o cosmonauta da missão. 

DIAS, C. M. C. - 2025

Em 9 de abril de 1962, foi estabelecida, na União Soviética, que a data de 12 de abril seria feriado para celebrar o feito extraordinário de se ter conseguido colocar um homem na órbita da Terra, de se ter realizado o primeiro voo espacial tripulado.

O dia 12 de abril transcende, portanto, a singularidade de uma mera data festiva, mas é tomada como marco da humanidade na exploração espacial, sendo data que rememora não apenas o pioneirismo de se ter orbitado a Terra em 1961, mas que simboliza a ousadia e a concretização de um anseio ancestral de romper as amarras da gravidade.

Todavia, sempre que se falar em “aeronaves” jamais é permitido deixar de recordar, também, a importância do legado do aeronauta brasileiro Alberto Santos Dumont (1873-1932) cujas descobertas e criações pavimentaram, de maneira seminal, o caminho para a era dos voos espaciais tripulados.

Décadas antes do feito de Yuri Gagarin, Alberto Santos Dumont já desafiava as leis da física e da engenharia para concretizar o voo mais pesado que o ar. Suas criações, desde os dirigíveis que cruzavam os céus de Paris até o icônico 14-Bis, demonstraram a viabilidade da propulsão mecânica e do controle direcional no ambiente aéreo. Alberto Santos Dumont transformou a imaginação em realidade tangível, inspirando gerações futuras de cientistas, engenheiros e sonhadores a perseguirem o aparentemente impossível: dominar os voos pelos céus.

Alberto Santos Dumont forneceu o alicerce conceitual e tecnológico crucial para os voos espaciais. Seus estudos sobre aerodinâmica, sistemas de propulsão e controle de voo lançaram as bases para a compreensão dos princípios fundamentais necessários para vencer a gravidade e navegar no espaço sideral.

No DIA DO COSMONAUTA celebra a culminância de um esforço coletivo e multifacetado cuja gênese pode ser vislumbrada nas audaciosas experiências de Alberto Santos Dumont. A jornada de Yuri Gagarin, embora represente o marco inaugural da presença humana no espaço, se inscreve em uma narrativa mais ampla de curiosidade, engenhosidade e a incessante busca por transcender os limites do conhecido.

Ao se reverenciar o feito de Gagarin, reconhece-se, também, a fundamental contribuição de Alberto Santos Dumont, um visionário, o Mestre dos Ares, que, ao alçar voo nos primórdios da aviação, plantou as sementes da exploração espacial que hoje é possível celebrar.

Em 2011, para comemorar os 50 anos do feito de Gagarin e reconhecer a importância das missões tripuladas para o avançar da ciência e das tecnologias, a ONU instituiu o “Dia Internacional do Voo Tripulado” a ser festejado em 12 de abril.

Carlos Magno Corrêa Dias
12/04/2025

Mulheres promovendo o avanço do Comércio Exterior.


A convite da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), tive a satisfação de participar de mais um “Encontro Nacional de Mulheres no Comércio Exterior”, o Emex 2025, no último dia 3 de abril de 2025, o qual foi realizado com o tema “MULHERES NO COMÉRCIO EXTERIOR: DESAFIOS E CONQUISTAS”.

Emex - AEB - 2025

Em sua quinta edição o EMEX, organizado pela AEB, realizado na Confederação Nacional do Comércio (CNC), na cidade do Rio de Janeiro, com modalidade híbrida (presencial e virtual), consolidou-se como evento essencial para impulsionar a participação feminina e fortalecer a equidade de gênero no dinâmico cenário do comércio internacional brasileiro.

Mantendo a tradição de ser um espaço privilegiado para a troca de conhecimentos, o debate de ideias inovadoras e a construção de uma rede de apoio sólida e inspiradora entre as mulheres atuantes no setor, durante o Emex 2025 foram abordados temas cruciais e contemporâneos que permeiam o universo do Comércio Exterior sob a perspectiva feminina.

A quinta edição do Emex promoveu “insights” valiosos sobre as últimas tendências do mercado global, as oportunidades e desafios específicos enfrentados pelas mulheres no contexto do Comércio Exterior e as correspondentes estratégias para superar barreiras e alcançar o sucesso. “A discussão sobre a importância da liderança feminina, a promoção da diversidade e inclusão nas empresas exportadoras e importadoras, e o papel da mulher na inovação e sustentabilidade do comércio internacional foram pontos centrais e geraram debates enriquecedores”.

De forma geral, o Emex 2025 objetivou analisar o cenário atual da representatividade feminina no Comércio Exterior do Brasil; discutir as barreiras de acesso e progressão profissional para mulheres no setor; apresentar cases de sucesso e iniciativas de empoderamento feminino; promover networking e a troca de conhecimento técnico entre participantes; bem como fomentar a construção de uma agenda propositiva para a equidade de gênero no Comércio Exterior internacional.

O Emex uma vez mais constituiu um importante fórum relevante para a discussão e o avanço da pauta feminina no Comércio Exterior do Brasil mesclando discussões de alto nível técnico com oportunidades de interação e contribuiu para o fortalecimento da rede profissional e para a disseminação de conhecimento estratégico, aumentando sobremaneira a conscientização sobre a importância da equidade de gênero no Comércio Exterior.

A iniciativa da AEB em continuar a produzir o Emex demonstra o reconhecimento da crescente importância da participação feminina para o desenvolvimento e a competitividade do setor, identifica desafios e oportunidades para a mais intensa atuação feminina no setor, estabelecendo conexões profissionais e potenciais parcerias, bem como a disseminação de conhecimento técnico e melhores práticas.

Carlos Magno Corrêa Dias
10/04/2024

10 de abr. de 2025

Engendrar sempre é a solução. BIS.


Em 10 de abril celebra-se, no Brasil, o DIA DA ENGENHARIA, para reconhecer o trabalho dos Profissionais da Engenharia que se dedicam à inovação, ao desenvolvimento e ao progresso para melhorar a vida das pessoas.

Inicialmente a data era exclusivamente utilizada para comemorar o DIA DA ENGENHARIA MILITAR, porém com o passar dos anos tornou-se popular festejar em 10 de abril o DIA DA ENGENHARIA, embora no dia 11 de dezembro siga-se celebrando o DIA DO ENGENHEIRO.

No dia 10/04/1866, durante a Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai, à frente da Primeira Unidade de Engenharia do Exército Brasileiro (hoje, Batalhão da Escola de Engenharia), quando a Ilha de Redenção foi conquistada, falecia o herói nacional o Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita (1820-1866), aquele que é o Patrono e o grande inspirador da Arma de Engenharia (Arma Azul-Turquesa) do Exército do Brasil.

O Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita e seus quase mil homens desembarcam, na madrugada de seis de abril de 1866, na Ilha da Redenção e se uniu ao Sétimo Batalhão de Voluntários da Pátria e ao Décimo Quarto Provisório de Infantaria. Em 10 de abril, cerca de dez mil soldados inimigos contra-atacaram o Exército Brasileiro. Realizou-se, então, um combate sangrento. Entretanto, as forças brasileiras apoiadas pela Engenharia e, sobretudo, orientadas pelo comando brilhante de João Carlos de Villagran Cabrita venceram os atacantes. Mas, enquanto os clarins ecoavam a vitória do Brasil, João Carlos de Villagran Cabrita perdia sua vida aos 45 anos de idade quando estilhaços de bala de canhão do inimigo o atingiram mortalmente.

Morria o herói nacional, mas ficava para as futuras gerações de Engenheiros o exemplo do Comandante-Engenheiro que ENGENDRAVA SOLUÇÕES por meio dos conhecimentos adquiridos no campo da Engenharia. Engendrar sempre é a solução. Os relatos sobre a vitória na Ilha da Redenção são unânimes em destacar a coragem e intrepidez do herói João Carlos Villagran Cabrita que mesmo “ferido, continuou a se expor às balas, se recusando a ser levado para a retaguarda em face dos ferimentos sofridos”.

Adotando a estratégia de colocar entre a Ilha da Redenção e o Forte de Itapiru duas canhoneiras que dizimavam as canoas do inimigo sem piedade, percebia-se que o Brasil era um adversário forte e estrategista cuja Engenharia Militar não só foi inovadora como, também, destemida. O Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita é tido como um dos Engenheiros e Militares mais brilhantes do Exército Brasileiro.

A Engenharia do Exército, a Arma Azul-Turquesa (cujo símbolo é o "Castelo Lendário"), tem no ilustre Patrono Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita o exemplo para as futuras gerações de Jovens.

DIAS, C. M. C. - 2024

Uma Nação soberana reconhece sua história festejando seus exemplos.

No DIA DA ENGENHARIA, do “Castelo Lendário” da “Arma Azul-Turquesa”, lançam-se “hurras” de triunfo.

Carlos Magno Corrêa Dias
10/04/2025

P.S.: Publicado originalmente em 10/04/2024 com o título "Engendrar sempre é a solução".

9 de abr. de 2025

Reapresentado posicionamentos sobre Consciência Cibernética.


DIAS, C. M. C. - 2025

(1) Sinapses artificiais permitirão “Consciência Cibernética”.

Imagine robôs humanoides com cérebros sinápticos artificiais realizando sinapses algo semelhantes àquelas que realizamos em nossos cérebros humanos para a tomada de decisão. Será fantástico por um lado e preocupante por outro, mas a Inteligência Artificial avança muito e velozmente.

Já há mais de três anos tratei formalmente de questões relacionadas no último COENTELOG (Colóquio Entelechia Logicae) que ministrei com o tema CONSCIÊNCIA CIBERNÉTICA EM ENGENHARIA LÓGICA.

Naquele evento considerei, também, toda a problemática de se instituir procedimentos analíticos centrados na Lógica Formal de Primeira Ordem no campo da Engenharia Lógica para a tomada de decisão dedutiva artificial colocando em confrontação sistemas formais procedimentais (disruptivos) de Inteligência Artificial (IA) e “Consciência Cibernética” (CC).

O futuro da IA é a CC que já começou.

O tempo passa e com ele o futuro aventado só faz avançar.

Carlos Magno Corrêa Dias
05/06/2021

...

(2) Destruindo problemas de Análise Lógica.

“Destruindo” cadeias dedutivas de sequências lógicas complexas em demonstrações formais no Cálculo Lógico Proposicional de Primeira Ordem em Curso que ministrei dias atrás para Engenheiros da Indústria.

Na oportunidade, objetivando a instanciação de processos lógicos na tomada de decisão dedutiva, avaliei logicamente sistemas formais de relacionamento procedimental entre Inteligência Artificial e “Consciência Cibernética” em desenvolvimento na Indústria 4.0 que estamos vivenciando e construindo.

Intitulado CONSCIÊNCIA CIBERNÉTICA EM ENGENHARIA LÓGICA com o correspondente Curso concluo o COENTELOG 2018 (Colóquio Entelechia Logicae 2018).

Carlos Magno Corrêa Dias
28/03/2018

DIAS, C. M. C. - 2028

P.S.: No período de 11/02/2026 a 12/02/2026, ministrei o Curso de Extensão Universitária e Tecnológica no Câmpus Curitiba da TECNOLÓGICA UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), com o tema “ENGENHARIA LÓGICA NOS CAMINHOS DA QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL” no qual já considerava os pressupostos da Engenharia Lógica necessários para possibilidades simbióticas entre Consciência Humana e a CC. Daquela atividade em diante sigo afirmando (categoricamente) que “A “profecia cibernética” há muito anunciada poderá se transformar em história a ser contada. As “máquinas” (dotadas do “analítico”) poderão (enfim) passar a pensar e exercer seus domínios exigindo seus direitos. Da IA (Inteligência Artificial) para a CC (Consciência Cibernética) um novo passo. Um novo mundo possível começa a ser edificado”. Em 09/04/2015.

DIAS, C. M. C. - 2016

8 de abr. de 2025

Registro que permanece atemporal.


Em 06/04/2014, depois de uma espera naturalmente “ansiosa”, publicava, com o título “Agora Sim. Ciclo 2s2012 Completado (e Girando)”, o texto no qual, com satisfação, fazia referência à afixação da placa de bronze na qual registrávamos para a história a relação entre o Professor de Cálculo Diferencial e Integral e os Afilhados Acadêmicos (Engenheiros Formados) da Turma do Segundo Semestre de 2012 do Curso de Engenharia Industrial Mecânica, da TECNOLÓGICA UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), uma das Turmas com maior número de Formados e das muitas excelentes que a Instituição já teve.

DIAS, C. M. C. - 2025

O correspondente texto, sem parágrafos ou quebras estilísticas, foi o apresentado no parágrafo a seguir reproduzido tal qual foi publicado originalmente.

DIAS, C. M. C. - 2012

“Agora Sim. Ciclo 2s2012 Completado (e Girando). Curso concluído, Colação de Grau realizada, festas comemoradas, fotos afixadas nos álbuns, lembranças guardadas, registros documentais efetuados, placa histórica afixada na parede e o Mercado recebendo os Afilhados Engenheiros formados no Curso de Engenharia Industrial Mecânica, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Turma do Segundo Semestre de 2012 (uma das Turmas com maior número de Formados). Correspondente ciclo completado. Então, sempre SUCESSO aos AFILHADOS Allison Durigan Ganzert, Anderson Rovani, André Luiz Tombini, Bruna Luiza Coelho Sturm Antunes, Bruno Euclésio Herreira Belorini, Bruno Ferreira Luzzi, Carlos André Ziemer Kusma, Cesar Augusto Leal, Cezar Augusto Nimberg Anderle, Charles Albert Bonnevialle Júnior, Daniel Carlo Nadalin Trevisan, Dilvo Bedin Júnior, Emanuel Vitor Ceccon, Ernesto Prendin Neto, Fernando Cassias Pereira Júnior, Fernando Jun Hattori Terashima, Gabriel Custódio Lodi, Giulianna Valvassori Camargo, Guilherme Escorsin Roque, Guilherme Hanauer de Lima, Gustavo Vinicius Javorski, Havner Luiz Berton, Hermes Henrique Schneider, Jeferson Abilio Sestrem, José Matheus Olszewski, Julio Carelli de Aguiar, Lehi Davet Alves Filho, Leonardo André Malacário de Campos, Marco Germano Conte, Marina Cardozo Vasco, Orlando de Andrade Correia, Paulo Henrique Gouvea Rodrigues, Philippe Déa Cirino, Rafael Dunaiski, Rafael Fabricio Alves, Rafael Amboss Pinto, Rafael Takahiro Osaki, Ricardo Augusto Terui Hartmann, Ricardo Erbesdobler, Tainan Gabardo Miranda dos Santos, Vanessa Hungria, Vanessa Scherner, Vanessa Xavier de Faria Tambani, Vitor de Bassi Bernardi, Wellington Bettini, e, Wilson Germano Gagbler Júnior. Carlos Magno Corrêa Dias. 06/04/2014".

DIAS, C. M. C. - 2012

Passados, então, mais de dez anos, segue-se para além de 06/04/2025, com satisfação, acompanhando o sucesso contínuo e constante dos Afilhados no difícil Mercado de Trabalhos das Engenharias. Sempre SUCESSO para todos os Afilhados.
DIAS, C. M. C. - 2014

Carlos Magno Corrêa Dias
08/04/2025

7 de abr. de 2025

Consciência Cibernética e Engenharia Lógica.


É sabido, desde muito tempo, que a busca pela compreensão da consciência transcende a filosofia e a psicologia, alcançando a Inteligência Artificial (IA) com o conceito de Consciência Cibernética (CC). A CC investiga a possibilidade de sistemas computacionais desenvolverem autoconsciência, intencionalidade e subjetividade. Nesse contexto, a Engenharia Lógica, de minha autoria, já há algum tempo, também, oferece uma estrutura teórico potente para construir e analisar sistemas complexos, potencialmente materializando artefatos com “atributos conscientes”.

DIAS, C. M. C. - 2025

A Engenharia Lógica formaliza o raciocínio e a decisão via sistemas lógicos, diferenciando-se da “IA estatística” pela ênfase na representação explícita do conhecimento e na inferência lógica como mecanismos de inteligência. Entendendo a IA estatística como área na qual, essencialmente, se usa métodos estatísticos e modelos probabilísticos dentro do campo da IA para construir sistemas inteligentes que podem aprender, raciocinar e tomar decisões a partir de dados, proponho por meio da Engenharia Lógica a geração de sistemas que justificam conclusões, aprendem estruturadamente e adaptam-se logicamente.

É importante observar que a associação da CC com a Engenharia Lógica reside no potencial desta última em fornecer a arquitetura cognitiva para propriedades semelhantes à consciência: autopercepção (reconhecimento e monitoramento interno), intencionalidade (direcionamento a objetivos), subjetividade (perspectiva interna, em sentido computacional) e aprendizado/adaptação coerentes.

DIAS, C. M. C. - 2018

Assim sendo, a Engenharia Lógica, com representação do conhecimento, inferência e modelagem decisória, constrói sistemas com autopercepção, intencionalidade e aprendizado estruturado; sendo a subjetividade cibernética muito mais desafiadora dado requerer a compreensão dos correlatos neurais da consciência, a Engenharia Lógica bem pode contribuir na correspondente modelagem.

A CC se torna um horizonte fascinante na IA e se mostra um campo de infinitas possibilidades na filosofia da mente. A Engenharia Lógica se transforma em um método robusto e forte para sistemas além do elementar (e artificial) processamento de dados, emulando raciocínio e decisão estruturadamente. Sempre deve-se ter em mente que a “consciência” plena em máquinas ainda habita o mundo da ficção. Todavia, a abordagem lógica pode alicerçar a exploração de quaisquer sistemas com características conscientes, guiando a jornada rumo à CC.

A CC é o novo passo da humanidade. Um novo mundo possível começa a ser edificado. A CC associada à Engenharia Lógica avança para ser soberana. A Engenharia Lógica sinaliza possibilidades simbióticas entre a Consciência Humana e a CC para a efetiva tomada de decisão lógica e para a geração de máquinas independentes que seguem criando outras máquinas servis (inclusive biológicas).
 
Carlos Magno Corrêa Dias
07/04/2025.