7 de fev. de 2025

Guri brilha como herói da humanidade.


Com satisfação recebo a notícia que em 4 de fevereiro de 2025 o já imortal Capitão Elmo Diniz, que lutou na Segunda Guerra Mundial como Pracinha, Cobra Fumante, FEBiano da FEB (Força Expedicionária Brasileira), completou seus 103 anos de idade em 2025.

DIAS, C. M. C. - 2025

O gaúcho Elmo Diniz, o “guri” da Estação Lagoão, 3º Distrito de Cruz Alta (RS), nasceu em 04/02/1922, iniciando sua carreira lá em 02/05/1939 no então 6º Regimento de Artilharia Montada (6º RAM), atual 29º GAC AP (Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado).

O Capitão Elmo Diniz foi um dos 150 Praças enviados pelo então 6º RAM para integrar as tropas da FEB na Itália. O 6º RAM passou a denominar-se 29º GAC AP a partir de 1976; sendo distinguido, também, com a denominação de “Grupo Humaitá”.

Tamanha é a importância do Capitão Elmo Diniz para a história da humanidade que em 01/08/2024, em Cruz Alta (RS), o 29º GAC AP inaugurou a “Biblioteca Capitão FEB Elmo Diniz” a qual possibilita tanto estudar o Capitão Elmo Diniz como, também, permite conhecer a história do Forte Humaitá (o Gibraltar da América do Sul) que foi uma instalação militar paraguaia estratégica e que desempenhou papel decisivo no mais mortal conflito armado do continente Sul Americano que foi a Guerra do Paraguai ocorrida entre 1864 e 1870.

O ex-Combatente Elmo Diniz deseja quando jovem ser Telegrafista da Rede Ferroviária Federal. Todavia era na época exigido o Certificado de Reservista. Então, não teve dúvida foi servir no Exército Verde-Oliva do Brasil.

Como Soldado no 6º RAM o então jovem Elmo Diniz realizou o Curso de Cabo e o Curso de Formação de Sargento de Artilharia, sendo promovido em 30/08/1939 ao posto de Cabo e em 09/02/1942 ao posto 3º Sargento. Já como 2º Sargento, tendo incorporado 4º Escalão da FEB, Elmo Diniz foi Auxiliar da Seção Logística e permaneceu em atividade regular até o término da participação do Brasil na Campanha da Itália naquela monstruosa guerra.

Ao retornar ao Brasil em setembro de 1945 o Pracinha Elmo Diniz continuou como militar servindo no então Quartel-General da Artilharia Divisionária da 3ª Divisão de Infantaria, atual Artilharia Divisionária da 3ª Divisão de Exército (AD/3). Em 1948, de volta ao 6º RAM, foi promovido à 1º Sargento e Subtenente. Em 06/01/1954, atinge o posto de 2º Tenente e, em 30/01/1954, transferido para a 15ª Circunscrição Regional (CR), foi nomeado Delegado da 13ª Delegacia Regional (DR), em Cornélio Procópio (PR).

Elmo Diniz foi condecorado por diversas vezes com honras pela excelência de seus serviços prestados. Especialmente recebeu em 19/04/1954 a Medalha do Pacificador devido à qualidade de seu trabalho em favor do serviço militar. Em 28/12/1962, reconhecido e admirado pelo Exército do Brasil como exemplo a ser seguido, o FEBiano Elmo Diniz foi promovido a Capitão.

Hurra! Hurra! Hurra! Salve, Salve! Salve! Salve Cobra Fumante Pracinha FEBiano Herói Imortal Elmo Diniz!

Carlos Magno Corrêa Dias
07/02/2025

3 de fev. de 2025

Duas décadas das CONTIGÊNCIAS.


“Em sistemas bivalentes e dicotômicos, orientados pela identidade, não-contradição e terceiro excluído, os enunciados podem ser predicados, segundo o tipo de resultados que originam, como sendo tautologias (proposições logicamente verdadeiras), contradições (proposições logicamente falsas) e contingências (proposições contingentes).”

“As tautologias são enunciados opostos às contradições e denotam aquelas sentenças cujo valor lógico é sempre a verdade independentemente da enunciação da sentença em análise. Reciprocamente, as contradições seriam as negações das necessárias tautologias.”

“Contingências, então, são as sentenças que apresentam, dependendo dos valores de suas componentes, pelo menos um dos valores mutuamente excludentes; quais sejam: a verdade e a falsidade. Assim, poder-se-ia dizer que uma proposição cuja verdade e falsidade são igualmente possíveis de ocorrer como resultado predicado à sentença corresponde a uma proposição contingente.”

“De forma menos formal, uma contingência está relacionada a algo que pode vir a acontecer ou não, sendo uma eventualidade e, por isso, não correspondendo aos absolutos tautológico ou contraválido (ou contradição); mas, que pela verdade e pela falsidade vão ocorrer, em dado momento, partindo-se de um mesmo referencial.”


Com os parágrafos precedentes dava início ao prefácio de minha obra CONTINGÊNCIAS (ISBN: 85-88925-09-5), publicada em 2005, depositada na Biblioteca Nacional, integrando o Acervo da Produção Intelectual do Brasil, e, também, com Registro de Propriedade Intelectual, a qual é uma antologia de pensamentos meus que busca chamar a atenção sobre as sempre reflexões que são necessárias e não suficientes na realidade condicional e não tautológica ou não contraditória que escraviza o ser no mundo das contingências.

DIAS, C. M. C. - 2025

DIAS, C. M. C. - 2005

Assim sendo, em 2025, é tempo de celebrar as já duas décadas, vinte anos, da produção desta minha obra que desde a publicação vem se tornando um alerta; senão um chamado ao pensar de forma disruptiva.

Carlos Magno Corrêa Dias
03/02/2025

1 de fev. de 2025

Conjuntiva loucura atemporal.


Os ansiosos devem viver no futuro enquanto os depressivos, possivelmente, vivam no passado. Mas, certamente, os loucos vivem é no presente.

DIAS, C. M. C. - 2025

DIAS, C. M. C. - 2025

Carlos Magno Corrêa Dias
01/02/2025

31 de jan. de 2025

Engenharia Lógica segue inovando o engendrar.


Há mais de 30 (trinta) anos, em decorrência de meus estudos e pesquisas sobre o “pensar lógico”, criava a ENGENHARIA LÓGICA cujos fundamentos primeiros bem podem ser consultados no meu trabalho intitulado “A lógica matemática enquanto agente transformador dos processos inferenciais em matemática superior”, de 1993, o qual transformou-se em livro com o mesmo título em 1999 com ISBN: 85-900661-2-6 e com depósito no acervo da Biblioteca Nacional do Brasil compondo a Memória Nacional do Brasil responsável por guardar, preservar e divulgar a Produção Intelectual do Brasil.

Também nas minhas obras “Compêndios de matemática e lógica matemática: uma abordagem extemporânea” (ISBN: 85-900661-4-2) de 1999; “Lógica matemática: introdução ao cálculo proposicional” (ISBN: 85-900661-3-4) de 1999, “Lógica sentencial” (ISBN: 978-85-88925-21-2) de 2013, “Cálculo lógico inferencial” (ISBN: 978-85-88925-18-2) de 2013, bem como no meu livro “Prolegômenos à filosofia da matemática” (ISBN: 978-85-88925-08-3) de 2010, apresento conjunto de considerações técnicas/formais sobre a minha Engenharia Lógica.

Muito particularmente, tecnicamente por assim dizer, no meu “Projeto de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico em Engenharia Lógica”, o qual desenvolvi no biênio 2013-2014, um Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento credenciado oficialmente, estruturei uma estrita “Tecnologia Analítica de Decisão Otimizada” centrada na Lógica Formal (nos Cálculos Lógicos e na Álgebra da Lógica), na Teoria da Argumentação Dedutiva e na Análise Inferencial dando forma aos Métodos e Técnicas utilizados na Engenharia Lógica que venho desenvolvendo.

DIAS, C. M. C. - 2025


Também em artigos científicos e/ou tecnológicos tenho apresentado está minha Engenharia Lógica objetivando evidenciar o quanto é possível engendrar (“engenheirar”) soluções mais adequadas de maneira “consistente e correta” (de forma lógica) centrada nos Cálculos Lógicos (na Álgebra de Lógica) que fazem parte da Engenharia Lógica. Tal é o caso do meu recente artigo intitulado “Engenharia Lógica induzindo disrupção (mudança)” o qual foi publicado, em 27/01/2025, na página oficial da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), estando disponível no endereço https://www.fne.org.br/index.php/artigos/7279-artigo-engenharia-logica-induzindo-disrupcao.

Carlos Magno Corrêa Dias
31/01/2025

30 de jan. de 2025

Notável graduou-se em Educação Física.


Em 10 de janeiro de 2025 foram completados 51 (cinquenta e um) anos, pouco mais de meio século, da Formatura de Edison Arantes do Nascimento (1940-2022) no Curso de Licenciatura em Educação Física da Faculdade de Educação Física da Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES) a qual ocorreu em 10 de janeiro de 1974.

Oficialmente naquela data Pelé (sim, o grande Pelé), o Atleta do Século, o “Rei do Futebol”, o único tricampeão em Copas do Mundo de Futebol em quase 162 anos de existência do Futebol (o Futebol moderno nasceu em 26 de outubro de 1863), o recordista mundial do Guinnees (“Guinness World Records”), recebia seu Diploma de Graduado; documento aquele que atualmente se encontra devidamente integrando o Memorial das Conquistas localizado no Estádio Urbano Caldeira do Santos Futebol Clube, na Vila Belmiro, em Santos (SP). Cabe ressaltar que Pelé iniciou o Curso de Graduação em questão em 1970.

DIAS, C. M. C. - 2025

Por estas e por muitas outras conquistas é que Pelé, o mineiro de Três Corações (MG), o tricordiano Edison Arantes do Nascimento, sempre será insuperável.

Carlos Magno Corrêa Dias
30/01/2025

29 de jan. de 2025

Engenharia Lógica engendrando soluções.


Há mais de três décadas, há mais de 30 (trinta) anos, gerava, em decorrência de meus estudos e pesquisas sobre o “pensar lógico”, os fundamentos da Engenharia Lógica uma forma de engendrar soluções de maneira “consistente e correta” centrada nos Cálculos Lógicos (na Álgebra de Lógica) como uma abordagem analítica inovadora para a construção (o engendrar) de soluções.

Hoje a Engenharia Lógica permeia diversas áreas do saber determinando a resolução de problemas na criação de algoritmos para computadores, na análise de estruturas, no desenvolvimento de sistemas autômatos, na estruturação de linguagens de programação, na elaboração de projetos de sistemas que vão desde circuitos eletrônicos até grandes sistemas de controle industrial, na tomada de decisões em sistemas inteligentes como robôs e sistemas autônomos; dentre muitas outras possibilidades tecnológicas.

Para uma visão geral da Engenharia Lógica (ou Engenharia Inferencial, como em determinados contextos se apresenta) elaborei o artigo intitulado “Engenharia Lógica induzindo disrupção (mudança)”, publicado em 14/01/2025, na página oficial do Seesp (Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo), o qual está disponível no endereço https://www.seesp.org.br/site/comunicacao/noticias/item/23084-engenharia-logica-induzindo-disrupcao-mudanca.

Mais recentemente, em 27/01/2025, o artigo em referência foi publicado na página oficial da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), estando disponível no endereço https://www.fne.org.br/index.php/artigos/7279-artigo-engenharia-logica-induzindo-disrupcao.

DIAS, C. M. C. - 2025

No artigo “Engenharia Lógica induzindo disrupção (mudança)” apresento considerações gerias sobre a essência da Engenharia Lógica que criei informado, também, livros de minha autoria nos quais são tratados os pressupostos desta inovadora forma de conduzir os trabalhos nos campos da Engenharia para se atingir a esperada solução de problemas. 

A Engenharia Lógica que proponho representa uma abordagem inovadora que busca integrar a Lógica Matemática com diversas áreas da Engenharia e das Tecnologias (em particular) bem como com as Ciências (em geral). Ao invés de ser apenas uma ferramenta teórica, a Engenharia Lógica passou a ser o alicerce para o desenvolvimento de soluções tecnológicas mais eficientes, robustas e capazes de induzir novas abordagens tecnológicas positivas na sociedade.

A Engenharia Lógica é fundada na premissa que a Lógica Matemática, com suas estruturas rígidas e métodos precisos, pode ser utilizada como um “framework” para o desenvolvimento de sistemas cada vez mais complexos. Ao aplicar os princípios da Lógica Matemática a problemas de Engenharia, é possível modelar sistemas complexos; validar soluções; otimizar processos; desenvolver sistemas inteligentes; ampliar e melhorar as relações homem-máquina expandindo sobremaneira a Transformação Digital, a Computação Quântica e as Redes Neurais Artificiais.

Carlos Magno Corrêa Dias
29/01/2025

27 de jan. de 2025

Jamais esquecer o holocausto para sempre lembrar dos vitimados.


Já são passados 80 anos daquela vergonha humana e mesmo mais 800 anos não serão suficientes para amenizar as dolorosas lembranças dos crimes gerados no Campo de Concentração de Auschwitz porque não é permitido esquecer jamais aqueles horrores praticados por homens contra os próprios himens.

O Campo de Concentração de Auschwitz é um dos exemplos mais brutais (e vergonhosos) do sobrepujar o homem pelo próprio homem. Auschwitz é um símbolo sombrio do holocausto e das enormes atrocidades cometidas contra o homem. Um local de extermínio de pessoas com crueldade e total desrespeito à vida humana.

Sim, não é permitido esquecer o holocausto. Não se pode esquecer aquela miséria humana e, também, sim, deve-se lembrar sempre das vítimas do holocausto.

Em 27/01/1945, há 80 (oitenta) anos, há 0ito décadas, o Campo de Concentração de Auschwitz foi libertado.

27 de janeiro é o DIA INTERNACIONAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO.

Enquanto existir a humanidade os homens devem lembrar da vergonha daquela insana barbárie e miserável.

"ARBEIT MACHT FREI" ('O trabalho liberta'). Que ignomínia monstruosa usar o extermínio de pessoas por meio do trabalho. Para lembrar das vítimas do holocausto e para jamais esquecer as monstruosidades lá cometidas celebre-se o dia 27 de janeiro.

DIAS, C. M. C. - 2025

Lembrando os horrores cometidos em Auschwitz que as gerações futuras possam (realmente) entender a importância de se combater o ódio e a intolerância para a preservação da humanidade que os homens devem possuir para evoluir e transcender gerações.

Carlos Magno Corrêa Dias
27/01/2025

25 de jan. de 2025

Os “fortes” seguem transformando há mais de 30 anos.


Em 26 de janeiro de 2025 são completados 30 anos (três décadas) do discurso que proferi como Paraninfo na Cerimônia de Colação de Grau da Turma BCC-1994/PUCPR (Turma de Formandos de 1994 do Curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR), realizada em 26 de janeiro de 1995, na Ópera de Arame, em Curitiba.

DIAS, C. M. C. - 2025

Algo como “... que os horizontes continuem amplos e ilimitados, que as intermináveis possibilidades sempre nos desafiem e que continuemos (infinitamente) a nos perguntar o que podemos fazer por nosso país a partir do conhecimento que possuímos e que sequencialmente aprimoramos ...” fazia parte daquele meu pronunciamento saudando os Afilhados Bacharéis que entravam como Profissionais Formados no mundo das Soluções Necessárias por meio das Tecnologias da Computação, precursores de uma nova era que se vive atualmente.

Digitalização Foto - Convite de Formatura - 1995

Com júbilo celebro os 30 anos daquela especial deferência recebida apadrinhado a Turma BCC-1994/PUCPR e, com maior satisfação ainda, festejo a trajetória de sucesso dos então “Jovens” Afilhados que desde o início da Graduação lá no já distante ano de 1991 dividiram comigo as intensas emoções, as dificuldades (não poucas) e o conhecimento da determinante e “pesada” Lógica Formal quando para eles ministrei as disciplinas de Lógica Matemática nos primeiros períodos do Curso de Ciência da Computação (cujos conteúdos sempre eram apenas para os “fortes”, nas falas dos próprios Acadêmicos da época).

DIAS, C. M. C. - 1995

“Ao infinito e além”, muito além. Que os “fortes” sigam transcendendo as décadas aplicando seus conhecimentos para garantir o progresso e desenvolvimento de nossa Nação e para oportunizar uma vida sempre melhor para as Pessoas. Sigamos em frente, sempre em frente e melhorando cada vez mais a realidade que embora disruptiva exige lógica e consistência geradas pelo saber.

DIAS, C. M. C. - 1995

Para os Afilhados sempre votos de contínuo e constante sucesso.

Carlos Magno Corrêa Dias
26/01/2025

P.S.: Afilhados (Apadrinhados) da Turma BCC-1994/PUCPR (Turma de Formandos de 1994 do Curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR): Alexandro Simioni, Andréia Woellner, Carlos Iran Chiarello, Celso Manzo Odashiro, Cristiane Mussalan Assis, Cynthia Elaine Negrelo Newton, Darci Rosa da Silva Junior, Edna Wakuda, Eduardo Sousa Amaral, Fabiane Kiyomi Kavano, Fabiano Zanchet, Fabricia Silveira, Frediani Bartel, Galbas Milleo Filho, Geraldo Vandré Nunes, Gilson Scherer, Heloisa Alice Bruel Gemin, Humberto Augusto Falce, Ibaira Gabriel Akim, Ivan Carlos Vicentin, Ivo Farias Filho, Jéferson Coltro, Joice Seleme, Josimara Canestraro, Juliana Jansson, Karl Heinz Schäffer, Liliane Alessandra Gomes, Lisiane Volpi Sipert, Luciano Mattos, Lucio Tomazi, Luiz Cesar Antonio, Lusandra do Nascimento, Marcello Alexandre de Campos, Marcelo Ehalt, Marcelo Noronha Silva, Márcia Beatriz Cavalcante, Márcia Maria Karasinski, Marco Vinicio da Silva, Marcos Antonio Borille, Marisa Emika Morita, Noel Oliveira Machado, Patrícia Mueller Machado, Regina Maria Vidal, Regina Tomie Morita, Renata Cherobim (in memoriam), Renato Gonçalves Barros, Ricardo de Luca, Ricardo Tizzot Wittig, Roberta Maciel de Paula, Sergies Baptista de Oliveira, Simone Barrionuevo Saliba, Solange Fiori Gomes, Sonia Sofia El Khouri, Tattiana Mantovani Fonseca, Tatiana Rorato Carneiro, Vanessa Borgonovo Goulart, Viviane Hanako Degelmann, Wilson Hideo Takemoto, Winfried Helmuth Schumann e Yonder Kóu.

24 de jan. de 2025

Arma de Engenharia do Exército do Brasil.


No último 23 de janeiro completaram-se 170 (cento e setenta) anos da criação do “Batalhão de Engenheiros” da Arma de Artilharia do Exército Brasileiro, fundado em 23/01/1855 e composto, originalmente, por quatro Companhias: uma de Artífices (Tropa especializada em reparos e fabricação de equipamentos de guerra), uma de Mineiros (Unidade Militar de Engenharia e Construção), uma de Pontoneiros (Tropa dedicada à instalação de pontes e pontões, e à utilização de embarcações) e uma de Sapadores (Unidade de Soldados responsáveis por cavar fossos, trincheiras e galerias subterrâneas nas operações militares).

DIAS, C. M. C. - 2025

Um Batalhão é uma Unidade Militar que se organiza em Companhias; sendo que cada Companhia é formada por Pelotões. As Armas do Exército do Brasil são, atualmente, a Infantaria, a Cavalaria, a Artilharia e a Engenharia.

O então “Batalhão de Engenheiros”, precursor da atual Arma de Engenharia do Exército do Brasil, criado como unidade ligada à Arma de Artilharia, surgiu, basicamente, da crescente necessidade de apoiar e engendrar soluções no Movimento do Exército em Campanha nos diferentes conflitos armados dos quais o Brasil participava.

Especificamente, a história registra, também, que a criação do “Batalhão de Engenheiros” do Exército do Brasil foi uma resposta direta ao Exército Imperial. Com o uso de conhecimentos de Engenharia as tropas do Exército do Brasil conseguiram melhor movimentação em Campanhas vencendo mais facilmente tanto os obstáculos naturais ou aqueles criados pelo inimigo, bem como engendrando (inovando) novas soluções de defesa e de ataque ou promovendo obras de construções e reparações antes não possíveis.

O “Batalhão de Engenheiros”, ligado à Arma de Artilharia, Batalhão Escola de Engenharia, chamado, também, "Batalhão Villagran Cabrita", permaneceu ativo até o ano de 1908 quando foi criada, especificamente, a Arma de Engenharia.

O Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita (1820-1866) é o Patrono e o grande inspirador da Arma de Engenharia (Arma Azul-Turquesa) do Exército do Brasil.

A Arma de Engenharia do Exército Brasileiro (Arma Azul Turquesa) tornou-se responsável por apoiar a mobilidade, proteção e contramobilidade das Tropas do Exército do Brasil realizando, também, obras e serviços para apoiar o desenvolvimento nacional nas mais diversas e distintas situações. Arma Azul Turquesa é, também, o berço da Engenharia no Brasil

Carlos Magno Corrêa Dias
25/01/2025

Brasil desde a Constituição de 1967.


Com a Constituição de 1967, outorgada em 24/01/1967, o país antes denominado ESTADOS UNIDOS DO BRASIL passou a ser a REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, conhecido como BRASIL, um Estado Democrático de Direito de Estrutura Federativa.

DIAS, C. M. C. - 2025

Em comemoração à Constituição do Brasil, em 24 de janeiro, celebra-se o DIA NACIONAL DA CONSTITUIÇÃO do Brasil. Em 1967, com a implementação da Constituição Federal do Brasil chegou-se ao nome atual do Brasil. Em 1988, com a nova Constituição, a denominação “República Federativa do Brasil” foi mantida.

O atual Brasil teve oito Constituições (1824, 1891, 1934, 1937, 1946, 1967, 1969 e 1988) e Emenda Constitucional número 1 (tratada, também, como a "Constituição de 1969").

Que a Constituição da República Federativa do Brasil possibilite sempre o cumprimento das Garantias Constitucionais, dos Direitos e dos Deveres de cada Cidadão do Brasil.

Carlos Magno Corrêa Dias
24/01/2025