31 de jul. de 2013
Traçando os Caminhos da Cultura.
No último dia 26/07/2013, sexta-feira, foi aberta, oficialmente, a IV Conferência Municipal de Cultura de Curitiba. O evento foi organizado pela Fundação Cultural de Curitiba (FCC) e objetivou, em um primeiro momento, por em debate, em grupos de trabalho, constituídos por representantes da Sociedade Civil e de Instituições Governamentais, questões relacionadas à Implementação do Sistema Nacional de Cultura quando foram avaliadas as prioridades para o desenvolvimento da Cultura e o aperfeiçoamento de estratégias de fomento, valorização e difusão da Arte.
A IV Conferência Municipal de Cultura de Curitiba, cujo tema central tratou de “Uma Política de Estado para a Cultura: Desafios do Sistema Nacional de Cultura”, foi uma das maiores já realizadas na Capital Paranaense e constituiu o que estamos considerando um “Marco Regulatório” para a nossa Cultura quando foi permitido evidenciar que Cultura é “uma questão de Política Pública” e, em nosso particular entendimento, o mais importante bem nacional.
No sábado, dia 27/07/2013, os participantes debateram os quatro eixos temáticos: (a) Implantação do Sistema Nacional de Cultura, (b) Cidadania e Direitos Culturais, (c) Produção Simbólica e Diversidade Cultural, e, (d) Cultura e Desenvolvimento, elaborando as respectivas diretrizes para apreciação e votação pelos participantes.
No domingo, 28/07/2013, a IV Conferência Municipal de Cultura de Curitiba teve seu encerramento com a aprovação das propostas para novas diretrizes para o Setor Cultural no âmbito municipal, estadual e federal. A plenária final homologou, ainda, os nomes dos 24 (vinte e quatro) delegados que representarão Curitiba na Conferência Estadual de Cultura, a ser realizada nos próximos dias 14 e 15 de setembro, em Guarapuava.
A IV Conferência Municipal de Cultura de Curitiba foi um sucesso, atendeu as expectativas e promoveu uma maior interação entre distintos membros da Sociedade que se preocupam com a Cultura Nacional. Curitiba deu um importante passo no caminho que levará a uma “Política de Estado para a Cultura” em nosso país.
As diretrizes e moções aprovadas durante o evento serão compiladas em documento oficial a ser encaminhado à Secretaria de Estado da Cultura e ao Ministério da Cultura. Tão logo a redação final do correspondente documento esteja concluída será disponibilizada no site da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) para conhecimento de todos.
Carlos Magno Corrêa Dias
31/07/2013
26 de jul. de 2013
Pela Nona Vez SNCS se Apresenta.
Na segunda semana de agosto de 2013 tem início mais uma SNCS (Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade), período no qual somos convidados a comemorar as inúmeras ações realizadas por Organizações e Pessoas para atingirmos os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).
Criada no ano de 2004, quando nasceu, também, o Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade (MNCS), que trabalha para conscientizar e mobilizar a Sociedade Civil e os Governos para alcançarmos, até 2015, os oito ODM estabelecidos em 2000 pela Organização das Nações Unidas (ONU), a SNCS constitui um importante momento que integra o processo permanente de mobilização nacional para efetivar as metas socioeconômicas relacionadas aos ODM que abrangem as áreas de redução de pobreza, a oferta de educação de qualidade, a garantia de saúde, a conservação do meio ambiente e a promoção do desenvolvimento para todos.
Na SNCS somos convidados a refletir, discutir e definir ações práticas e concretas futuras para alcançarmos os ODM até 2015, bem como, a realizar um balanço quanto aos compromissos anteriormente assumidos, se as metas estabelecidas foram atingidas e como pensar alternativas para alcançar aqueles objetivos ainda não cumpridos.
No Mundo Contemporâneo não há como deixar de se comprometer com as inúmeras questões associadas à conjunção entre Cidadania e Solidariedade. É sabido, também, que, invariavelmente, não são poucas as dificuldades para atender satisfatoriamente as respectivas exigências e assumir as correspondentes responsabilidades. Assim, precisamos unir nossas forças, pois juntos poderemos alcançar os ODM, garantindo Cidadania por intermédio da Solidariedade.
No Paraná, no dia 3 de agosto de 2013, a partir das 9 horas, na “Boca Maldita”, em Curitiba, será realizada a abertura oficial das atividades da Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade. Neste evento as Entidades que já assinaram o Termo de Adesão ao MNCS e ao Núcleo Estadual do Movimento estarão presentes para divulgar os ODM para os interessados e convidar à participação de todos no Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade.
Faça parte desta história e vamos alcançar juntos os ODM. Atingir os ODM será bom para o Mundo, será bom para você, será bom para todos nós.
Carlos Magno Corrêa Dias
26/07/2013
25 de jul. de 2013
Notório Exemplo de Fracasso Vivido.
No exato momento em que percebermos que nossas vidas valeram terem sido vividas, teremos, certamente, a confirmação de como nossas vidas foram inúteis.
Carlos Magno Corrêa Dias
25/07/2013
24 de jul. de 2013
PAZ e BEM. Simples Assim.
A despeito de tudo que se tenha afirmado sobre Giovanni di Pietro di Bernardone (1182 - 1226), o canonizado São Francisco de Assis, absolutamente sua crença positivista sobre a Natureza e o Homem constitui seu maior legado não apenas por ter impregnado inúmeras filosofias (tal qual a da Renascença) promovendo profunda identificação com os problemas da humanidade, mas, principalmente, por continuar a nos ensinar os valores do “TAU Franciscano atado ao Cordão condutor dos três Nós da Fidedignidade”.
O TAU (a mais antiga grafia em forma de cruz) em Francisco de Assis, a Cruz Franciscana, vem, na convergência de suas duas linhas que o formam, significar a relação entre o Divino e o Humano, sendo o símbolo da Ordem Mendicante dos Frades Menores (Ordo Fratrum Minorum) ou Ordem de São Francisco fundada pelo próprio Francisco de Assis. O TAU Franciscano é a materialização da batalha pela PAZ, é símbolo de unidade e reconciliação.
O fio condutor (ou o Cordão Franciscano) representa o caminho e sinaliza o elo que une a forma de nossa vida. Nos três nós do Cordão Franciscano encontramos a síntese da Boa Nova formada pelos três conselhos: Obediência, Pobreza e Castidade.
Todavia, há de se observar que os três votos de Francisco de Assis, simbolizados nos três nós do Cordão Franciscano que sustenta o TAU de Assis, não devem ser tomados no sentido etimológico estrito dos correspondentes vocábulos que os enunciam, mas segundo os Princípios Franciscanos que os mesmos representam e que levam, invariavelmente, ao BEM.
Na concepção correspondente, a Castidade envolve a pureza de coração, a transparência. O casto é todo aquele que é capaz de cuidar da beleza do seu coração e de seus afetos. Revelar o melhor de si, ser verdadeiro eis a função da Castidade defendida. Aceitar a Pobreza em Francisco de Assis é, por sua vez, ter condições de viver plenamente na gratuidade da convivência, ser capaz de poder partilhar, ter a sabedoria para tudo por em comum. Por fim, a Obediência não significa a subserviência servil. Trata sim do acolhimento para perceber o maior e o melhor. O obediente é fiel a seus princípios e deles não abre mão.
Assim, escutar o valor maior, ter a coragem da partilha, e, garantir a pureza de coração constituem o BEM em Francisco de Assis.
Na saudação franciscana “PAZ e BEM” espalhemos os correspondentes Valores Franciscanos entre nós para um Mundo Melhor.
Carlos Magno Corrêa Dias
24/07/2013
23 de jul. de 2013
A História Requisita Mais Integrantes.
Existem dias memoráveis nos quais até neve (de verdade) vem criar momentos históricos para registro. O dia 23 de julho de 2013 terminará sendo um destes dias.
Mas, a história é contada, também, por perdas, por tristezas. E neste mesmo dia memorável por reproduzir acontecimento passado que quase veio completar quatro décadas, a mesma história solicitou outro brasileiro notável para compor suas galerias. Djalma dos Santos (São Paulo, 27 de fevereiro de 1929 - Uberaba, 23 de julho de 2013), o Djalma Santos, partiu para ser lembrado como o maior lateral direito da história do futebol de todos os tempos no Brasil e no Mundo.
Carlos Magno Corrêa Dias
23/07/2013
Um Novo Mundo o Sanfoneiro Vai Começar.
O Brasil é tristeza no dia de hoje, pois que José Domingos de Morais (Garanhuns, 12 de fevereiro de 1941 - São Paulo, 23 de julho de 2013), o Dominguinhos, nos deixou. A Terra Mãe fica mais pobre, pois um de seus grandes mestres Sanfoneiros não mais poderá nos brindar, presencialmente, com sua arte e talento. Fica, porém, a lembrança e o reconhecimento.
Nas estrofes do Sanfoneiro Dominguinhos: “Estou chegando de mansinho ... O meu plano foi traçado e um novo mundo eu vou começar”.
Carlos Magno Corrêa Dias
23/07/2013
22 de jul. de 2013
Antinomia da Mudança Adaptativa.
Quando as respostas são mais fáceis que as perguntas temos evolução (adaptação). Quando as respostas são mais difíceis que as perguntas temos desenvolvimento (mudança).
Carlos Magno Corrêa Dias
22/07/2013
20 de jul. de 2013
Inventor Notável Independentemente dos Aeróstatos ou Aerodinos.
Na lista daqueles que devem ser lembrados sempre, hoje, 20 de julho, desponta o brasileiro Alberto Santos Dumont (Palmira, 20 de julho de 1873 - Guarujá, 23 de julho de 1932), um Inventor por excelência, um Inovador além de seu tempo.
Acima de tudo um aeronauta, Alberto Santos Dumont foi o primeiro homem a cumprir um circuito pré-estabelecido conduzindo um balão dirigível (um aeróstato, ou aeronave mais leve que o ar) com motor a gasolina, na presença de testemunhas oficiais como especialistas, jornalistas e populares, bem como, a ter o devido reconhecimento pela Fédération Aéronautique Internationale (FAI).
Em 4 de novembro de 1901, Dumont conquistou o Prêmio Deutsch ao contornar a Torre Eiffel com o seu dirigível Número 6, passando a ser notabilizado no mundo da época e a fazer parte da história. Saliente-se, todavia, que dias antes deste feito, em 19 de outubro de 1901, Dumont já havia contornado a mesma Torre Eiffell no seu Balcão Número 5, motorizado, percorrendo, sob supervisão de comissão do Aeroclube da França, um percurso de 11 (onze) quilômetros em voo de meia hora.
Alberto Santos Dumont é, portanto, o inventor da primeira AERONAVE DIRIGÍVEL PRÁTICA. Quaisquer outras considerações, tais como se Dumont é ou não o inventor do “avião” ou se foi ele o responsável pelo primeiro voo em um “avião”, isto pouco importa. A vitória mundial de 1901 o coloca como um dos maiores inventores da história.
Se o Wright Flyer 1 dos irmãos Wilbur Wright (Millville, 16 de abril de 1867 - Dayton, 30 de maio de 1912) e Orville Wright (Dayton, 19 de agosto de 1871 - Dayton, 30 de janeiro de 1948) ou o 14-Bis de Dumont é o primeiro aerodino (aeronave mais pesada que o ar), tal questão é, também, irrelevante quando diante da notoriedade de Alberto Santos Dumont quanto ao formidável inventor que foi e ao incrível feito de 1901. Depois da invenção vitoriosa de Dumont que lhe rendeu o Prêmio Deutsch de 1901 a história deu conta de se completar naturalmente com suas necessárias consequências.
Lembrando dos cento e quarenta anos de nascimento de Alberto Santos Dumont saudemos este que foi um dos mais importantes inventores brasileiros.
Carlos Magno Corrêa Dias
20/07/2013
19 de jul. de 2013
500 Anos da Ética do “Bem Governar”.
Concluindo a tríade de observações pretendidas sobre as questões lógicas no entorno do pensamento de Nicolau Maquiavel (1469-1527) quanto à proliferação de possíveis inconsistências provocadas pela afirmação “os fins justificam os meios” supostamente constante de sua obra “O Príncipe”, escrita em 1513, apresentei, no último dia 12 de julho de 2013, considerações complementares, paralelas e estritas, com o título “Paradoxos Supõem Antinomias Maquiavélicas”.
Na primeira exposição, apresentada em 07/02/2013, com o título “Ética Maquiavélica Frente à Consciência Política Despótica” fiz observar, categoricamente, que no tocante à obra “O Príncipe” existem alguns enganos ou dogmas disseminados em contextos outros que não no essencial (“não absolutista”) proclamado (ou defendido) por Maquiavel. Centrado na Deôntica, apoiado por pressupostos de uma filosofia analítica própria, coloquei em xeque, na época, tais enganos tomando por base relações lógicas estritas entre “a Ética e a Consciência Política” para o bem legislar. Contudo, evitei tratar de antinomias ou paradoxos, em sentido estrito.
Num segundo momento, ocorrido em 26/04/2013, com o título “Razão Suficiente de Maquiavel”, abordei aspectos lógicos (mais filosóficos) relacionados à “completude e corretude” do pensamento de Maquiavel quanto à sua intenção de preservar a “consciência diplomática” na manutenção do poder diante do perigo da divisão política. Onde, então, já se despontaram questões contrárias contundentes ao senso comum no sentido “vulgar” com que é utilizada, em geral, a má interpretação de que “os fins justificam os meios”, absolutamente.
Em “Paradoxos Supõem Antinomias Maquiavélicas”, após um breve resumo sobre a obra de Maquiavel, fiz observar que em “O Príncipe” o autor demonstra sua experiência em analisar as estruturas de um governo para oferecer uma forma de governar que mantivesse o governante permanentemente no poder, sem, contudo, ser odiado por seu povo. Categoricamente, deixei claro, neste preâmbulo, que a expressão “os fins justificam os meios”, significando que “não importa o que o governante faça em seus domínios desde que seja para manter-se como autoridade”, não se encontra no texto em referência. É uma interpretação “tradicional” (simplista, errônea) sobre o pensamento maquiavélico. Esta usual interpretação (falha) gera, na maioria das vezes, sérias deturpações sobre o pensamento de Maquiavel.
Na sequência considerei, uma vez mais, a diferença entre paradoxos e antinomias, enfatizando que na proposição “os fins justificam os meios” há, efetivamente, uma antinomia quando relacionada ao pensamento de Maquiavel, pois o “senso lógico” é extrapolado levando o indivíduo, à primeira vista, a pensar paradoxalmente de forma contraditória ao pretendido na respectiva obra em referência, não compreendendo, de fato, a verdade possível ou a realidade que vem expressar, a despeito de alguma contradição que pensa existir, fazendo com que o entendimento seja surpreendido. Uma interpretação falha se instala gerando, portanto, um engano (amplamente difundido).
Depois de diversas ponderações visando clarificar o “entendimento maquiavélico” sobre o “governar”, observo que a “ética” defendida por Maquiavel esta associada a uma teoria de Estado onde se pressupõe a “centralização do poder político” e não o “absolutismo”; o que são posições bem distintas. O que Maquiavel propõe aos governantes é como “melhor administrar o governo” e, de forma alguma, suas proposições estariam ligadas à defesa da falta de ética na política. Muito pelo contrário, Maquiavel mostra-se firmemente convicto que é possível “o bem governar” eticamente e, em “O Príncipe”, estabelece como.
Carlos Magno Corrêa Dias
19/07/2013
17 de jul. de 2013
Ecos da Necessidade.
Não sonhemos com possibilidades e nem perspectivemos um mundo melhor. Tornemos sim a realidade hodierna digna de ser vivida por todos.
Carlos Magno Corrêa Dias
17/07/2013
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