Selvagem, familiar, hodierno, conflitante, afetivo, cruel, magnífico, surreal, presente, civilizado, tradicional, de vanguarda, mediador, essencial, fortuito, novo e quase revolucionário. Assim é “Valente”, da PIXAR/DISNEY, que traz como protagonista a surpreendente Merida.
A animação é entusiástica e gira em torno dos conflitos que possam ser gerados entre o senso de liberdade dos jovens e as tradições dos pais. Fortemente emocional, mas, também, crítico e divertido, o enredo põe em confronto o espírito selvagem da jovem Merida e a etiqueta social como obrigação asseverada por sua mãe. Assim, o embate entre a liberdade e a tradição está no centro do roteiro e se mostra repleto de significados que objetivam evitar a destruição da noção de família, tendo por mediadora a própria Mérida (o que constitui outra inovação).
Na trama, muito bem conduzida, a jovem princesa dá, entretanto, provas que a diplomacia como forma de valor moral pode ser introduzida nos contos infantis para mostrar que a família (embora essencial) tem forma heterogênea e é conflituosa mas que pode ser “vivida” em conjunto para o bem de todos os envolvidos desde que preservando-se o respeito, garantido-se a amizade e o amor e, sobretudo, reconhecendo e entendendo as individualidades.
Movimentado, curioso, e, também, divertido, “Valente” é de prender a atenção do começo ao fim. Mas, o mais interessante (o moderno, aquilo que garante vanguarda) na animação é o avanço que os produtores se permitiram aceitar ao criar um roteiro infantil que provoca, incentiva, faz refletir e, ao mesmo tempo, ensina (a quem estiver disposto a aprender ou a apreender, independente da idade) que a liberdade pode ser direcionada para a conquista social e individual.
No
dia do Engenheiro, 11 de dezembro, dia quando foi regulamentada a
profissão de Engenheiro no Brasil em 1933, faço relembrar o conhecido
JURAMENTO: “Prometo que, no cumprimento do meu dever de Engenheiro não
me deixarei cegar pelo brilho excessivo da tecnologia, de forma a não me
esquecer de que trabalho para o bem do Homem e não da máquina.
Respeitarei a natureza, evitando projetar ou construir equipamentos que
destruam o equilíbrio ecológico ou poluam, além de colocar todo o meu
conhecimento científico a serviço do conforto e desenvolvimento da
humanidade. Assim sendo, estarei em paz Comigo e com Deus.”
Que
Minerva continue, também, a incentivar e a orientar os Politécnicos (os
ENGENHEIROS) a sempre ENGENDRAR soluções para a melhoria de vida de
nosso Povo e de nossa Nação.
Com oficinas, mostra de projetos, palestras e painéis tratando do tema “Estratégias para o Desenvolvimento Local e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)” foi realizado em Curitiba, pelo Serviço Social da Indústria do Paraná (SESIPR), nos dias 5 e 6 de dezembro de 2012, na sede da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), o “V Congresso Nós Podemos Paraná”.
Nesta nova edição do evento além de passarmos a conhecer Boas Práticas que estão contribuindo de forma determinante para o Desenvolvimento dos Municípios do Estado do Paraná tivemos a oportunidade de definir importantes parcerias com distintos atores da Sociedade Paranaense no sentido de contribuirmos com ações orientadas para atingirmos os ODM.
Como tenho observado em todos os “Congressos Nós Podemos Paraná” que já participei, o mais importante destes eventos é, sem dúvida, a potência que os mesmos disseminam para o fortalecimento da “Consciência Cidadã”.
Parabéns aos idealizadores e realizadores destes importantes e necessários eventos. “Eu posso, Você pode, o Paraná pode, Nós podemos Mudar o Mundo”.
No mundo das Ciências Exatas dois erros conduzem ao inevitável fracasso: subestimar as realidades envolvidas e manter posicionamentos categóricos frente às afirmações não necessárias.
Com grata satisfação recebi no dia de ontem, 5 de dezembro de 2012, mais dois Registros de Propriedade Intelectual (PI), agora para minhas obras intituladas OPOSIÇÕES FALACIOSAS e CONVERGÊNCIAS MISTERIOSAS. Estes últimos Registros de PI foram outorgados pelo Centro de Letras e Artes, da Escola de Belas Artes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em conformidade com a Lei Federal 9610/98.
Em 03/12/2012, no Teatro Guaíra, tivemos a oportunidade ímpar de apreciar mais uma das apresentações primorosas de nossa Orquestra Sinfônica do Paraná, agora sob a Regência do Maestro Osvaldo Ferreira. Osvaldo Ferreira conduziu a Sinfonia Número 1, em Dó Menor, OP. 68, de Johannes Brahms e LA DAMOISELLE ÉLUE de Clude Debussy com a necessária competência técnica, porém, com Suavidade e Força aliadas a uma maneira muito Elegante de dirigir que é própria dos grandes Regentes. Bravo!
No programa do concerto foi apresentada, também, a Abertura Sinfônica Número 3, OP. 20, de Joly Braga. A apresentação de LA DAMOISELLE ÉLUE, de Debussy, contou com a participação do CORO COLLEGIUM CANTORUM e com solos de Marília Vargas e Ariadne Oliveira. Marília Vargas, somente para variar um pouco, encantou como sempre com seu show à parte. Brava!
Mais uma vez saudações a esta grande Equipe da Orquestra Sinfônica do Paraná. Bravi.
Quando olhamos para o passado dois sentimentos afloram (inevitavelmente): a saudade e o remorso. O primeiro é próprio de nossa natureza humana e não há como evitar; mas o segundo é condicionado pelo nosso arbítrio que traz arrependimento presente sobre diversas possibilidades que, sabemos, bem poderiam ter sido evitadas. No presente, cegos convenientes, não enxergamos, geralmente, aquilo que se transformará em saudade ou em remorso. Dizem que não há como prever o futuro e, portanto, não teríamos como presumir o que poderá se transformar em saudade ou remorso em nosso destino. Contudo, mesmo sem previsões, todas as vezes que “olhamos” para o futuro este se modifica eliminando saudades futuras e garantindo, estranhamente, uma maior quantidade de remorsos.