DIAS, Carlos Magno Corrêa - 2026
Ao traçar uma linha direta entre a preservação da informação e o futuro do desenvolvimento sustentável, o texto convida a uma reflexão profunda sobre como a humanidade lida com a sua própria memória.
Desde a Antiguidade, o ser humano busca formas de registrar sua trajetória, superando as limitações e os custos da palavra escrita impressa. No entanto, a própria evolução tecnológica (que trouxe disquetes, CDs, DVDs, pen drives e, mais recentemente, a computação em nuvem) criou um paradoxo perigoso: a obsolescência acelerada dos suportes de dados. Dispositivos que ontem eram o ápice da modernidade hoje jazem inutilizados em gavetas, inacessíveis às novas gerações.
O ritmo da inovação tecnológica atropela a preservação, tornando obsoletas não apenas as mídias, mas os próprios formatos de arquivos essenciais. A isso soma-se a curta longevidade de muitas empresas e instituições, cuja descontinuidade resulta na perda contínua de imensos bancos de dados corporativos e históricos.
O cerne da tese defendida no artigo reside na constatação de que a sustentabilidade não se restringe à pauta ambiental ou ao uso racional de recursos naturais. Ela abrange, de maneira indissociável, a sustentabilidade do conhecimento. Quando não se observa a guarda e a acessibilidade das informações, os homens correm o risco real de serem "apagados" da História.
A correspondente descontinuidade nos registros gera vazios profundos no desenvolvimento humano, impondo às gerações futuras o ônus de reinventar o que já havia sido conquistado, acarretando custos materiais e imateriais imensuráveis.
Celebrar aquele meu artigo é reconhecer a atualidade do alerta em pauta. Em um cenário digital em constante e vertiginosa mutação, a advertência ecoa como um manifesto indispensável: preservar o passado digital é uma condição fundamental para garantir a viabilidade do futuro. Que esta reflexão continue a inspirar pesquisadores, educadores e a sociedade a tratarem a preservação da informação como um pilar essencial da sustentabilidade global.
O texto “Os apagados da história comprometerão a sustentabilidade” está disponível no endereço https://drive.google.com/file/d/1snDGl96v8zwZXTCJDFxS_EINRqaUY8ml/view?usp=sharing para consulta.
Carlos Magno Corrêa Dias
28/09/2026
O ritmo da inovação tecnológica atropela a preservação, tornando obsoletas não apenas as mídias, mas os próprios formatos de arquivos essenciais. A isso soma-se a curta longevidade de muitas empresas e instituições, cuja descontinuidade resulta na perda contínua de imensos bancos de dados corporativos e históricos.
O cerne da tese defendida no artigo reside na constatação de que a sustentabilidade não se restringe à pauta ambiental ou ao uso racional de recursos naturais. Ela abrange, de maneira indissociável, a sustentabilidade do conhecimento. Quando não se observa a guarda e a acessibilidade das informações, os homens correm o risco real de serem "apagados" da História.
A correspondente descontinuidade nos registros gera vazios profundos no desenvolvimento humano, impondo às gerações futuras o ônus de reinventar o que já havia sido conquistado, acarretando custos materiais e imateriais imensuráveis.
Celebrar aquele meu artigo é reconhecer a atualidade do alerta em pauta. Em um cenário digital em constante e vertiginosa mutação, a advertência ecoa como um manifesto indispensável: preservar o passado digital é uma condição fundamental para garantir a viabilidade do futuro. Que esta reflexão continue a inspirar pesquisadores, educadores e a sociedade a tratarem a preservação da informação como um pilar essencial da sustentabilidade global.
O texto “Os apagados da história comprometerão a sustentabilidade” está disponível no endereço https://drive.google.com/file/d/1snDGl96v8zwZXTCJDFxS_EINRqaUY8ml/view?usp=sharing para consulta.
Carlos Magno Corrêa Dias
28/09/2026
