7 de dez. de 2013

Histórias Contadas Salvaguardando Futuros Projetos.


Estou no Teatro Fernanda Montenegro, em Curitiba. A data é a de 28 de fevereiro de 1997. Como Paraninfo da Turma de 1996 do Curso de Engenharia de Computação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), apresentava naquela data meu discurso durante a Sessão Solene de Colação de Grau dos Afilhados Albert Yassunari Kurata, Carlos Daniel de Oliveira Matt, Célia Cristina Bojarczuk, Daniel Puka, Edison Hideki Shiobara, Fabio Studyny Higa, Franki Murilo Braz, Hemerson Luiz Barbosa, Jeane Rodrigues de Paula, Júlio César P. de Carvalho Fil, Júlio Cezar de Lima, Marcelo Katsumi Yamamoto, Márcio Alexandre Negrão, Mário José Ferreira, Miguel Diogenes Matrakas, Ricardo Augusto Silva Bezerra e Ronaldo de Oliveira.

Fazendo recordar que, como Professor daquela Turma, tive a satisfação de ministrar os conteúdos das básicas (fundamentais), mas não menos determinantes, disciplinas de Cálculo Diferencial e Integral I e II, bem como, das, também, intensas e mais decisivas, ainda, disciplinas de Cálculo Diferencial e Integral III e IV, chamava, uma vez mais, a atenção para aquelas “quádricas” matérias imprescindíveis na formação do futuro Engenheiro, convidando os Afilhados a se perguntarem o que poderiam fazer a partir daquele dia pelo nosso país.

“... só executarei atos ditados pela consciência do meu dever ... não me deixarei cegar pelo brilho excessivo da tecnologia ... trabalharei para o bem e dignidade do homem e não da máquina ... colocarei meu conhecimento a serviço da humanidade e do desenvolvimento e tudo farei pela grandeza moral e material do Brasil”. Assim foi assinado, também, pelos Afilhados, naquela data, o contrato público assumido no Juramento que fizeram.

O tempo passou, os desafios foram aceitos e os acordos foram cumpridos com probidade. Na estrada da continuidade, posteriormente, tive a oportunidade, também, de ter alguns dos Engenheiros de Computação egressos da Turma de 1997 da PUCPR trabalhando comigo em equipes que coordenei, outros compartilharam projetos que desenvolvi, vários hoje dividem a responsabilidade de ser Professor, tendo, também, aqueles que são meus Colegas de Trabalho na atualidade.

Mas, para além das possibilidades, das histórias que contamos e que poderemos relembrar, lá na lembrança, todos os formados da Turma de 1997 continuam sendo os Jovens Afilhados que um dia como Alunos viveram na Academia a intensidade e a complexidade ímpar dos anos da Graduação.

Carlos Magno Corrêa Dias
07/12/2013