Fazendo recordar que, como Professor daquela Turma, tive a satisfação de ministrar os conteúdos das básicas (fundamentais), mas não menos determinantes, disciplinas de Cálculo Diferencial e Integral I e II, bem como, das, também, intensas e mais decisivas, ainda, disciplinas de Cálculo Diferencial e Integral III e IV, chamava, uma vez mais, a atenção para aquelas “quádricas” matérias imprescindíveis na formação do futuro Engenheiro, convidando os Afilhados a se perguntarem o que poderiam fazer a partir daquele dia pelo nosso país.
“... só executarei atos ditados pela consciência do meu dever ... não me deixarei cegar pelo brilho excessivo da tecnologia ... trabalharei para o bem e dignidade do homem e não da máquina ... colocarei meu conhecimento a serviço da humanidade e do desenvolvimento e tudo farei pela grandeza moral e material do Brasil”. Assim foi assinado, também, pelos Afilhados, naquela data, o contrato público assumido no Juramento que fizeram.
O tempo passou, os desafios foram aceitos e os acordos foram cumpridos com probidade. Na estrada da continuidade, posteriormente, tive a oportunidade, também, de ter alguns dos Engenheiros de Computação egressos da Turma de 1997 da PUCPR trabalhando comigo em equipes que coordenei, outros compartilharam projetos que desenvolvi, vários hoje dividem a responsabilidade de ser Professor, tendo, também, aqueles que são meus Colegas de Trabalho na atualidade.
Mas, para além das possibilidades, das histórias que contamos e que poderemos relembrar, lá na lembrança, todos os formados da Turma de 1997 continuam sendo os Jovens Afilhados que um dia como Alunos viveram na Academia a intensidade e a complexidade ímpar dos anos da Graduação.
Carlos Magno Corrêa Dias
07/12/2013